ATUALIDADE


Na noite do dia 11 para 12 de abril de 1997, um grande inc�ndio destruiu a Capela do Sud�rio, e tamb�m o coro da Catedral de Turim, onde estava a Rel�quia. Ela foi salva heroicamente pelos bombeiros, que foram obrigados a quebrar o vidro � prova de bala para salvar o precioso Len�ol Mortu�rio. Dois dias ap�s, uma comiss�o de peritos, composta pelo Cardeal Giovanni Saldarini e t�cnicos especialistas, examinaram o estado da Mortalha e constataram que n�o houve nenhuma danifica��o, e ent�o, o Cardeal confirmou as exposi��es programadas para 1998 e para o ano 2000. O bombeiro italiano Mario Trematore foi o grande her�i do acontecimento, porque foram dele as �ltimas marteladas que quebrou o vidro � prova de bala e salvou o Santo Sud�rio de ser destru�do pelo fogo. O Len�ol de linho que cobriu JESUS morto estava guardado numa caixa de prata dentro de uma redoma na capela Guarini, parte do complexo da Catedral e do Pal�cio Real de Turim. Ao sair do meio das chamas com a urna de prata nos bra�os, o bombeiro foi aplaudido e aclamado pelos fi�is. Ele disse depois: "DEUS me deu for�as para quebrar o vidro e tirar o Sud�rio daquele inferno". Para o Cardeal de Turim, Dom Giovanni Saldarini, respons�vel pela guarda do manto que pertence ao Vaticano, "aconteceu um verdadeiro milagre" (referindo-se a salva��o do Sud�rio, pelo bombeiro). Ao saber da proeza, o papa Jo�o Paulo II que visitava a B�snia, anunciou que ia fazer uma homenagem especial ao bombeiro e dar-lhe pessoalmente a sua b�n��o.

No dia 24 de Abril de 1997, o Santo Sud�rio foi guardado em lugar secreto at� conclu�rem as investiga��es sobre o inc�ndio que devastou a Capela Guarini. O Cardeal respons�vel pela sagrada Rel�quia, de acordo com a pol�cia, n�o revelou a ningu�m onde a Rel�quia foi guardada, por temor que o inc�ndio tenha sido criminoso. Dom Saldarini informou que a Igreja promover� novos exames cient�ficos, para provar a autenticidade da Rel�quia e refutar a conclus�o resultante do teste com o Carbono 14, que datou o Len�ol como tendo sido fabricado entre os s�culos XII e XIII. Tamb�m descartou a possibilidade, do Santo Sud�rio ser transladado definitivamente para Roma.

De 18 de abril a 14 de junho de 1998 o Sud�rio foi exposto em Turim, na celebra��o do q�inquag�simo anivers�rio da Consagra��o da Catedral de S�o Jo�o Batista e da comemora��o do primeiro centen�rio da exposi��o p�blica do Len�ol Mortu�rio, realizada pela primeira vez em 1898, quando foi feita a primeira fotografia que contribuiu de forma determinante para o encaminhamento das pesquisas cient�ficas sobre a Rel�quia.

Em 2000, aconteceu uma Exposi��o Especial entre os dias 29 de abril e 11 de junho, em honra e homenagem ao Jubileu dos 2000 anos do nascimento de JESUS. Sobre o sentido da exposi��o o Cardeal Saldarini, curador do Sud�rio, disse:

�Realizam-se as exposi��es de acordo com o interesse religioso e hist�rico de um  povo�. Este Len�ol bendito guarda uma imagem que lembra com uma beleza excepcional o mist�rio inef�vel da Reden��o da humanidade, em particular a Paix�o e Morte de JESUS. A exposi��o p�blica tem a finalidade de oferecer ao homem de hoje um amplificador do an�ncio da Salva��o, que vem somente do SENHOR JESUS e de seu Divino Amor. H� s�culos essa mensagem tem produzido frutos de convers�o e de santidade. Nesta e nas pr�ximas exposi��es, devemos pedir ao SENHOR que nos conceda os mesmos frutos, com maior fervor e abund�ncia. Tamb�m a mensagem do Sud�rio pode colaborar e participar da nova evangeliza��o, para a qual o Papa est� empenhado e solicita a aten��o dos crist�os. Particularmente estou convencido de que essa mensagem do Sud�rio tem uma modernidade especial, por causa de sua pr�pria natureza de permitir uma fervorosa e piedosa contempla��o. Em nenhuma �poca anterior, uma not�cia transmitida por imagens influiu tanto na informa��o e no comportamento da humanidade. As experi�ncias pastorais acumuladas especialmente nos �ltimos anos confirmam o quanto �s pessoas s�o sens�veis ao an�ncio desse testemunho mudo.�

Pelo fato de ser uma rel�quia preciosa e de valor inestim�vel para a cristandade, n�o � exposta com freq��ncia. Ela � conservada em plena seguran�a e s� em ocasi�es  especiais, � mostrada � visita��o p�blica.

