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Que palpitava como - ao longe - o mar,
E lá no céu esses rubis pregados
Brilhavam menos, que teu vivo olhar!
Com a mão nas minhas, no silêncio augusto,
.
Tu me falavas sem mentido susto,
E nunca a virgem, que a paixão revela
Passou-me em sonhos tão formosa assim !
Vendo a noite tão pura,
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E a ti tão bela,
Eu disse aos astros: - Dai o céu a ela !
Disse a teus olhos: - Dai amor pra mim !
. . . - Casemiro de Abreu -
( 1837 - 1860 )
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