</<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN"> <HTML xmlns="http://www.w3.org/TR/REC-html40" xmlns:o = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" xmlns:w = "urn:schemas-microsoft-com:office:word"> <!-- ARCHIVE by GEOCITIES.WS --> <HEAD><TITLE>POESIAS ERRANTES

POESIAS ERRANTES

 

Poesias errantes que se perderam no tempo

e falaram de amor,  que ficaram ou que partiram.

Adormeceu na cópula dos apaixonados

e se embalou em carinhos, sussurrastes baixinho,

quase em silencio encantastes muitos corações

no teu bater descompassado, trepidante  ao som da melodia.

Sob o afago das mãos ansiosas de carinhos,

beijos inebriantes, confissões, juras de amor.

lagrimas teimosas de desejos

a  escorrerem em faces afogueadas.

E como testemunha escutastes confidencias,

viu o nascer do amor, o tilintar dos sexos , os gritos de prazer,

e lá  estavas sempre presente.

Virastes  flor que beijadas foram dadas a muitas amadas,

murchou, quase desistiu mas  foi em frente

e se abriu em lindas pétalas,

e no encanto de suas cores, conquistastes muitas paixões .

E no sonhar dos poetas fostes estrelas, lua, sol, céu, mar,

a chuva que molha a terra,  a semente que brota do chão.

Foi amante, foi amada, foi sorriso,  choro, alegria, tristeza,

o início, talvez o fim...

Percorreu mar, terras, ares, conheceu outros amores.

És  inspiração , sedução.

foi mulher, foi homem,sem sexo,  todos te usam para amar.

Esta poesia andarilha teve tropeços, andou na boemia das madrugadas

nasceu em muitos bares, dormiu nas calçadas da vida

nem sempre achastes guarida

enroladas, amassadas, jogadas fora, rolastes pelo chão.

Conheceu  o frio do não , o calor do sim

mas jamais perdestes teu encanto

nunca deixou de ser poesia...

Sady Mac

 

 

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