O ECO DO AMOR
À beira mar,
levanta vôo suave
as aves,
voa também
meu pensamento,
com a esperança verdadeira
dentro do destino.
À beira do meio-dia
e de longas horas,
nesta brisa que toca
meu rosto e este dia,
voa minha alma,
para junto com a tua
brincarem,
fazendo o eco do amor.
À beira do arco-íris
primaveril,
vejo muitas flores
neste jardim suspenso.
Sinto teu semblante
no meio do mar de rosas,
rosas de todas as cores
rosas que festejam os amores.
À beira do meu mundo
e dos meus versos dourados,
ecoa teu nome,
fazendo voar meus sentimentos,
para que neste momento,
na presença do vento,
do arco-íris e do mar,
o meu poema possa falar,
das mil e uma maneiras
de te amar.
Até o simples olhar,
inaugura o doce amanhecer,
iniciando uma nova sessão
de amor,
na sábia lição de se descobrirem.
Sérgio Diniz Barros Guedes