Por outro lado, sendo o Sud�rio um patrim�nio crist�o muito especial para todos que acreditam na sua autenticidade, despertou em todos os tempos uma profunda e carinhosa devo��o a Face de CRISTO, o que motivou a organiza��o de Congressos e Simp�sios ao longo dos anos, para um melhor conhecimento e aprofundamento dos estudos das impress�es decalcadas no tecido de linho, sobretudo para uma observa��o mais minuciosa dos impressionantes flagelos e dos maus tratos suportados pelo SENHOR. Desse modo, a devo��o a Divina Face de JESUS, � uma digna resposta de amor, que a humanidade oferece ao CRIADOR, primordialmente lembrando a cita��o do Novo Testamento, "� na Face do SENHOR que resplandece com todo esplendor a gl�ria do SANTO PAI ETERNO".

CONTROV�RSIA

No mundo em que vivemos, apesar de todas as evid�ncias de um acontecimento, ningu�m � privilegiado, sempre existem as duas opini�es: as que s�o a favor e as que s�o contr�rias. Isto � pr�prio da natureza e do sentimento humano, sempre em estado de alerta e disposto a questionar, a impor suas id�ias e a sua l�gica. Contudo, este procedimento se tem um aspecto construtivo e bom, apresenta tamb�m um lado negativo e absurdo, porque existem pessoas que excedem em querer imp�r a sua opini�o, ensejando o exerc�cio da vaidade, a pr�tica de sentimentos mesquinhos, geralmente estribados em convic��es insensatas que escancaram as portas do cora��o � rebeldia e a irracionalidade.

Assim acontece com o Sud�rio de Turim: muitos acreditam nas provas e nos testemunhos e muitos as rejeitam, dizendo tratar-se de uma pintura do s�culo XII.

Todavia, em casos como este, devemos ser minuciosos, devemos abrir espa�o em nossa mente para um racioc�nio objetivo e direto, porque tamb�m s� assim alcan�aremos a luz da raz�o que nos propiciar� a certeza sobre uma determinada realidade.

O Sud�rio j� existia quando foi inventada a maquina fotogr�fica. Ent�o se ele � falso, se � obra de um artista medieval, perguntamos: como um artista naquela �poca, por mais h�bil e competente que fosse, podia pintar uma imagem negativa sobre um linho branco, se na Idade M�dia n�o existia qualquer conhecimento sobre anatomia e fotografia? N�o concorda que � praticamente imposs�vel? E percebam, as imagens como est�o no Sud�rio constituem negativos t�o perfeitos, que com o desenvolvimento da ci�ncia e as novas t�cnicas de computa��o, temos d�vidas se existiria hoje, algu�m com invulgar habilidade e profundo conhecimento anat�mico, capaz de reproduzir aquela imagem sobre um tecido de linho branco com tamanha precis�o? Acreditamos que n�o � poss�vel!

Por outro lado, na aprecia��o sobre a autenticidade do Sud�rio, devemos ter presente todas as pesquisas que criteriosamente foram realizadas, como: os ensaios do especialista sui�o Dr. Max Frei sobre os p�lens que est�o na Mortalha; a conclus�o do bot�nico israelense Avinoam Danin sobre a origem do tecido; a descoberta do biof�sico americano Dr. John Heller informando que o Sangue do Sud�rio � humano do tipo "AB" universal; o testemunho t�cnico de John Tyrer pesquisador da industria textil na Inglaterra a favor da origem oriental do tecido; os estudos e testes feitos pelo m�dico e cirurgi�o franc�s Dr. Pierre Barbet; da palavra autorizada do qu�mico Dr. Willard Libby pr�mio Nobel de 1960, informando sobre a maneira inadequada que foi realizado o teste do Carbono 14; as experi�ncias do professor e f�sico americano Dr. John Jackson e do cientista russo Dr. Dmitri Kouznetsov, que reproduziram em laborat�rio o efeito do inc�ndio de Chamb�ry sobre a Mortalha, provando que aumentou consideralvelmente a quantidade de Carbono 14 desprendido durante o ensaio, apresesentando uma data��o enganosa; etc. Isto porque, al�m dessas pesquisas, muitas outras foram realizadas e que aqui n�o foram evidenciadas, mas que refor�am a nossa convic��o, de que o Sud�rio de Turim � uma rel�quia muito especial e preciosa, n�o � um tecido falso e vulgar, forjado para iludir a humanidade.

 

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