(NOTA: 8.0/10)
Projeto feito no ano de 1994 pela sombria e insana mente de Knjaz Varggoth (Nokturnal Mortum, Aryan Terrorism, Warhead, Vetche), n�o h� muito que dizer desse projeto, Varggoth o fez para explorar novos horizontes e expor suas pr�prias id�ias sem a presen�a de mais nenhum ser humano. �nica pessoa que al�m dele participou do Mistigo Varggoth Darkestra foi Munruthel (companheiro do Nokturnal Mortum) no �lbum "Midnight Fullmoon".
"The Key to the Gates of the Apocalypse" � o segundo �lbum do Varggoth, que mostra claramente o seu pensamento sombrio. � uma obra totalmente "dark". Varggoth resolveu n�o "dividir" o �lbum em partes, at� porque n�o precisaria, pois esse trabalho precisa ser escutado como um todo e ao longo dessa faixa � revelado tudo o que se passa no aspecto "dark"; portanto � composto de uma �nica faixa com 72 minutos de conte�do realmente sublime.
Nesse trabalho � mesclado um som mais "ambient" (feito de forma sombria) com um Black Metal que soa de modo sinf�nico, algumas "partes" da m�sica soam somente "ambient", portanto a m�sica � bem diversificada. E isso acontece constantemente ao longo do play, pois o �lbum � basicamente 80% "ambient" e 20% Black Metal. Os vocais s�o muito bem feitos, assim como no Nokturnal Mortum, Varggoth mostra o quanto � capaz de cantar com mais sentimentalismo m�rbido em algumas partes e com total raiva em outras, mais um vez mostra que � um vocalista completo. A bateria � usada quase sempre r�tmica para poder assim manter a atmosfera presente, mas acelera em algumas partes onde os vocais s�o feitos mais rapidamente e com mais �dio presente. Teclados e efeitos sonoros s�o muito utilizados por Varggoth, para fazer essa sonoridade "Dark Ambient". Portanto para se escutar o "The Key to the Gates of the Apocalypse" � necess�rio ser um pouco "ecl�tico" para admirar esse trabalho.
N�o � um �lbum para se escutar constantemente (pois assim se tornar� enjoativo) e sim para digamos dar uma "descansada", em algum momento de reflex�o ou para "fugir" um pouco de sonoridades mais extremas, �, portanto uma obra mais "viajante". Englobando v�rios aspectos de uma sonoridade bem "dark". (Thiago Gothburz)
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