OLHAR
DE POETA
Yara
Nazaré
- 09/03/06
Nem sei
se sou
poeta
Não
sigo nenhuma
regra
Mesmo
assim
ouso poetizar
E ao escrever
meus versos
Miro a
linha
do horizonte
Nela vejo
as lindas
cores
Refletidas
no meu
olhar.
São
cores
tênues
e suaves
Ora firmes
e exuberantes
Cores
de estrelas
cintilantes
De flores
de inúmeros
tons
Com nuances
de esperança.
Da
luz refletida
na relva
Vejo o
brilho
da aquarela
Fazer
que das
belas
cores
E nas
linhas
dos meus
versos
Desponte
um mundo
de paz
Todo enfeitado
de sorrisos
Registrados
no meu
olhar.
Ao seguir
a estrada
da vida
Com olhar
de suposta
poeta
Vagueio
de verso
em verso
Para encontrar
no arco-íris
As cores
que tanto
brilham
E renovam
a minha
alegria.
Eis que
vejo a
minha
frente
As minhas
simples
estrofes
Mesmo
sem regra
e sem
rima
Escritas
com letras
coloridas
A indicar-me
uma via
florida
Ao alcance
dos meus
olhos...
Nesta
via sigo
sem hesitar
Para a
felicidade
encontrar!