JANELA
ABERTA PARA O RENASCER
Hoje,
joguei
minha sorte,
tendo certeza que não será
pela hora da morte,
mas pela alegria atônita do viver.
Hoje,
à porta da felicidade,
meus
pulmões respiram
o
sossego da tranqüilidade.
Agora,
as fotografias das batalhas
vividas
espelham
o rastro,
do furacão
do desejo,
da chuva
de verão,
do riso
do vento
no meu
rosto empoeirado.
Todavia,
aliviado estou,
por ter erguido
o
castelo dos sonhos,
no
mastro da vida.
Sérgio
Diniz Barros Guedes