Biografia

Do nascimento à Lisieux

1873 - 1877

Sta. Terezinha nasceu às 23:30h, do dia 2 de janeiro de 1873, quinta-feira, na residência de seus pais, Luís Martin e Zélia Martin, situada à rua Saint Blaise, 36 (hoje, 42), na cidade de Alençon, na França.  

    

Foi batizada em 4 de janeiro de 1873 com o nome de Maria Francisca Teresa Martin, na Igreja de Nossa Senhora de Alençon, tendo como padrinhos sua irmã Maria e Paulo Alberto Boul, amigo de seu pai.  

Em março de 1873 Teresa parte para Semallé a fim de ser amamentada por Rosália Taillé, sua ama de leite, retornando definitivamente para casa um ano depois, no início de abril de 1874.

Viveu sua infância em Alençon até aos quatro anos, quando em 28 de agosto de 1877 perde sua mãe a quem era muito apegada. Teresa, sentindo a perda da mãe, procurou imediatamente suprir essa ausência escolhendo Paulina, sua irmã mais velha, como sua nova mãe.

Em 15 de novembro de 1877, sua família muda-se para Lisieux, onde se estabelece definitivamente na residência chamada "Buissonnets".


Vida em Lisieux até entrada no Carmelo

1878 - 1888

No ano de 1879, com seis anos, Teresa visita pela primeira vez a capela do Carmelo de Lisieux. Neste mesmo ano ela se confessa pela primeira vez, na catedral de São Pedro.

No mês de outubro de 1881, Teresa vai estudar como semi-interna na Abadia Beneditina de Lisieux.

Em 1882, Paulina decide entrar para o Carmelo, o que acontece no dia 2 de outubro, tomando o nome de Irmã Inês de Jesus. Neste mesmo ano, Terezinha sente o chamado ao Carmelo e fala sobre isso a Madre Maria de Gonzaga, Priora do Carmelo, que chega até a lhe propor o nome "do menino Jesus" tão sonhado pela própria santa.  

    

A entrada de Paulina no Carmelo fez com que Teresa sentisse novamente uma ausência materna, já que tinha tomado Paulina para essa função. Daí, ela escolhe sua outra irmã Maria, como sua terceira mãe.

No final de 1882 e início de 1883, aos dez anos, Teresa começa a sofrer de um fortíssimo esgotamento nervoso que se prolongou durante mais ou menos seis meses. As manifestações desta doença foram tão fortes e estranhas, que ela mesma, na sua autobiografia, aparece convencida de que foi coisa do diabo (MA. 28v-29r).  

Porém, em 13/5/1883 "dia de Pentecostes" foi curada repentinamente pela intercessão da Virgem Maria, recebendo o sinal através de uma imagem que "sorriu" para ela. Esta imagem de Maria (Nossa Senhora das Vitórias) ainda hoje é conservada no Carmelo de Lisieux, ficando denominada como a "Virgem do Sorriso". (Foi diante desta imagem que Teresa ofertou-se como "holocausto ao amor misericordioso de Deus" (OR. 6). Também, diante desta imagem ela se ajoelhou antes de começar a redigir sua autobiografia (História de uma Alma).  

Com 11 anos, fez sua primeira comunhão, que aconteceu no dia 8 de maio de 1884, na Abadia Nossa Senhora do Prado, que, aliás, foi o mesmo local de sua confirmação (crisma), que se realizou cerca de um mês depois, em 14 de junho.

Ela mesma escreveu o que segue sobre sua primeira eucaristia:

"Foi um beijo de amor, sentia-me amada e dizia assim: ‘Eu vos amo, eu me dou a vós para sempre’... Naquele dia, não era mais um olhar, mas uma fusão, não eram mais dois, Teresa havia sumido como a gota d’água que se perde no oceano."

Também escreveu sobre o sacramento da confirmação:

"Ah, como minha alma está alegre, como a dos apóstolos eu esperava com alegria a visita do Espírito Santo... Alegrava-me com o pensamento de ser em breve perfeita cristã e sobretudo por ter sobre minha fronte, eternamente, a cruz misteriosa que o bispo marca ao impor o sacramento."

