|Mangá × Anime|
|O final verdadeiro|
Detalhe que, depois que Saori é raptada, seus cavaleiros entram nos domínios de Poseidon pela cahoeira de Rosan [coincidência?! Não, não... poderia ser falta de imaginação mesmo...].
O final teve apenas uma mudança. Quando o Deus dos Mares tenta acertar Athena com seu tridente, Kanon, totalmente humilhado e arrependido de suas atitudes é que se coloca na frente, interferindo e salvando a Deusa.
Essa fase termina com Sorento e Julian Solon comentando sobre uma nova ameaça: Hades, que supostamente tinha sua parcela de culpa nos acontecimentos do fundo do mar.
Dá-se, assim, início a outra fase: Hades. Esta sim, merecidamente, deveria receber o nome de "Cavaleiros do Zodíaco", devido à importância de todos os personagens. O curioso é que só nessas alturas do campeonato a importância de personagens pacíficos e não envolvidos em confusão até o momento, como Mu de Áries e Mestre Ancião é percebida.
Essa fase é a mais violenta e sangrenta do que as outras. Aqui você pode ver mais tripas, mais sangue e muito mais vísceras!
O primeiro problema a ser enfrentado são os Cavaleiros de Ouro mortos, ressuscitados por Hades para invadirem o Santuário e maratem Athena. Mu, sozinho, dá uma surra magistral em Saga, Shura, Camus, Afrodite e Máscara da Morte. Aioria e Shaka dão as caras e não deixam por menos; arrebentam os Cavaleiros Spectros.
O mangá é mais realista que o anime; Shiryu permanece cego após a luta com Krishina de Kresaor e Hyoga teve seu olho realmente perfurado por Isaac. Outro ponto é que, conforme as batalhas, as armaduras vão se desgastando e viram um lixo. Então um segundo cavaleiro de Áries chamado Shiron aparece para consertar as armaduras dos defensores de Athena, dando origem ao terceiro modelo usado pelos heróis.
Com Saori morta, as lutas ocorrem no Reino de Hades. Vão também para lá todos os cavaleiros de Ouro, inclusive o rejuvenescido Mestre Ancião com sua armadura de Libra e Aioros, "ressuscitado". Mas, infelizmente, todos morrem ao fundirem seus cosmos para abrirem uma passagem no castelo de Hades. Ajuda suplementar: Kanon segue lutando do lado de Athena.
Finalmente o ponto máximo da história e a pergunta inevitável: Shun é ou não Hades? A resposta seria sim e não. Shun já carregava o espírito de Hades desde criança em seu corpo, o que aconteceu por culpa de Pandora, a filha do Senhor dos Infernos. Então, quando o cavaleiro de Andrômeda foi para o reino de Hades, o espírito se manifestou e possuiu seu corpo, mas não por muito tempo.
Ao contrário do que se é imaginado, não foi Ikki quem tirou Hades do corpo de Shun, e sim Athena, com a ajuda de Shaka. Fênix chegou a arrancar o coração da besta que estava no peito de seu irmão, mas não foi o suficiente.
Athena e a Deusa da Vitória, Nike [Isso mesmo, mas leia Nique, e não Náique - representada pelo cetro que Saori carrega] tinham que ser unidas. Após isso, restava aniquilar Hades.
A primeira tentativa, em vão, foi de Seiya usando a armadura de Sagitário, Hyoga a de Aquário, Shiryu a de Libra e - novidades! - Shun a Virgem [é, eu sei que você tava pensando que fosse a Peixes, que "combina" mais com ele, mas não é!] e Ikki a de Leão. Hades simplesmente destruiu as vestimentas douradas.
Mas como a esperança é a última que morre e milagre é o que não falta na série, surgem novas armaduras. Todos recebem armaduras-deuses de suas respectivas constelações protetoras e Saori, a fabulosa armadura de Athena.
Desconhece-se a razão, mas foram lançados dois finais diferentes; um na revista onde Saint Seiya costumava ser publicado [Shonen Jump] e outra em uma compilação completa da saga.
Na primeira versão, tragédia geral: todos morrem ao concentrarem ao máximo seus cosmos no corpo de Seiya para eliminar Hades. Na segunda, Seiya morre ao atacar Hades, depois de ter os cosmos dos companheiros fundidos ao seu. Só pra marcar presença, a então mosca-morta Saori mata o vilão, atravessando seu cetro [Nike] no corpo do Senhor dos Infernos.
É revelado também que Marin NÃO é irmã de Seiya! Seika aparece só no finalzinho da história, pra dar uma força para o irmão.
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