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CASTELO DA RAINHA DARKANGEL |
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RELATOS |
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Os três primeiros dias com a minha Rainha escravo25 Conheci a minha Senhora na Internet, a partir desse dia travamos uma intensa troca de correspondências e tempo depois telefonemas, nos quais conversávamos ampla e abertamente acerca dos nossos pontos de vista sobre relações de Dominação/Submissão. Ambos expúnhamos as nossas visões sobre o assunto, e era incrível como na maioria das vezes, nem eu, nem a minha Senhora precisávamos de completar a frase para que ambos entendêssemos que tínhamos a mesma opinião. Após algum tempo (muitas horas e dias de conversa), a minha senhora achou que estaria na hora de um encontro. Ficou decidido que iríamos encontrar e passar um fim de semana juntos, uma sexta, um Sábado e um Domingo. Ficou decidido que o encontro seria na minha cidade e que eu ficaria encarregue de ir buscar a minha Senhora á estação que chegaria de comboio . Eram 17:30 quando sai de casa em direcção á estação para ir esperar a minha Senhora que iria chegar ás 18:35. Quando as 18:30 chegaram, nada previa que eu iria ficar preso no transito, telefonei á minha Senhora dizendo que iria chegar atrasado e pedi que compreende-se que aquele atraso não estava previsto, que eu não tinha culpa. Por volta das 19:15 cheguei ao local combinado, a minha senhora já me conhecia por fotos, eu não a conhecia, apesar da minha Senhora me ter dado a oportunidade de a ver em fotos, agradeci e preferi não aceitar essa oportunidade, era uma maneira de provar á minha Senhora e a mim mesmo que o interior dela me atraia, e gostava dela pelo que era e não pelo que o seu exterior aparentava. Um pouco nervoso, entro pela estação, pego no telemóvel e telefono para a minha senhora. - Boa tarde Senhora, cheguei, em que parte da estação é que está ? - Olá, estou...já te estou a ver. - A onde está Senhora. - Estou mesmo á tua frente. Reparei então numa Senhora que estava de costas para mim e a falar ao telemóvel, convencido que já tinha localizado a minha Senhora disse. - Já a vi Senhora. - Não é ai, estou do outro lado. Virei me para o outro lado, e reparei numa senhora que estava sentada á minha frente e a falar ao telemóvel. - já a vi Senhora. - Não é ai, vira-te, eu estou mesmo á tua frente. Foi ai que eu reparei numa bela e jovem Senhora que estava sentada num banco, a poucos metros de mim, óculos de sol, calças de ganga, uma t-shirt e um casaco á cintura, um colar, algumas pulseiras e alguns anéis, ela sorriu-me, eu sorri-lhe e aproximei-me, consciente que fizesse o que fizesse não deveria beija-la no rosto tal como faria numa situação e com uma pessoa normal, tal regra tinha me sido imposta anteriormente pela minha Senhora. O meu desejo e intenção era beijar a mão da minha Senhora, o que acabou por não acontecer, por causa do nervosismo que senti ao estar pela primeira vez perante uma verdadeira Rainha. Peguei então na mala de viagem da minha Senhora e dirigimos nos para o carro, após ter guardado a mala na bagagem do carro, dirigi-me rapidamente para a porta a onde estava a minha senhora e, abri-lhe a porta, senti-me muito bem nesse momento. Primeiro fomos a uma loja a onde compramos umas algemas, foi ai que a minha senhora tirou os óculos e reparei nos seus lindos e penetrantes olhos esverdeados. No percurso até à loja a onde compramos as algemas, aprendi que em passagens onde só havia espaço para uma pessoa eu nunca deveria passar á frente, mas sim deixar passar a minha Senhora. Após as compras, dirigimos nos para o local onde iríamos ficar, enquanto conversávamos, eu ia sentindo-me cada vez mais calmo e á vontade, graças á maneira doce, meiga, gentil e segura como a minha senhora conversava comigo, sentia que estava perante uma verdadeira rainha que sabia ser cruel e doce ao mesmo tempo. Chegados ao local a primeira coisa que aconteceu foi abraçarmos nos, foi um gesto espontâneo, provocado penso que pela alegria que ambos sentíamos por estar finalmente frente a frente. Depois deste abraço, guiei a minha senhora até um dos dois quartos a onde a minha senhora podia ficar, sentei-me na cama, a minha senhora encostou a cabeça no meu colo, posição em que ficamos durante um tempo, foi nesse momento que lentamente começamos a comportar nos como dominadora, dominado, Senhora, submisso, Rainha, escravo. - onde está o vinho que te mandei comprar ? - está num local fresco. - o vinho já deveria estar no frigorífico, como não está, vai coloca-lo no congelador, espera que eu te chame e quando vieres trás as velas que te mandei