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Artigos

Escolha uma cor para o fundo:  

Flagela��o de Jesus Cristo
segundo Dr. Barbet, m�dico franc�s

O texto � grande, conta o sofrimento de Jesus na cruz do calv�rio.
Se optar em n�o ler, perder� uma das maiores chances de sua vida.
Se optar em ler, ser� s�bio(a), e saber� qu�o grande � a gl�ria de Deus em sua vida, em dar o seu filho unig�nito por mim e por voc�.
Ler ou n�o ler? Ler ou n�o ler?
Imprima e leve para casa, pois voc� necessitar� de meditar um pouco sobre a sua vida, pois talvez necessitar� dar um passo nunca antes dado.
Mas n�o deixe de ler.
Inimagin�vel!
" Sou um cirurgi�o, e dou aulas h� algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cad�veres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo.
Posso portanto escrever sem presun��o a respeito de morte como aquela. Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.
O �nico evangelista que relata o fato � um m�dico, Lucas. E o faz com a decis�o de um cl�nico. O suar sangue, ou "hematidrose", � um fen�meno rar�ssimo. � produzido em condi��es excepcionais. Para provoc�-lo � necess�rio uma fraqueza f�sica, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emo��o, por um grande medo.
O terror, o susto, a ang�stia terr�vel de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tens�o extrema produz o rompimento das fin�ssimas veias capilares que est�o sob as gl�ndulas sudor�paras, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e ent�o escorre por todo o corpo at� a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sin�drio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes.
Pilatos cede, e ent�o ordena a flagela��o de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do p�tio. A flagela��o se efetua com tiras de couro m�ltiplas sobre as quais s�o fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, j� alterada por milh�es de microsc�picas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de do r. As for�as se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabe�a gira em uma vertigem de n�usea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se n�o estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma po�a de sangue.
Depois o esc�rnio da coroa��o. Com longos espinhos, mais duros que os de ac�cia, os algozes entrela�am uma esp�cie de capacete e o aplicam sobre a cabe�a. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgi�es sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado � multid�o feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande bra�o horizontal da Cruz; pesa uns cinq�enta quilos. A estaca vertical j� est� plantada sobre o Calv�rio.
Jesus caminha com os p�s descal�os pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos.
Os soldados o puxam com as corda! s. O percurso � de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um p� ap�s o outro, freq�entemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus est�o cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calv�rio tem in�cio a crucifica��o. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua t�nica est� colada nas chagas e tir�-la produz dor atroz. Quem j� tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere � carne viva: ao levarem a t�nica, se laceram as termina��es nervosas postas em descoberto pelas chagas.
Os carrascos d�o um pux�o violento. H� um risco de toda aquela dor provocar uma s�ncope, mas ainda n�o � o fim. O sangue come�a a escorrer. Jesus �
deitado de costas, as suas chagas se incrustam de p� e pedregulhos. Depositam-no sobre o bra�o horizontal da cruz. Os algozes ! tomam as
medidas. Com uma broca, � feito um furo na madeira para facilitar a penetra��o dos pregos.
Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado),apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira.
Jesus deve ter contra�do o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agud�ssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o c�rebro.
A dor mais insuport�vel que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela les�o dos grandes troncos nervosos: provoca uma s�ncope e faz perder a consci�ncia. Em Jesus n�o. O nervo � destru�do s� em parte: a les�o do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticar� fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada ! ;solavanco, a cada movimento, vibrar� despertando dores dilacerantes.
Um supl�cio que durar� tr�s horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em p�; consequentemente fazendo-o tombar para tr�s, o encostam na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o bra�o horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da v�tima esfregam dolorosamente sobre a madeira �spera.
As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o cr�nio. A cabe�a de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o di�metro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o m�rtir levanta a cabe�a, recome�am pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os p�s.
Ao meio-dia Jesus tem sede.
N�o bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo � uma m�scara de sangue. A boca est� semi-aberta e o l�bio inferior come�a a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele n�o pode engoli r. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida �cida, em uso entre os militares.
Tudo aquilo � uma tortura atroz. Um estranho fen�meno se produz no corpo de Jesus. Os m�sculos dos bra�os se enrijecem em uma contra��o que vai se acentuando: os delt�ides, os b�ceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. � como acontece a algu�m ferido de t�tano. A isto que os m�dicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os m�sculos do abd�men se enrijecem em ondas im�veis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pesco�o, e os respirat�rios. A respira��o se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas n�o consegue mais sair. Jesus respira com o �pice dos pulm�es. Tem sede de ar: como um asm�tico em plena crise, seu rosto p�lido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purp�reo e enfim em cian�tico. Jesus � envolvido pela asfixia.
Os pulm�es cheios de ar n�o podem mais esvaziar-se. A fronte est� impregnada de suor, os olhos saem fora de �rbita. Mas o que acontece?
Lentamente com um esfor�o sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos p�s.
Esfor�a-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tra��o dos bra�os.
Os m�sculos do t�rax se distendem.
A respira��o torna-se mais ampla e profunda, os pulm�es se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esfor�o ? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque n�o sabem o que fazem". Logo em seguida o corpo come�a afrouxar-se de novo, e a asfixia recome�a.
Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, dever� elevar-se tendo como apoio o prego dos p�s.
Inimagin�vel!
Atra�das pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem a o redor do seu corpo, mas ele n�o pode enxot�-las. Pouco depois o c�u escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui.
Logo ser�o tr�s da tarde, depois de uma tortura que dura tr�s horas. Todas as suas dores, a sede, as c�ibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes ? "Jesus grita: "Tudo est� consumado!". Em seguida num grande brado diz:
"Pai, nas tuas m�os entrego o meu esp�rito". E morre. Em meu lugar e no seu.
"Dr. Barbet, m�dico franc�s"

