De minhas faces os mortais palores,
Minha febre noturna delirando,
Meus ais, meus tristes ais vao se revelando
Que peno e morro de amorosas dores...
Morro, morro por ti! na minha aurora
A dor do coração, a dor mais forte,
A dor de um desengano me devora...
Sem que £ltima esperança me conforte,
Eu - que outrora vivia! - eu sinto agora
Morte no coração, nos olhos morte!"
Alvares de Azevedo
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