comprar. - Sim, Senhora. Fui então colocar no congelador o vinho, acendi algumas velas e esperei que a minha senhora me chama-se. - Podes vir. As luzes do quarto estavam apagadas e ao entrar no quarto com as velas acesas, vi a minha Senhora deitada e vestida de uma maneira muito atraente, com umas botas pretas quase até ao joelho, e com um Kimono também escuro que ia quase até ao joelhos, ficando assim a descoberto apenas os joelhos e uma pequena parte, acima e abaixo dos joelhos. A minha senhora mandou-me espalhar as velas pelo quarto e aproximar-me, colocou-me uma coleira e mandou-me ir buscar um copo para um vinho que ela mesmo tinha trazido, após lhe ter trazido o copo e a ter servido, a minha senhora logo ordenou que eu começa-se a lamber-lhe as botas, era a primeira vez que eu estava a fazer algo do género, até esta altura apenas tinha desejado faze-lo, nunca o tinha feito, mesmo sendo a primeira vez fi-lo com a maior das naturalidades e gosto, estou-lhe agradecido por me ter deixar lambe-las, após este período a minha Senhora virou-se de costas baixou o Kimono e ordenou que fosse buscar um óleo de corpo e ordenou-me que o passa-se nas suas costas, e a massaja-se, sentir as minhas mãos passarem nas suas costas, sentir a sua pele e ver as duas tatuagens que tinha , soube-me muito bem. Chegou então a altura em que a minha senhora se virou e permitiu-me beijar-lhe todo o corpo, e ordenou que eu lhe lambesse o sexo...consciente da honra que me tinha sido concedida, fi-lo...o tempo foi passando...já era tarde e sentíamos nos cansados e por isso dormimos. Assim passamos a primeira noite. No dia seguinte quando acordei, nem queria acreditar que tudo o que se passou era real, não tinha sido um sonho, não acreditei á primeira que estava mesmo na presença da minha senhora, levantei-me e fui para a cozinha preparar o pequeno almoço que devido á hora serviu também de almoço, regressei para junto da minha Senhora antes que acorda-se, quando a minha senhora acordou, pedi-lhe permissão para ir buscar o pequeno almoço, depois de me ter sido concedida a permissão, servi-lhe o pequeno almoço na cama, trouxe um tabuleiro onde tinha torradas, maneia, marmelada, queijo, patês de vários sabores, mel, doce de morango, uvas brancas e pretas, leite e sumo. Naquele momento fiquei com a sensação que minha Senhora tinha ficado surpreendida com o aspecto do pequeno almoço, tinha cumprido com a minha obrigação, a minha Senhora provou um pouco de tudo, enquanto eu fiquei ao lado da cama de joelhos aguardando ordens, no fim do pequeno almoço/almoço, descansamos e mais tarde tomámos banho para sairmos, já era meio da tarde quando saímos para dar um passeio junto á praia, acabamos por parar num café para tomar algo, foi ai que entendi que a presença da minha senhora não era indiferente ás outras pessoas, tanto os homens como as mulheres ficaram a admirar tal beleza. Ao final da tarde regressamos então a casa, já em casa a minha senhora disse: - já passou um dia e por isso já não és assim tão inexperiente, a partir de hoje quando chegarmos a casa despes te, ajoelhaste e beijas-me os pés, agora quero que tires a roupa com excepção dos boxers, acendas as velas e esperes por mim aqui na sala de joelhos. - Sim entendi, senhora. Obedeci á minha senhora e fiquei ali de joelhos, tal como me tinha sido ordenado, até que a minha senhora entrou na sala vestida com um casaco de couro, umas meias e soutien de rede, sapatos pretos de tacão alto e de chicote na mão, apenas tive uns segundos para poder apreciar toda aquela beleza, pois a minha Senhora sentou-se no sofá e ordenou-me que baixa-se a cabeça, pusesse os braços atrás das costas e me voltasse, foi-me colocado umas algemas e uma coleira. Com a minha senhora sentada no sofá e eu algemado e ajoelhado á sua frente, começou um dialogo: - sabes o que és não sabes? - Sei minha Senhora, sou um escravo, sou tudo o que a Senhora quiser que eu seja. - Sabes para que estás aqui não sabes? - Sei minha Senhora , estou aqui para obedecer a todas as suas ordens, caprichos e servi-la. - Tira os Boxers! - Sim minha Senhora. - Começa já a lamber-me o meu sapato! E ofereceu um dos pés para ser lambido, comecei imediatamente a lambê-lo, oferece depois o outro, o qual também lambo com carinho, "quero ver te lamber o tacão!" "sim, minha Senhora", sem querer a minha língua tocou no pé da minha Senhora, "eu mandei te lamber os meus sapatos, não o meu pé!" "desculpe Senhora" e continuei a lambê-lo, sem contar recebo uma chicotada nas minhas costas, "isto é para aprenderes quem manda, e quando eu te ordeno para fazer uma coisa é para fazer á primeira!", pensei que estava a fazer tudo como me tinha sido