N�o foram os pregos que prenderam Jesus na Cruz, mas o amor.
MATEUS 11, 28 - 30 "Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre v�s o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de cora��o; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo � suave, e o meu fardo � leve! ".
JO�O 14.6 " Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ningu�m vem ao Pai (DEUS), sen�o por mim (Jesus).
Desperte para a vida, lance fora as imagens e a idolatria aos santos, pois n�o conseguimos se achegar at� Deus atrav�s deles, necessitamos de nos achegar a Jesus, pois Ele � o �nico caminho, como diz em Jo�o 14.
Lance fora o ocultismo, as adivinha��es, leitura de m�os, videntes, que podemos generalizar como feiti�aria, pois conforme diz em G�latas 5. "
19- Ora, as obras da carne s�o manifestas, as quais s�o: a prostitui��o, a impureza, a lasc�via,
20- a idolatria, a feiti�aria, as inimizades, as contendas, os ci�mes, as iras, as fac��es, as dissens�es, os partidos, 21-as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como j� antes vos preveni, que os que tais coisas praticam n�o herdar�o o reino de Deus.
De uma chance a si mesmo, pois Deus nos fez por amor, mas tamb�m nos deu o livre arb�trio para escolher o caminho em que devemos andar.
N�o seja como muitos;
1 JO�O 2. 22 "Quem � o mentiroso, sen�o aquele que nega que Jesus � o Cristo? Esse mesmo � o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho. 23
Qualquer que nega o Filho, tamb�m n�o tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem tamb�m o Pai."
� necess�rio que o nome de Jesus seja exaltado.
JO�O 3.14 E como Mois�s levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; 15 para que todo aquele que nele cr� tenha a vida eterna. 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unig�nito, para que todo aquele que nele cr� n�o pere�a, mas tenha a vida eterna. 17 Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, n�o para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. 18 Quem cr� nele n�o � julgado; mas quem n�o cr�, j� est� julgado; porquanto n�o cr� no nome do unig�nito Filho de Deus. 19 E o julgamento � este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram m�s. 20 Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e n�o vem para a luz, para que as suas obras n�o sejam reprovadas. 21 Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que seja manifesto que as suas obras s�o feitas em Deus.
Leia mais a b�blia, al�m de ser uma �tima pr�tica de leitura, edificar� o seu lado espiritual e poder� lhe trazer a salva��o.
N�o creia que s� por que acreditas em Deus e em Jesus voc� pode ser salvo. Pois Satan�s tamb�m cr� em Deus e em Jesus, e nem por isto est� salvo.
N�o creia que por ser Crente ou Cat�lico voc� pode encontrar a salva��o, pois quando nos aprofundamos nas escrituras vemos que n�o � t�o simples assim.
Se queres amar a Deus apenas quando lhe conv�m, tenho uma triste not�cia para lhe dar, Deus n�o se agrada dos mornos. Leia com aten��o os vers�culos do livro de Apocalipse que se segue:
APOCALIPSE [3]
15 Conhe�o as tuas obras, que nem �s frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
16 Assim, porque �s morno, e n�o �s quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca.

