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Exercício n.º 06:
O
primeiro passo -
registrando a presença da amostra.
Da mesma forma que nos exercícios anteriores, após a preparação inicial, e com um sentimento e uma condição mental de receptividade e relaxamento, iniciar o exercício número dois.
Pegue duas das caixas (ou tubos), quaisquer dentre as que você preparou para o
seu treinamento e deixe-as com a tampa aberta, colocando-as sobre a mesa, à sua
frente.
Após sentir-se sintonizado com o
inconsciente, pela realização dos exercícios da primeira fase, e que haja
condições dele se manifestar, posicione o pêndulo ora sobre uma, ora sobre
outra das caixinhas, procurando sentir sobre o pêndulo alguma vibração
transmitida pelas caixas vazias.
Ao posicionar o pêndulo sobre as
caixas vazias procure manter o mesmo isolamento mental e físico dos exercícios
da primeira fase. Mais uma vez não interfira, não faça nenhum tipo de pré-julgamento,
nem fique ansioso por uma resposta ou alguma manifestação, simplesmente
aguarde.
Pegue agora uma das amostras qualquer que você coletou e coloque-a dentro de uma das caixas vazias à sua frente, espaçadas de mais ou menos quinze centímetros.
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|
|
=
“1”
= “0” |
Figura
n.º 5 - registrando a presença da amostra
(a criação da linguagem com o inconsciente)
Imprima em uma folha de papel o desenho acima para que você possa executar o exercício.
Posicione o pêndulo sobre a caixa vazia, assuma a posição de imobilidade como nos exercícios da primeira fase, sem rigidez, e emita o seguinte comando:
PEÇO
AO INCONSCIENTE QUE
REGISTRE
E NADA INDIQUE.”
Posicione o pêndulo sobre a caixa que contém a amostra, assuma a posição de imobilidade como nos exercícios da primeira fase, sem rigidez, e emita o seguinte comando:
“PEÇO
AO INCONSCIENTE QUE REGISTRE
E
INDIQUE
A PRESENÇA DA AMOSTRA.”
Alterne o pêndulo, ora sobre a caixa vazia e ora sobre a caixa com a amostra,
emitindo os comandos ao inconsciente para cada caso. Você vai perceber que a
amostra do material colocada na caixa provoca uma vibração especial no pêndulo
que você vai se treinando a sentir. Você pode e deve treinar com vários tipos
de materiais, caixas e pêndulos.
Mantenha-se alerta observando com atenção
as reações do pêndulo, pois ele vibra de uma forma bem sutil, registrando a
presença da amostra. Na caixa vazia o pêndulo estará inerte, sem nenhuma
resposta; na caixa com a amostra o pêndulo se “liga”, vibra de forma
especial, comunicando-nos a existência do objeto.
Treine inúmeras vezes a execução deste
exercício até que esta sensação de ligado e desligado lhe seja facilmente
reconhecível.
Se sentir dificuldade de reconhecimento da resposta do pêndulo volte aos exercícios
da primeira fase, refaça a preparação inicial, treine outras formas de
relaxamento e meditação, até que efetivamente o inconsciente se manifeste
através do pêndulo.
Volte então a este exercício, e através
de inúmeras repetições treine, a si mesmo, e ao inconsciente, o
reconhecimento dos dois estados, o “ligado” e o “desligado”. Posicione o
pêndulo sobre a caixa vazia e sinta a inércia do pêndulo, a sensação de
vazio, o negativo, o “não”; posicione o pêndulo sobre a caixa com a
amostra e sinta a vibração do pêndulo, a sensação de plenitude, o positivo,
o “sim”.
Até este ponto você está vendo uma
caixa vazia, aberta, e a outra caixa, também aberta com a amostra dentro.
Faça agora o seguinte: tampe as duas caixas, mantendo-as na mesma posição. Ou
seja você vê as duas caixas agora fechadas, idênticas; uma delas contém
amostra, a outra vazia, porém você sabe bem qual delas.
Posicione novamente o pêndulo sobre a
caixa que você sabe estar vazia, relaxe os dedos, mãos e braços, e sinta a
imobilidade do pêndulo. Lembre-se de não interferir, de segurar na linha que
suporta o pêndulo, sem rigidez. Emita o comando do exercício e sinta o “não”,
o vazio, o desligado, o “zero” do código binário.
Coloque o pêndulo sobre a caixa que contém
a amostra, que embora esteja fechada, você tenha absoluta certeza da sua existência;
se tiver dúvida da localização da amostra dentro da caixinha, abra-a e veja.
Lembre-se dos exercícios da primeira fase
e fique imóvel, não interfira, emita o comando do exercício e aguarde,
aguarde até que sinta que o pêndulo se “ligue”, indique “sim”, a
plenitude, o cheio, o positivo.
Quando isto acontecer, parabéns, você acaba de criar uma poderosa linguagem com o pêndulo. Simplesmente falando, você acaba de ter acesso a um canal de comunicação que tem a potencialidade de lhe responder a todas as perguntas. Imagine você que este simples código binário é a base de toda a linguagem dos computadores.
Treine este exercício várias vezes, repita o
posicionamento do pêndulo ora sobre a caixa com a amostra, ora sobre a caixa
vazia. A sensação firme da resposta, do “ligado” e “desligado” do pêndulo
é pré-requisito para todos os outros exercícios desta fase. Insista neste
treinamento até que você esteja plenamente confiante da vibração transmitida
pelo pêndulo.
Este é um código simples. Procuramos
criar dentro do universo de possibilidades, aquela que mais simples pode nos
atender. Temos a partir deste momento em nossas mãos, uma linguagem simples,
porém extremamente eficaz, que pode nos dar a resposta, “sim” ou “não”,
a qualquer pergunta que for formulada.
Entretanto, o objetivo desta fase é o reconhecimento
das vibrações transmitidas pelos objetos ao nosso redor, portanto deixaremos
para depois a concretização desta potencialidade e nos concentraremos agora no
treinamento da percepção do universo vibracional.