O Caso das Máscaras de Chumbo


Durante as semanas que seguiram ao dia 20 de agosto de 1966, toda a imprensa brasileira e do mundo estampou manchetes sobre um caso de policia que, aos poucos foi-se tornando cada vez mais intrigante, até ficar nos arquivos policiais como um dos casos sem solução. Um menino soltador de pipa chegou à delegacia do 2.º Distrito de Niterói  e procurou o falecido comissário Oscar Nunes para declarar que vira dois cadáveres no alto do Morro do Vintém. Naquele dia , estava na delegacia , em seu primeiro dia de repórter policial, Mário Dias , de "O Dia", que também subiu o morro , pelos caminhos dificeis de mato, até encontrar os corpos, que trajavam roupa distinta, ambos vestidos com capas de borracha. No local, foram encontradas coisas bem estranhas:
 


No local não foi encontrado qualquer tipo de arma. Os corpos não tinham sinais de violencia.As precárias condições do IML, na época e a pressa em entregar os cadaveres à familia para o enterro não permitiram uma definição melhor para a "causa-mortis". Mais tarde , exatamente um ano depois, feita a exumação , mesmo sendo feitos testes em São Paulo, para onde foram enviadas amostras de osso, cabelo, pele, roupa, que foram submetidoa a campo de bombardeio de neutrons, nada foi definido. O caso , na esfera policial, ficou insolúvel.

Naquela época, o fenomeno UFO não era preocupação para grande numero de pessoas. Entretanto, uma espécie de psicose coletiva se apossou da população de Niterói , tal  a ansia de ajudar a policia a esclarecer o caso, um dos mais intricados da crônica policial do país em todos os tempos. Inúmeros telefonemas de pessoas que disseram ter visto um disco-voador sobrevoando o Morro do Vintém foram recebidos no 2.º Distrito , onde o Delegado José Venâncio tomou depoimento de uma senhora que declarou ter visto um estranho objeto , de forma arredondada e com halo de luz intensa , a sobrevoar o ponto em que  foram encontrados os corpos. Contou que dirigia seu automóvel pela alameda São Boaventura, no Fonseca, quando a filha, Denise, de sete anos, chamou-lhe a atenção para um determinado ponto no céu. Ela olhou  e viu um objeto estranho, com a forma de pires e a borda intensamente iluminada.

A. Zaluar

Extraido da revista OVNI-Documento - Julho/ Setembro de 1980
 
 

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