| Ruy Vasconcelos | |||||||||||||
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| "A marca digital do olho na vidraça" RUY VASCONCELOS Tradutor e escritor brasileiro. Nascido em 1963. Autor de 'Errante e Peregrino - Obra e Vida de José Albano' (Ed. Demócrito Rocha, Fortaleza, 2000) e '39 amostras de conversa', a ser lançado. Tradutor de '4 histórias ao modo quase clássico', de Harold Brodkey. Também traduziu William Carlos Williams, Louis Zukofsky, Robert Creeley, George Oppen e Wallace Stevens. Possui artigos diversos publicados nos Estados Unidos, Espanha, Portugal, França, Austrália e Hungria. Participou, na condição de poeta, de importantes revistas e antologias. O exuberante senso do olhar; uma sintaxe extremamente elaborada -- para, enfim, aparecer inadvertidamente simples e mesmo, algo, coloquial --; bem como uma forte devoção às formas da história são três réstias de luz na solaridade absolutamente singular da obra de Ruy Vasconcelos. AMERICANA EM SANTARÉM Só um par de olhos azuis e gris para conter todo o verde da floresta Ela empresta um tom de outono ao calor da tarde onde rios se esfregam (de '39 amostras de conversa') |
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| "Entre gota e outra / mesmo na chuva cerrada" | |||||||||||||
| elos possíveis | |||||||||||||
| dois outros | |||||||||||||
| rascunho para a graça | |||||||||||||
| um poema de george oppen | |||||||||||||
| um último trivium | |||||||||||||
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