O trem

 

Serpenteando pela encosta afora

Expelindo fuligem a granel

Lançando nuvens de fumaça ao céu

Chega o trem, quase na hora

 

Na estação o burburinho costumeiro

Crianças correndo, pais aflitos

Vendedores anunciando aos gritos

Corre corre para chegar ao bagageiro

 

Desce e sobe todo tipo de gente

Senhores apressados, senhoras elegantes

Crianças de colo, muitos estudantes

Casais de idosos e outro adolescente

 

O guarda apita a partida

Passagem comprada só de ida

Empresários à vista do progresso

Crêem que trem é retrocesso

 

É vendida a estrada de ferro

É acabado o sonho de trem viajar

Sentir no rosto o vento soprar

Lembranças, pra que te quero

 

Adeus Estação da Luz

Hoje já não mais me seduz

Resta apenas na memória

Um pedaço de minha história

 

G. Daun

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

 

voltar a pagina de poesias

pagina inicial 

 

 

                                   Envie esta poesia a um amigo (a) !

Teu Nome
Teu E-mail
E-mail de teu amigo (a)
Tua mensage (Opcional)

regressar a pagina de poesia

Sady Mac

Página generada por RedFind - Servicios para WebMasters
Hosted by www.Geocities.ws

1