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1977 ( 15 E.A.)
Desenho da Capa : Sabedoria Maia - Luciano Moraes ( 2000 - 38 E.A.)
OS MISTÉRIOS DOS ANTIGOS MAIAS
Develação dos Segredos das Ruínas de COPAN – HONDURAS
APRESENTAÇÃO
Mais precisamente na noite de 11 para 12 de outubro de 1492, depois de 70 dias de navegação sobre o oceano que se denomina ATLÂNTICO, em homenagem a um belíssimo e antigo continente que fora tragado pelas águas, Cristóvão Colombo, o Descobridor, com seus homens, à beira do desânimo e desespero, avistaram finalmente terras.
Ao alvorecer nesse festejado dia 12 de outubro as três caravelas lançaram âncoras no mar com suas grossas e pesadas correntes numa baía silenciosa de beleza indescritível; e de imediato em nome da coroa de Castela da Espanha um “Escrivão” lavrava a escritura de posse daquela bela região, imaginando que lá não haveria ninguém, que lá não habitasse ninguém, que lá não fosse berço principalmente de uma das mais espetaculares civilizações na face da Terra, os Maias.
Junto com o ranger das correntes das caravelas que faziam descer as âncoras profetizava-se o grande sangue que iria correr por aquelas plagas que os povos da cultura ocidental com certeza se admirariam.
Entretanto, o interesse era somente o ouro e escravidão. Os homens de Colombo pisoteando num conhecimento maravilhoso de milênios buscavam as riquezas para seus reis e rainhas. Primeiramente 509 bravos guerreiros maias foram capturados e levados para Sevilha e sendo vendidos a bom preço de ouro. O negócio tinha sido tão vantajoso que esse senhor chamado Colombo retornou outras vezes para buscar escravos justificando seus atos como que esses seres maravilhosos fossem descendentes de Caim e Sé e por isso não mereciam o respeito dos “cristãos” que estavam chegando. Foi necessário, anos mais tarde, uma bula do Papa Paulo III para reconhecê-los como gentes, impedindo de dizimá-los de vez.
Na verdade a antiga civilização Maia começava a sua decadência séculos antes da chegada dos conquistadores, entretanto, estes vieram acelerá-la. Porém, o que mais dói nos amantes da Verdadeira Cultura Universal, (aquela que está presente em todas as civilizações da face da Terra) é o fato das conquistas serem regadas pela desinformação, pelo sentido de posse, pela ganância, pela cobiça, pelo sentido guerreiro inerente ao homem; e com isso monumentos, bibliotecas, costumes, cultura, ciência, astrologia, medicina, informações, tradições, respeito às famílias, matemática, geografia, fossem olvidadas e marginalizando a verdadeira História daqueles povos que com seus conhecimentos aliados aos nossos de muito nos seriam úteis para minimizar os males que a falsa cultura apregoa pelos quatro cantos de nosso planeta.
Mas, mesmo assim, os sábios maias souberam perpetuar no tempo e no espaços toda a sua grandiosa sabedoria e cultura universal. Percebendo o descenso que invadiria o seu povo num futuro próximo e sentindo que a diversificação da linguagem de suas diferentes cidades (somente naquela época do “descobrimento da América” foram catalogadas pelos monges franciscanos 127 línguas que pouca similaridade tinham uma com a outra em som e escrita) poderiam prejudicar em muito o conhecimento que queriam legar à posteridade, construíram as famosas pirâmides e cidades, autênticas obras de inegável arquitetura de conhecimentos matemáticos e astrológicos, bem como, as famosas estrelas pelas quais perpetuavam toda sua sabedoria científica e espiritual, monumentos de profundos conhecimentos alquímicos e autenticamente cristãos.
Por esses monumentos, simbolicamente, falaram para os sábios da posteridade de todo o seu grande Conhecimento, de sua Gnosis que viveram intensamente.
Assim, a despeito daquilo que pensam os pensadores ocidentais os Antigos Maias falaram no mesmo tom do conhecimento dos cientistas de nosso tempo. Assim, a despeito do desprezo e do orgulho dos religiosos de nossa civilização os Antigos Maias cultuavam e respeitavam muito mais ao Grande CRISTO Universal do que nós que nos consideramos cristãos.
Assim, a despeito dos políticos apregoarem formas de governos em toda a face da Terra, os Maias tinham em suas bases uma política social, humana e justa para todos os seus patrícios.
Tudo isso fora desprezado em troca de ouro e da escravidão, mas as ESTRELAS falam por aquela gente até os nossos dias e que um sábio dos tempos modernos, SAMAEL AUN WEOR, entrega develado OS MISTÉRIOS DOS ANTIGOS MAIAS.
Romulo Caixeta Leite.
Pedro Carvalho Barboza.