17 Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e n�o sabes que �s um coitado, e miser�vel, e pobre, e cego, e nu;
18 aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enrique�as; e vestes brancas, para que te vistas, e n�o seja manifesta a vergonha da tua nudez; e col�rio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.
19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: s� pois zeloso, e arrepende-te.
20 Eis que estou � porta e bato; se algu�m ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
21 Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono.
22 Quem tem ouvidos, ou�a o que o Esp�rito diz �s igrejas.
O que nos faz estar longe de Deus?? Como conseguirei me achegar mais a Deus??
ROMANOS [8]
5 Pois os que s�o segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que s�o segundo o Esp�rito para as coisas do Esp�rito.
6 Porque a inclina��o da carne � morte; mas a inclina��o do Esp�rito � vida e paz.

7 Porquanto a inclina��o da carne � inimizade contra Deus, pois n�o � sujeita � lei de Deus, nem em verdade o pode ser;
8 e os que est�o na carne n�o podem agradar a Deus.
9 V�s, por�m, n�o estais na carne, mas no Esp�rito, se � que o Esp�rito de Deus habita em v�s. Mas, se algu�m n�o tem o Esp�rito de Cristo, esse tal n�o � dele.
10 Ora, se Cristo est� em v�s, o corpo, na verdade, est� morto por causa do pecado, mas o esp�rito vive por causa da justi�a.
11 E, se o Esp�rito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em v�s, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus h� de vivificar tamb�m os vossos corpos mortais, pelo seu Esp�rito que em v�s habita.
12 Portanto, irm�os, somos devedores, n�o � carne para vivermos segundo a carne;
13 porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Esp�rito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
14 Pois todos os que s�o guiados pelo Esp�rito de Deus, esses s�o filhos de Deus.
G�LATAS [5]
19 Ora, as obras da carne s�o manifestas, as quais s�o: a prostitui��o, a impureza, a lasc�via,
20 a idolatria, a feiti�aria, as inimizades, as contendas, os ci�mes, as iras, as fac��es, as dissens�es, os partidos,
21 as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como j� antes vos preveni, que os que tais coisas praticam n�o herdar�o o reino de Deus.
22 Mas o fruto do Esp�rito �: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade.
23 a mansid�o, o dom�nio pr�prio; contra estas coisas n�o h� lei.
24 E os que s�o de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paix�es e concupisc�ncias.
25 Se vivemos pelo Esp�rito, andemos tamb�m pelo Esp�rito.
26 N�o nos tornemos vangloriosos, provocando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.
Se voc� acredita em Jesus, acredita em Deus, acredita na palavra de Deus que � a B�blia, ent�o voc� est� bem pr�ximo de conseguir a vit�ria.
Preste aten��o no que voc� esta lendo, pois n�o poder� alegar um dia que era ignorante da palavra de Deus, porque a justi�a de Deus � �nica.
MATEUS 7
21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrar� no reino dos c�us, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que est� nos c�us.
22 Muitos me dir�o naquele dia: Senhor, Senhor, n�o profetizamos n�s em teu nome? e em teu nome n�o expulsamos dem�nios? e em teu nome n�o fizemos muitos milagres?
23 Ent�o lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, v�s que praticais a iniquidade.

