A cor final CIANO e luz VERMELHA e VERDE juntas resultam na cor AMARELA
A combinação de todas essas cores resulta na cor
final BRANCA. A intensidade dessas luzes pode variar até 256
níveis, e combinando essas luzes em diferentes variações
de intensidade, podemos obter cerca de 16,7 milhões de cores.

Figura 02 – Cores de síntese aditiva
Síntese Subtrativa
A síntese subtrativa é baseada na reflexão
da luz, ou seja, a cor visualizada é o resultado da reflexão
de luz VERMELA, VERDE e AZUL , sobre pigmentos CIANO, MAGENTA E
AMARELO (CMY ).
Já nos processos de impressão das gráficas,
por exemplo, baseiam-se nessa síntese, por isso que ocorre
muitas vezes a diferenciação de cor quando vemos
as cores no nosso monitor e no resultado final de um produto impresso.
No nosso monitor vemos a síntese aditiva (RGB)
e no produto final comercial vemos a síntese subtrativa (CMYK).
Por exemplo, a tinta CIANO mais a tinta AMARELA juntas resultam
na cor VERDE, e a tinta MAGENTA mais a tinta CIANO resultam na
cor AZUL. Assim como no processo de cor RGB, ao variarmos as densidades
de tinta nas combinações, obtemos uma significativa
gama de cores.

Figura 03 – Cores de síntese Subtrativa
Reprodução
de cores com os pigmentos (CMY)
O processo subtrativo baseia-se em pigmentos sobre uma superfície
branca (papel). O papel sem pigmentos é branco porque toda
a iluminação sobre essa superfície é refletida
para o olhar do observador, ou seja, as cores VERMELHAS, VERDES
E AZUIS estão sendo refletidas todas ao mesmo tempo, e como
vimos anteriormente à combinação dessas cores
resultam na cor BRANCA.
No processo subtrativo, as tintas de escala (ciano, magenta e
amarelo) funcionam como filtros de luz. Cada tinta absorve uma
parte da luz deixando refletir outras. Quando uma das tintas cobre
o papel, não haverá mais branco, pois apenas duas
luzes estão sendo refletidas e não todas as três
luzes RGB. Para você entender melhor, imagine que ao cobrirmos
o papel com a tinta ciano, a luz vermelha é absorvida, e
deixa apenas as luzes verde e azul. O observador verá a
cor ciano, pois a mistura de verde e azul resulta na cor final
CIANO, entendeu?
O uso do K no modo de cor
CMYK
Na teoria, todas as cores de escala reunidas, resultariam em
preto, não é mesmo? Não, pois devido as impurezas
nas tintas de escala, o resultado da impressão das 3 tintas
de escala juntas, resultam num marrom bem escuro, e não
no preto. Para que essa deficiência de impureza pudesse ser
compensada, foi adicionada a esse processo a tinta preta ou “a
chave” (Key=K). Levou esse nome,
pois o preto em inglês é black, e se fosse
inserida no processo gráfico, poderia confundir com o azul
(blue), por isso a idéia de usar a palavra key,
que quer dizer que isso é a chave, entendeu?
Escolhendo as cores
RGB: a
cor é formada
pelos três canais de cores já conhecidos, com
as cores primarias aditivas (vermelho, verde e azul). |
CMYK: a
cor é definida
por quatros canais com as cores primarias subtrativas (ciano,
magenta, amarelo e preto). |
HSB: a
cor é definida
por três características. Sendo o Hue (tom),
tonalidade da cor (vermelha, verde, roxa, etc...); Saturation saturação
ou intensidade de uma cor (vermelho-vivo ou esmaecido) e Brightness (brilho),
presença maior ou menor de luz na cor (amarelo-claro
ou escuro). |
Lab: a
cor é definida
por canais que abrangem as gamas de cor RGB e CMYK, canais
L: de luminosidade, a: de eixo de verde e vermelho e b: eixo
azul e amarelo. |

Figura 04 – paleta de cores do Adobe Photoshop
7.0
Espero que vocês tenham aprendido um pouco
sobre os sistemas de cores.
Qual quer dúvida entre em contato.
Até a próxima!