Os imigrantes foram instalados em casas na Vila de Nova Friburgo, em " famílias artificiais"  mais ou menos segundo suas afinidades  profissionais e religiões e sobretudo conforme a língua que falavam. A estas "famílias " caberia um único lote para cultivarem fora da Vila de Nova Fribugo. Ainda hoje podem ser vistos os mapas com os referidos lotes no Museu de Nova Friburgo, assim como em publicações, notadamente no Livro os Imigrantes de Henrique Bon.

Os Schibli ocuparam a casa 52 na Vila e o lote 50 foi-lhes  destinado por sorteio juntamente com os outros membros da " família artificial" conforme a tabela abaixo:

Nome Hans Aeby Jean Bändely Jacques Bongard Jost Wäber Joseph Alexandre Cagnard Michel Zahno  

Joseph Leonz Schibli

             

Jean Mathis
origem Wunnewil-Fribourg Fribourg Praramon-Fribourg Tavel-Fribourg Vallon-Fribourg Huteried-

Fribourg

Neuenhof-Aargau Áustria
língua alemão francês/alemão francês/alemão alemão francês alemão alemão alemão
religião protestante católico católico católico católico católico católico protestante
idade 50 anos 28 ou 36 anos 48 anos 45 anos 18 anos 40 35 anos  
ofício sapateiro tanoeiro     sapateiro pedreiro tecelão  
falecimento 1827 - Nova Friburgo   1863 - Nova Friburgo       25/02/1862-Wettingen Cantagalo
navio de chegada Deux Catherine Deux Catherine Deux Catherine Deux Catherine Deux Catherine Deux Catherine Elizabeth Marie Heureux Voyage

 

Com exceção de Hans Aeby e de Jacques Bongard antes de 1824 todos os colonos do lote 50 haviam partido de Nova Friburgo,

segundo o padre Joye foram para o Rio de Janeiro. Mas sabe-se que Jean Mathis faleceu em Cantagalo e os Schibli devem ter ido para a região de Muriaé, acompanhando a filha Carolina Perpétua que se casara com Manoel José dos Reis.

Nos livros de registro na Suíça costa que Joseph Leonz Schibli faleceu em 1862, segundo o genealogista Alfred Dobler da

Schweizerische Gessellschaft für Famileinforschung SGFF, mas não precisou o local.

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1