| I | SAF
PUC |
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| 15:40h - | Memória
e esquecimento na genealogia nietzschiana da moral
Wanderléa Figueira Rossi |
| Nietzsche se refere ao período
de sua obra que se situa depois do Zaratustra como o momento do seu pensamento
“em que cabia dizer ‘não’ e agir pela negação”; é
quando busca realizar sua crítica mais radical, utilizando o método
genealógico. A genealogia, empreendimento efetivado após
o Zaratustra, surge da necessidade de colocar em questão o valor
dos valores morais. A pergunta é: por que precisamos de valores?
Qual a necessidade que nos faz buscar a verdade? O objetivo de sua Genealogia
da Moral é mostrar que os valores têm história. Porém,
o objetivo do nosso trabalho é tratar o problema da moral, não
o problema da genealogia. Mais especificamente, é tratar o problema
da memória e do esquecimento na genealogia da moral. Trataremos
do papel da memória relacionada com o tema do niilismo, e do esquecimento
ativo como um possível “antídoto” contra o niilismo.
Descreveremos o processo de “construção” da memória, a Mnemotécnica humana como elemento fundamental no processo de “humanização do homem”. Para desenvolver este tema caracterizaremos o papel assumido pela memória ao longo do processo de interiorização, de formação da consciência. Desenvolveremos ainda a concepção Nietzschiana do esquecimento considerado como uma “faculdade” ativa, como um possível aliado do homem contra uma “memória niilista”, portanto contra o niilismo. |
Programação:
Quarta-feira, 20 de setembro
Quinta-feira, 21 de setembro
Sexta-feira, 22 de setembro