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064-A maldade punida
por si mesma
1 Ó Deus, tu és
o meu Deus; ansiosamente te busco. A minha alma tem sede de ti; a
minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há
água.
2 Assim no santuário te contemplo, para ver o teu poder e a
tua glória.
3 Porquanto a tua benignidade é melhor do que a vida, os
meus lábios te louvarão.
4 Assim eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei
as minhas mãos.
5 A minha alma se farta, como de tutano e de gordura; e a
minha boca te louva com alegres lábios.
6 quando me lembro de ti no meu leito, e medito em ti nas vigílias
da noite,
7 pois tu tens sido o meu auxílio; de júbilo canto à
sombra das tuas asas.
8 A minha alma se apega a ti; a tua destra me sustenta.
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9 Mas aqueles que
procuram a minha vida para a destruírem, irão para as profundezas
da terra.
10 Serão entregues ao poder da espada, servidão de pasto
aos chacais.
11 Mas o rei se regozijará em Deus; todo o que por ele jura
se gloriará, porque será tapada a boca aos que falam a mentira.
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