24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as p�e em pr�tica, ser� comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com �mpeto contra aquela casa; contudo n�o caiu, porque estava fundada sobre a rocha.
26 Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e n�o as p�e em pr�tica, ser� comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.
27 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com �mpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua queda.
28 Ao concluir Jesus este discurso, as multid�es se maravilhavam da sua doutrina;
29 porque as ensinava como tendo autoridade, e n�o como os escribas.
Ler e guardar a palavra de Deus � uma das coisa mais importantes que um crist�o deve praticar.
LUCAS [12]
1 Ajuntando-se entretanto muitos milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, come�ou Jesus a dizer primeiro aos seus disc�pulos: Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que � a hipocrisia.
2 Mas nada h� encoberto, que n�o haja de ser descoberto; nem oculto, que n�o haja de ser conhecido.
3 Porquanto tudo o que em trevas dissestes, � luz ser� ouvido; e o que falaste ao ouvido no gabinete, dos eirados ser� apregoado.
4 Digo-vos, amigos meus: N�o temais os que matam o corpo, e depois disso nada mais podem fazer.
5 Mas eu vos mostrarei a quem � que deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lan�ar no inferno; sim, digo, a esse temei.
6 N�o se vendem cinco passarinhos por dois asses? E nenhum deles est� esquecido diante de Deus.
7 Mas at� os cabelos da vossa cabe�a est�o todos contados. N�o temais, pois mais valeis v�s do que muitos passarinhos.
8 E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens, tamb�m o Filho do homem o confessar� diante dos anjos de Deus;
9 mas quem me negar diante dos homens, ser� negado diante dos anjos de Deus.
10 E a todo aquele que proferir uma palavra contra o Filho do homem, isso lhe ser� perdoado; mas ao que blasfemar contra o Esp�rito Santo, n�o lhe ser� perdoado.
11 Quando, pois, vos levarem �s sinagogas, aos magistrados e �s autoridades, n�o estejais sol�citos de como ou do que haveis de responder, nem do que haveis de dizer.
12 Porque o Esp�rito Santo vos ensinar� na mesma hora o que deveis dizer.

