Atentado na Rússia

 

Um grupo armado manteve mais de 120 estudantes, pais e professores como reféns em uma escola no sudoeste da Rússia, e ameaçou matar 50 crianças.

O grupo invadiu a escola na cidade de Beslan, na Ossétia do Norte, perto da Chechênia. A invasão aconteceu após o final da cerimônia de volta às aulas, no momento em que os alunos se preparavam para entrar nas salas. Segundo a agência de notícias russa Itar-Tass, houve um tiroteio e ao menos três pessoas teriam morrido.

O Serviço Federal de Segurança da Rússia disse que o grupo separatista checheno é formado por 17 pessoas. Alguns deles estariam usando cintos com explosivos e a escola estaria toda minada. Os seqüestradores ameaçaram explodir o local se a polícia tentar invadir.

Apesar disso, pelo menos quinze crianças foram libertadas por militares que ocupam os arredores do colégio.

O grupo separatista exigiu a libertação de combatentes presos em junho na Inguchétia durante uma operação contra rebeldes. De acordo como o ministro do Interior da Ossétia do Norte, os terroristas ameaçaram matar 50 crianças para vingar cada seqüestrador morto.

Esse é o terceiro ato de terror na Rússia em oito dias. No mesmo ano, uma mulher cometeu um atentado suicida diante de uma estação de metrô do sul de Moscou, matando dez pessoas e ferindo cinqüenta e uma.

Mais de 300 pessoas morreram, a metade crianças, nesse seqüestro. Cerca de 700 pessoas foram hospitalizadas.
O governo russo informa que 322 pessoas morreram, sendo que 155 eram crianças. Há mais de 700 pessoas hospitalizadas.
Movem  20 seqüestradores, 10 eram oriundos de países árabes.
Segundo fontes presentes, são achadas centenas de cadáveres dentro do ginásio da escola.
Aconteceram explosões e tiros no exterior do centro. 
As forças especiais russas entraram no edifício. Muitas crianças e adultos continuaram deixando o prédio, todos eles vestidos apenas com roupas íntimas. Muitos cobertos de sangue. 
Vários terroristas tentaram fugir dos edifícios entre os reféns. Os soldados russos perseguiram os terroristas.
Após várias explosões, o teto do ginásio desabou parcialmente. Os terroristas dispararam contra os reféns que tentam fugir. As forças especiais russas entraram em ação. O presidente russo Wladimir Putin havia descartado o uso da força, entretanto, o desenvolvimento dos acontecimentos provocou a invasão. 
Assustadas com o tiroteio, cerca de 30 pessoas fogiram do colégio. Os seqüestradores atiraram nos reféns pelas costas.
Os seqüestradores achavam que se trata de uma ação da polícia e começaram a disparar e a jogar granadas. Dentro da escola havia mais de 1000 pessoas, que estavam seqüestradas há dois dias.

 

Fotos do atentado:

       

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