Em maio de 1885, Teresa participou de um retiro preparatório para a renovação da comunhão e, a partir das pregações do Pe. Domin, pregador do retiro, ela foi atacada por uma terrível crise de escrúpulos que duraria um ano e meio, finalizando no final de outubro de 1886. Esta doença de escrúpulos afligiu Teresa tão gravemente que ela teve que interromper seus estudos na Abadia, retomando-os de forma particular com a Sra. Papinau.

Neste ano de 1886, Maria, irmã de Teresa, também decide entrar no Carmelo e o faz em outubro, deixando Teresinha órfã de mãe pela terceira vez.  

    

Na noite do Natal de 1886 acontece um fato marcante e decisivo na vida de Teresa, o qual ela mesma chama de "a graça da conversão", quando, segundo ela, deixa de ser uma criança mimada e extremamente sensível, para ser uma pessoa amadurecida e pronta para trilhar o caminho que Deus indicara a ela.

[ Para entender esta "graça da conversão" é necessário saber que, quando criança, Sta. Teresinha sempre foi muito paparicada. Todo este mimo a transformou numa criança muito mimada e extremamente sensível para enfrentar e reagir diante de algumas situações.

O que aconteceu no Natal foi que, ao voltar da missa de meia-noite, seu pai, cansado, dirigiu-lhe algumas palavras que, pela sua extrema sensibilidade, magoaram-na. A reação natural de Teresa teria sido chorar, mas ela não se abalou e, com a graça de Deus, encarou o fato com um amadurecimento impressionante, surpreendendo Celina e até ela mesma. ]

No ano de 1887 acontece o famoso caso do assassino Henrique Pranzini, que fora condenado à morte. Teresa reza e se sacrifica pela conversão deste condenado, pedindo a Deus um sinal de que suas orações tivessem sido atendidas. Ao ler no jornal que Pranzini havia pedido para beijar um crucifixo momentos antes de sua execução, Teresa obteve a confirmação da conversão do assassino.

Em 29 de maio de 1887, dia de Pentecostes, Teresa recebe de seu pai a permissão para entrar no Carmelo com apenas 15 anos. Começava aí uma grande caminhada de luta rumo ao Carmelo.  

Em outubro, no dia 8, Teresa pede a seu tio Guérin, que era seu tutor, para entrar no Carmelo por ocasião do Natal. Inicialmente o Sr. Guérin se mostrou contrário, mas passados alguns dias, sob influência de uma carta de Paulina (Ir. Inês de Jesus), ele permite a entrada de Teresa no Carmelo.

Após de receber a resposta positiva de seu tio, Teresa procura Ir. Inês para lhe contar a decisão do tio. Nessa conversa ela recebe a notícia de que o superior do Carmelo, Cônego Delatroette, não permitiria sua entrada antes de completar 21 anos.

Depois desse choque inesperado, Teresa, juntamente som seu pai e Celina, procura o superior do Carmelo, para pedir pessoalmente sua entrada. Porém, foi uma tentativa frustrada, pois o superior manteve sua decisão, dizendo que era apenas o representante do Bispo e, que se o próprio Bispo autorizasse sua entrada, ele não se oporia.

Teresa, então, decidida a entrar no Carmelo, viajou para Bayeux, onde encontrava-se o Bispo de sua diocese, D. Hugonin. O encontro com o Bispo foi intermediado pelo Vigário Geral, Pe. Révérony, que acompanharia dias depois a excursão da diocese até Roma, da qual Teresa participou.

D. Hugonin tentou convencer Teresa a ficar mais algum tempo com seu pai, mas o próprio Sr. Martin tomou partido a favor do ingresso de sua filha no Carmelo. Esta atitude do Sr. Martin e a determinação de Teresa causaram muita surpresa em D. Hugonin, contudo ele disse não poder tomar nenhuma decisão sem antes consultar o superior do Carmelo. Isto desanimou Teresa porque ela já sabia da oposição do Côn. Delatroette, superior do Carmelo.