ordenado, até que entendi, "hoje quando te ordenei que fosses tomar banho, para sairmos, era para teres ido á primeira" "desculpe senhora não volta a acontecer", logo recebo mais duas ou três chicotadas, "baixa a cabeça, não te mandei olhar para mim, espero que aprendas, agora de castigo vais de joelhos para o canto e ficas lá virado para a parede e só sais de lá quando te ordenar!", obedeci e, fiquei no canto desejando ouvir a voz da minha senhora a chamar-me para junto dela, ainda pensei em pedir-lhe, em implorar-lhe que me deixasse regressar para perto dela, mas como não queria parecer desobediente, sofri em silêncio, até que passado um tempo ouvi a sua voz, "vai buscar um copo e a garrafa de vinho que puseste no frigorifico, vais de joelhos como escravo que és!" " sim minha Senhora", os joelhos começaram-me então a doer, devido ao tempo que estive de joelhos, fiz um esforço e obedeci, de volta, a minha senhora ordenou que a servi-se e depois me baixe para poder pousar os seus pés nas minhas costas, naquele momento estava a servir de tapete para os pés da minha Senhora, "este vinho está muito bom, dá-me o cigarro que está ao teu lado e, vai buscar lume!", assim o fiz, já de volta fiquei aos pés da minha senhora na posição anterior, como me tinha sido ordenado, "gostarias de lamber os meus pés?" " sim minha senhora adoraria, por favor deixe beija-los", "não sei se o permito" "por favor senhora, imploro, deixe beija-los", e continuei a pedir na incerteza de saber se ia ter a honra de tocar com os meus lábios, até que ouvi, "bem...podes beija-los!" "muito obrigado Senhora", finalmente ia poder tocar com os meus lábios e lingua nos pés da minha Senhora, comecei a beija-los, "vai subindo, e lambendo as minhas pernas!", "sim minha Senhora", obedeci e fui lambendo e beijando as pernas da minha Senhora lentamente "agora começa a lamber me o sexo"! "sim minha Senhora", contente com a honra que me estava a ser dada comecei a beija-la, e a lambe-la...quando reparamos já eram perto da 1:00 da manhã e cansados fomos dormir. Na manha de Domingo, mais uma vez fui o primeiro a acordar e, não resisti em cobrir a minha senhora de beijos mesmo ela estando a dormir. Entretanto a minha senhora acordou, " senhora, posso ir preparar-lhe o pequeno almoço ?" "sim, podes!", agora que conhecia melhor os gostos da minha senhora não coloquei aqueles alimentos que sabia que não gostava, desta vez o tabuleiro apenas trazia torradas, manteiga, queijo, uvas pretas, patê e sumo. A minha senhora estava um pouco cansada e por isso descansou mais um pouco, eu fiz o mesmo, o inicio da tarde de Domingo já tinha começado quando despertamos, calculei que a minha senhora tivesse alguma fome e por isso servi-lhe delicias do mar com patê,. "agora vai tomar banho, para eu ir a seguir e partirmos", lembrando-me do que tinha acontecido no dia anterior respondi " sim minha Senhora" e fui... infelizmente, aquele era o ultimo dia do maravilhoso fim de semana, no entanto eu estava tão contente que nem pensei nisso, queria era aproveitar aqueles momentos de felicidade ao máximo. Apesar do comboio apenas partir ás 20:05 ficou decidido que sairíamos com antecedência, e por isso mais ou menos por volta das 16:00 saímos e fomos até um café, a onde ficou confirmado que a minha senhora não passava despercebida, se na primeira vez que fomos a um café fui apanhado despercebido, desta vez já contava e sentia-me bem ao estar ao lado de uma Senhora tão cobiçada e admirada por homens e mulheres. Conversamos, bebi um sumo, a minha senhora bebeu um café e comeu uma francesia, logo depois partimos para a estação. Chegamos á estação eram mais ou menos 18:30, sai do carro, abri a porta á minha senhora, peguei na mala e entramos na estação, como ás 19:05 partia um comboio a minha senhora decidiu ir nesse para assim poder chegar mais cedo a casa, ainda ouve tempo para algumas palavras e um ultimo café no bar da estação, entre olhares e palavras a minha senhora apontou para o pescoço e ordenou que lhe desse um beijo, o que fiz logo de uma maneira muito carinhosa. Dirigimos nos para a linha 8 a onde estava o comboio pronto para partir, entrei com a minha senhora para lhe pousar a mala, saímos do comboio e trocamos as ultimas palavras, ouviu-se o apito que indicava a partida do comboio, a minha senhora deu-me um beijo no rosto, e eu outro a ela, o que me deixou super contente, pois nunca me tinha sido permitido cumprimenta-la com um beijo no seu rosto, a minha Senhora entrou e o comboio partiu. Ainda tentei vê-la para lhe dar um adeus mas não consegui, a minha vontade era ter ido naquele comboio. escravo25 |
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