A MEDITAÇÃO

Embora seja prática comum no oriente há milênios, só recentemente a ciência ocidental começou a pesquisar esse fenômeno através de técnicas científicas.

Existem dois tipos básicos de meditação: no primeiro, o indivíduo se concentra em um objeto, pensamento, som ou outra qualquer sensação interna ou externa, com a qual tenta se fundir.

No outro, ele procura esvaziar a mente de pensamentos, idéias, recordações.

As pesquisas demonstram que durante a meditação há uma diminuição das taxas de metabolismo basal, respiração, fluxo sanguíneo e consumo de oxigênio, além de um aumento das ondas alfa no cérebro e maior relaxamento.

Os efeitos psicológicos relatados são múltiplos: recordação de experiências, aumento da capacidade de abstração e, sobretudo uma sensação interior de paz.

Segundo estudos realizados por meio de encéfalogramas, na técnica zen de meditação a percepção do mundo exterior é mantida.

Para que a meditação surta efeito, às vezes são necessários muito anos de prática. Ela vem acompanhada de um clareamento mental ou a da chamada "iluminação" que colocaria o indivíduo num outro nível de consciência.

A isso acrescentam-se um estado de exaltação moral, uma sensação de elevação e tranquilidade.

Ao lado disso, surge uma consciência de vida eterna - não a consciência de que ele vai tê-la, mas a consciência de que ele já a possui.

Essa forma de transfiguração já foi relatada inúmeras vezes por indivíduos de diversas épocas e religiões e indica que a meditação permite insights de partes mais profundas da consciência.

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