Teresa, conta em sua autobiografia que nesta conversa com D. Hugonin, chegou a dizer-lhe que iria até o Papa se ele não lhe desse a permissão para entrar no Carmelo com 15 anos. E o fez!  

No dia 4 de novembro de 1887, Teresa, com seu pai e Celina, parte para Roma em uma excursão promovida pela diocese de Bayeux para celebrar o jubileu sacerdotal do Papa Leão XIII. Aproveitando esta excursão é que Teresa fala com o Papa em uma audiência pública, no dia 20 de novembro, que aconteceu assim:

Teresa, ajoelhada aos pés de Leão XIII, pede-lhe para ingressar no Carmelo, mas o Papa não compreendeu muito bem o que ela dissera.

Então, o Pe. Révérony, que era o responsável pela excursão, estando de pé ao lado do Papa, disse-lhe: "É apenas uma criança que deseja ingressar no Carmelo com 15 anos, mas os superiores examinam a questão neste momento." O Papa dirigindo-se a Teresa disse-lhe: "Então, minha filha, fazei o que os superiores vos disserem".

Não satisfeita com a resposta do Papa, Teresa disse-lhe: "Oh! Santíssimo Padre, se dissésseis sim, todos estariam a favor." Olhando fixamente para Teresa, respondeu-lhe: "Vamos... vamos... entrareis se Deus quiser."

Teresa continuou essa viagem, que terminaria dia no início de dezembro, de volta à Lisieux.

Sem perder muito tempo, ela escreveu cartas à D. Hugonin (CT. 38) e ao Pe. Révérony (CT. 39), pedindo a entrada no Carmelo ainda pelo Natal.  

    

Teresa passa dias de apreensão e expectativa, indo com seu pai todos os dias ao correio para verificar se a resposta já havia chegado.  

Postulantado

 1888 (entrada no Carmelo)

Postulantado

Teresa entra no Carmelo de Lisieux e inicia seu postulantado no dia 9 de abril, festa da Anunciação. Suas primeiras funções foram trabalhar na rouparia e varrer um corredor do Carmelo.

Teresa foi iniciada nos costumes do Carmelo por sua irmã e madrinha, Ir. Maria do Sagrado Coração (Maria), a quem carinhosamente chamava de "anjo", pois foi quem ficou responsável de introduzi-la nos costumes do Carmelo.

Em 28 de maio, durante um retiro pregado pelo Pe. Pichon, Teresa fez sua confissão geral com ele, que declarou que ela jamais havia cometido um pecado mortal. Tal declaração foi causa de uma grande libertação espiritual para Teresa, apagando os últimos vestígios da doença de escrúpulos que tanto a torturaram. A partir daí ela o tomou como seu diretor espiritual.  

Segundo o relato de Teresa as palavras do Pe. Pichon foram as seguintes:

Na presença de Deus, da Santíssima Virgem e de todos os santos, declaro nunca terdes cometido um único pecado mortal... Deis graças a Deus pelo o que Ele faz por vós, pois se Ele vos abandonasse, em vez de serdes um anjinho, seríeis um diabinho.

e as de Teresa...:

Ah! Não tinha dificuldade em acreditar, sentia quanto era fraca e imperfeita, mas a gratidão enchia minha alma. Tinha tanto receio de ter maculado meu vestido batismal, que tal certidão, oriunda da boca de um diretor... parecia-me ter saído da boca do próprio Jesus.

No dia 15 de junho, Celina comunica a seu pai sua vocação carmelitana. Dias depois, abalado pela confidência da filha, o Sr. Martin, desaparece sem avisar ou dar satisfações. A notícia do desaparecimento do Sr. Martin abala o Carmelo e, principalmente, Teresinha.

Quatro dias após o desaparecimento do Sr. Martin, o Sr Guérin (tio de Teresa) e Celina encontram-no na cidade de Le Havre.

