SERENÍSSIMO
Gustavo
Felicíssimo
Não
há
nada de
novo
em meus
poemas,
a não
ser os
meus poemas.
Nenhuma
verdade,
textura
ou relevância,
nenhuma
importância,
apenas
o bálsamo
da aurora.
Não
há
nada de
novo
em meus
poemas
embora
eu resista
em meu
modo próprio
de existir.