13 Disse-lhe algu�m dentre a multid�o: Mestre, dize a meu irm�o que reparte comigo a heran�a.
14 Mas ele lhe respondeu: Homem, quem me constituiu a mim juiz ou repartidor entre v�s?
15 E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda esp�cie de cobi�a; porque a vida do homem n�o consiste na abund�ncia das coisas que possui.
16 Prop�s-lhes ent�o uma par�bola, dizendo: O campo de um homem rico produzira com abund�ncia;
17 e ele arrazoava consigo, dizendo: Que farei? Pois n�o tenho onde recolher os meus frutos.
18 Disse ent�o: Farei isto: derribarei os meus celeiros e edificarei outros maiores, e ali recolherei todos os meus cereais e os meus bens;
19 e direi � minha alma: Alma, tens em dep�sito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te.
20 Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedir�o a tua alma; e o que tens preparado, para quem ser�?
21 Assim � aquele que para si ajunta tesouros, e n�o � rico para com Deus.
22 E disse aos seus disc�pulos: Por isso vos digo: N�o estejais ansiosos quanto � vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao corpo, pelo que haveis de vestir.
31 Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos ser�o acrescentadas.
32 N�o temas, � pequeno rebanho! porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino.
54 Dizia tamb�m �s multid�es: Quando vedes subir uma nuvem do ocidente, logo dizeis: L� vem chuva; e assim sucede;
55 e quando vedes soprar o vento sul dizeis; Haver� calor; e assim sucede.
56 Hip�critas, sabeis discernir a face da terra e do c�u; como n�o sabeis ent�o discernir este tempo?
Tenha certeza de sua salva��o, pois n�o nos adianta apenas jejuar na P�scoa, ou chorar no Natal. Saibais dissernir as coisa do mundo das coisas de Deus.
O mundo nos corrompe com muitos costumes que nos levam a separa��o para com Deus.
Mas tenha a certeza de que seu nome estar� escrito no livro da vida.
APOCALIPSE 20
15 E todo aquele que n�o foi achado inscrito no livro da vida, foi lan�ado no lago de fogo.
APOCALIPSE 21
27 E n�o entrar� nela coisa alguma impura, nem o que pratica abomina��o ou mentira; mas somente os que est�o inscritos no livro da vida do Cordeiro.
�I PEDRO [5]
1 Aos anci�os, pois, que h� entre v�s, rogo eu, que sou anci�o com eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e participante da gl�ria que se h� de revelar:
2 Apascentai o rebanho de Deus, que est� entre v�s, n�o por for�a, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe gan�ncia, mas de boa vontade;
3 nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho.
4 E, quando se manifestar o sumo Pastor, recebereis a imarcesc�vel coroa da gl�ria.
5 Semelhantemente v�s, os mais mo�os, sede sujeitos aos mais velhos. E cingi-vos todos de humildade uns para com os outros, porque Deus resiste aos soberbos, mas d� gra�a aos humildes.
6 Humilhai-vos, pois, debaixo da potente m�o de Deus, para que a seu tempo vos exalte;
7 lan�ando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de v�s.
8 Sede s�brios, vigiai. O vosso advers�rio, o Diabo, anda em derredor, rugindo como le�o, e procurando a quem possa tragar;
9 ao qual resisti firmes na f�, sabendo que os mesmos sofrimentos est�o-se cumprindo entre os vossos irm�os no mundo.
10 E o Deus de toda a gra�a, que em Cristo vos chamou � sua eterna gl�ria, depois de haverdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos h� de aperfei�oar, confirmar e fortalecer.
11 A ele seja o dom�nio para todo o sempre. Am�m.
Que nesta P�scoa voc� possa refletir sobre o objetivo de Deus para voc� aqui.
Lembre-se, n�o podemos servir a dois senhores,
LUCAS 16. 13
Nenhum servo pode servir dois senhores; porque ou h� de odiar a um e amar ao outro, ou h� de dedicar-se a um e desprezar o outro. N�o podeis servir a Deus e �s riquezas.
1 JO�O 2
12 Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados s�o perdoados por amor do seu nome.
13 Pais, eu vos escrevo, porque conheceis aquele que � desde o princ�pio. Jovens, eu vos escrevo, porque vencestes o Maligno.
14 Eu vos escrevi, meninos, porque conheceis o Pai. Eu vos escrevi, pais, porque conheceis aquele que � desde o princ�pio. Eu escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em v�s, e j� vencestes o Maligno.
15 N�o ameis o mundo, nem o que h� no mundo. Se algu�m ama o mundo, o amor do Pai n�o est� nele.
16 Porque tudo o que h� no mundo, a concupisc�ncia da carne, a concupisc�ncia dos olhos e a soberba da vida, n�o vem do Pai, mas sim do mundo.
17 Ora, o mundo passa, e a sua concupisc�ncia; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre.
18 Filhinhos, esta � a �ltima hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, j� muitos anticristos se t�m levantado; por onde conhecemos que � a �ltima hora.
Gostaria de poder lhe prender mais citando tantas palavras maravilhosas que est�o na b�blia, mas creio que o mais caber� a voc� daqui para a frente.
N�MEROS 6
24 O Senhor te aben�oe e te guarde;
25 O Senhor fa�a resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha miseric�rdia de ti;
26 O Senhor levante sobre ti o seu rosto, e te d� a paz.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo de Deus
Autor conhecido apenas por Deus.
Que o nome do Senhor Jesus seja exaltado.

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