Em outubro Teresa é admitida à tomada de hábito (isso indica a entrada no noviciado) pelo Capítulo conventual. A tomada de hábito aconteceria em novembro, porém foi adiada por causa da recaída da saúde do Sr. Martin.

No final de outubro e início de novembro, depois de um enérgico tratamento médico, o Sr. Martin recuperou a saúde e a tomada de hábito de Teresa foi marcada para o início de janeiro.

 

Início da doença e Redação da Autobiografifa

 1894

No dia 2 de janeiro, Teresa completa 21 anos e atinge a maior idade, começando a jejuar.

Ainda em janeiro ela escreve "A Missão de Joana D’Arc", sua primeira recreação piedosa, que é encenada no dia 21 festa de sua irmã e priora, Madre Inês. O papel de Joana D’Arc é interpretado pela própria Teresa.

Em fevereiro ela faz uma oração à Santíssima Trindade (OR. 4).

Na primavera deste ano Teresa começa a sofrer da garganta. É o início da doença que lhe levará a morte três anos depois.

No final de maio, o Sr, Martin sofre uma paralisia e recebe a unção dos enfermos. Alguns dias depois ele tem uma grave crise cardíaca que agrava seu estado de saúde.

Em junho, a Ir. Maria da Trindade é confiada à Teresa.

Dia 1 de julho, o Dr. La Néele consulta Teresa por causa da rouquidão e dos males do peito que a atingem.

Em 27 de julho o Sr. Martin falece, deixando saudades.

No mês de agosto Celina, irmã de Teresinha, pede ao Superior, Con. Delatroette, sua entrada no Carmelo. Ainda em agosto, Teresa muda de cela.

Celina entra no Carmelo em 14 de setembro sob o nome de Ir. Maria da Santa Face (receberá depois o nome de Ir Genoveva de Santa Teresa) e é confiada à Teresa.

No outono, inventariando as cadernetas de Celina, Teresa encontra textos decisivos para a "Pequena Via".

Numa noite fria de dezembro, quando estavam reunidas as irmãs Martin se aquecendo, após ouvir Teresa contar alguns fatos de sua infância, Ir. Maria do Sagrado Coração convenceu Madre Inês a pedir que Teresa escrevesse as lembranças de sua infância. Assim fez Madre Inês, que, completando, disse que gostaria de receber estes escritos por ocasião de seu aniversário. Nascia aqui a "História de uma Alma".

1895 - Ano da redação do Manuscrito A

No final de Janeiro Celina recebe novo nome, passando-se a se chamar Ir. Genoveva de Santa Teresa, cuja tomada de hábito aconteceu no dia 5 de fevereiro.

Espontaneamente, na terça-feira santa, Teresa escreve a poesia "Viver de Amor" (PN. 17).

Em abril ela confia à Ir. Teresa de Santo Agostinho: "Morrerei em Breve".

No dia 9 de junho, durante a missa, Teresa recebe a inspiração de oferecer-se espontaneamente ao Amor misericordioso e dois dias depois (11/6) pronuncia junto com Ir. Genoveva, o "Ato de Oferecimento ao Amor Misericordioso" (OR. 6) diante da imagem da Virgem do Sorriso.

Em outubro, no dia 8, morre o Superior do Carmelo, Con. Delatroette e, no dia 17, Madre Inês confia à Teresa seu primeiro irmão espiritual, o seminarista Maurício Belliere.  

 1896

Em janeiro Pe. Maupas é designado o novo Superior do Carmelo.

Na véspera do aniversário de Madre Inês (21 de janeiro), Teresa entrega-a o Manuscrito A (primeira parte de sua auto-biografia), conforme a lhe fora ordenado.

Dia 24 de fevereiro acontece a profissão de Ir. Genoveva, que toma o véu dia 17 de março.

Depois de uma difícil eleição, Madre Maria de Gonzaga assume o priorado do Carmelo de Lisieux, em 21 de março. Teresa é confirmada como mestra auxiliar do noviciado e assume outros ofícios: sacristia, pintura e rouparia.

