|
Pirâmides - Mistério |
Geralmente
não se fala sobre a existência de pirâmides em outros planetas em aulas de ciência,
reportagens de TV ou círculos de astronomia. Porém, cada vez mais pessoas têm
comentado o assunto, como no caso das pirâmides à beira da cratera lunar Pitágoras.
Erguida na planície de Gizeh, a Grande
Pirâmide é uma das sete maravilhas do mundo. Porém, trata-se apenas
de uma tumba vazia ou ainda possui segredos para serem revelados?
Construída com seis milhões e meio de toneladas de pedra e erguendo-se
a 146,5 m em direção aos céus, a Grande Pirâmide contém mais pedras
que todas as catedrais, igrejas e capelas da Grã-Bretanha reunidas.
Durante mais de 4.500 anos, foi uma das maiores construções já erguidas
na face da Terra.
Os egiptólogos dizem que foi construída pelos antigos egípcios nos anos
2.500 a.C., aproximadamente na mesma época em que a Esfinge e as outras
duas pirâmides do complexo de Gizeh foram construídas. O que se discute
atualmente é porque motivo a Grande Pirâmide foi construída.
Tecnologia Avançada
Em março de 1993, Rudolf Gantenbrink, um engenheiro alemão, anunciou
que havia encontrado a resposta. Ele é o inventor do Upuaut 2, um robô
equipado com uma câmera de vídeo, que foi enviado para o interior de
um canal que prolonga-se até o sul desde a Câmara da Rainha. O Upuaut
2 (que significa "o abridor do caminho" em antigo egípcio)
percorreu 60 m ao longo do estreito canal de 50 x 50 cm antes do caminho
ser interrompido por uma "porta" de pedra calcária. Gantenbrink
ficou surpreso ao ver em seu monitor de TV que a porta possuía dois
puxadores de cobre e que havia uma abertura entre a porta e o chão.
Ele tinha então encontrado uma câmara desconhecida no interior da Grande
Pirâmide
Uma Precisão Incrível
A Grande Pirâmide é uma obra fantástica
de engenharia, não só por seu tamanho, mas também pela exatidão com
que foi construída.
As fases da pirâmide estão posicionadas para os quatro pontos cardinais
com uma incrível precisão, apresentando somente 0,015% de margem de
erro. Atuamente, para se conseguir está precisão são necessários um
teodolito de laser, um mapa dentro dos dez metros de precisão, engenheiros,
astrônomos e mestres de obras.
A base da Grande Pirâmide forma um quadrado quase perfeito: cada lado
tem mais de 230 m de comprimento e a diferença entre o mais comprido
e o mais curto dos lados é de apenas 25 cm. As esquinas diferem menos
de um grau do ângulo reto (90°). Esta obra-prima de engenharia foi realizada
sem a ajuda de roldanas e rodas, nem as sofisticadas ferramentas de
corte que atualmente os engenheiros dispõem.
Então, porque razão os construtores se empenharam em obter tanta precisão?
Para quê uma precisão tão grande se nem o olho humano pode percebê-la?
Os egiptólogos acreditam que a Grande Pirâmide e suas companheiras foram
construídas com apenas uma finalidade: servirem de tumbas para os faraós.
As três pirâmides da planície de Gizeh foram construídas durante a quarta
dinastia (2.631 - 2.494 a.C.). A Grande Pirâmide foi construída pelo
faraó Quéops, a segunda maior por seu irmão Quefrén e a terceira por
Miquerinos, filho de Queops. Estas informações foram dadas pelo historiador
grego Herodoto, que as consegui cerca de 2.000 anos depois de sua construção.
Diz-se que o califa Al-Mamoun foi o primeiro a penetrar na Grande Pirâmide
no ano 820. Não encontrou nada em seu interior, nem corpos, tesouros,
ferramentas, ou inscrições hieroglíficas em parte alguma. Tudo o que
pôde descobrir foi o sarcófogo vazio na Câmara do Rei.
Uma Prova Explosiva
Ainda que muitos tenham tentado encontrar algo no interior da pirâmide,
isto só ocorreu no ano de 1837, quando um explorador britânico, o coronel
Howerd Vyse, explorou seu interior sem encontar nada de significativo.
O caminho foi aberto com pólvora através da rocha que existe em cima
da Câmara do Rei, e assim, descobriu quatro câmaras fechadas. Nas paredes
da maior delas, descobriu hieróglifos escritos com tinta vermelha, onde
aparecia o nome de Quéops num deles.
Essas formações, assim como as fotografadas em Marte, poderiam ter algo a ver com as antigas civilizações humanas.

Há muitos quilômetros de túneis e câmaras abaixo das pirâmides do Egito, tão profundos que mal foram explorados. Aonde eles levam? No Livro Egípcio dos Mortos há numerosas referências a mundos subterrâneos opulentos, aos quais esses túneis dariam acesso. E supõe-se que os túneis sob o Tibete conduzam diretamente a Shamballa e Shangri-La, duas cidades védicas na Terra Oca.
Desde que o radar de penetração terrestre deixou de ser considerado um segredo militar, dados impressionantes surgiram dos complexos subterrâneos em vários locais do mundo. O radar SIRA tem sido empregado no Egito desde 1978, mapeando um extraordinário complexo abaixo das pirâmides. Acordos feitos com o presidente Sadat resultaram em três décadas de escavações supersecretas.
Em recente encontro na Austrália, o Dr. Jim Hurtak, um dos principais cientistas do Projeto Giza, mostrou filmagens do trabalho em andamento. O documentário Chambers of the Deep (Câmaras das Profundezas) deverá ser lançado no fim do século e revela a descoberta de uma vasta metrópole megalítica de 15 mil anos de idade, que abrange vários andares sob a planície de Giza.
O filme mostra câmaras imensas, com a proporção de nossas maiores catedrais, além de canais subterrâneos e estátuas enormes, do tamanho das do Vale do Nilo, esculpidas no próprio local. Os pesquisadores arriscaram suas vidas levando luzes e câmaras em botes de borracha, através de rios subterrâneos e lagos de um quilômetro de largura, para penetrar no local. Ali já foram identificados vários depósitos ocultos de registros e artefatos.
Shrila Prabhupada Bhaktivedanta afirmou, na introdução ao canto 4, capítulo 22, texto 54, que “a literatura védica reiteradamente nos informa que a Lua está repleta de elevados habitantes, que se incluem entre os semideuses”. Será que esses “elevados habitantes” de que “a lua está repleta”, segundo Prabhupada, poderiam existir em um mundo lunar subterrâneo, acessível por aberturas demarcadas pelas pirâmides na superfície? Como algumas escrituras orientais falam sobre a civilização védica em outros planetas, esta parece ser uma conclusão bastante lógica.