Na madrugada de 2 para 3 de abril (noite de quinta para sexta-feira santa), na sua cela, Teresa tem a primeira hemoptise e, na noite da mesma sexta-feira santa, a segunda.

Aproximadamente pela Páscoa deste ano, Teresa entra nas mais espessas trevas, provação de fé que durará até sua morte.

No final de maio Madre Maria de Gonzaga confia um segundo irmão espiritual à Teresa: o Pe. Roulland.  

Teresa escreve o Manuscrito B (segunda parte de sua auto-biografia) em setembro, durante um retiro pessoal, como resposta a um pedido da Ir. Maria do Sagrado Coração.

Dia 15 de outubro, após um retiro no Carmelo, Teresa escreve o Credo com seu sangue.

Em novembro diante de uma possível partida de Teresa para a Indochina, é realizada uma novena em honra do mártir Teófanes Vénard, para a cura de Teresa, porém ela recai definitivamente.

O último ano

 1897

Dia 9 de janeiro Teresa faz a primeira alusão a sua morte próxima escrevendo uma carta (CT. 216) para Madre Inês.

No começo de abril Teresa cai gravemente doente. Inicia-se aqui os últimos colóquios ou últimas conversações, que são uma série de anotações feitas especialmente por Madre Inês neste últimos meses de vida de Teresinha.

Dia 3 de junho, por sugestão de Madre Inês, Madre Maria de Gonzaga pede a Teresa que prossiga escrevendo sua auto-biografia. Teresa começa a escrever o Manuscrito C (terceira parte de sua auto-biografia).

Ainda em junho, é realizada de 5 a 13, uma novena à Nossa Senhora das Vitórias para a cura de Teresinha, que apresenta melhoras.

Em 30 de junho ela tem a última conversa com seu tio Guérin.

No início de julho as hemoptises voltam gravemente e são quase que diárias até 5 de agosto. Dia 8 de julho Teresa é levada a enfermaria e o Manuscrito C fica inacabado.

Teresa recebe de Roma a bênção "in articulo mortis", em 14 de julho.

Dia 20 de julho é comprovado que o pulmão direito de Teresa está estragado com várias cavidades.

No final de julho, dia 30, ela tem hemoptises contínuas e pensam que ela não passará a noite. Então às 18h ela recebe a unção dos enfermos e a comunhão em viático administrada pelo Pe. Maupas, Superior do Carmelo.

Nos primeiros dias de agosto Teresa passa por grandes sofrimentos físicos e morais, pesadelos e suores noturnos.

Dia 5 de agosto cessam as hemoptises e a Santa Face do coro é instalada na enfermaria.

Na metade de agosto a doença agrava-se, sendo constatado que o pulmão direito está perdido e o que esquerdo já está afetado em um terço.

Dia 19 de agosto Teresa comunga pela última vez e quase passa mal durante a celebração.

Como se já não bastassem os sofrimentos de Teresa, os intestinos também começam a ser afetados e pensam em gangrena.

Sofrendo profundamente, Teresa compreende a tentação do suicídio e exclama que a noite do dia 23 de agosto foi "a pior noite até aqui".

No final de agosto o leito de Teresa é colocado no centro da enfermaria e no dia 30 foi tirada a última fotografia de Teresa, deitada, no claustro. Teresa não tem mais forças para fazer o sinal da cruz.

Dia 5 de setembro ela recebe a última visita do Dr. La Néele.

Os últimos dias de Teresa são extremamente sofridos e em meio a grande agonia ela ainda encontra forças para fazer sua última confissão com o Pe. Faucon, na véspera de sua morte.

Enfim, no dia 30 de setembro de 1897, às 19:20h, Teresa morre, regressando a Pátria Celeste, diante da comunidade do Carmelo de Lisieux reunida. Seu sepultamento aconteceu no dia 4 de outubro, no cemitério de Lisieux.

 

fonte:  Água da Vida

 

 

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