PAUL McCARTNEY


James Paul McCartney, o mais velho entre os dois filhos de Jim e Mary Patricia McCartney, nasceu em 18/06/42. Teve uma infância razoavelmente ajustada financeiramente, quadro que mudou com a morte de sua mãe, quando tinha quatorze anos. Então, se entregou obsessivamente à música. Em 56, vai a uma apresentação dos Quarrymen, acaba por tocar "20 Flight Rock" e por se juntar à banda. Em pouco mais de um ano, Paul e John escreveriam mais de 100 canções. Seu primeiro trabalho extra-beatles data de 1966: é a trilha sonora do filme The Family Way, composta por Paul e conduzida por George Martin. Após anos de namoro com a atriz Jane Asher, casa-se com a fotógrafa Linda Eastman, em março de 69. Paul foi o 3° beatle a gravar solo: McCartney saiu em abril de 70, um mês antes de Let It Be. Em 71, forma o Wings, grupo mutante porque "não queria se transformar em uma ex-lenda". Entre vários sucessos, estão "Uncle Albert", "My Love", "Band On The Run", "Silly Love Songs", "With A Little Luck" e, a incrível "Mull Of Kintyre" (77). No final de 79, os Wings tocam em Londres, como atração principal de um show beneficente da população Campucheia, ao lado de gente como Pretenders, Elvis Costello, Ian Dury e Rockestra. Em 1980, "retoma" sua carreira solo, alternando momentos ótimos (Flowers In The Dirt), bons (Tug Of War) e depressíveis (Press To Play). Em abril de 90, Paul toca no Maracanã e entra no guiness pelo público-recorde de 184 mil pessoas. Volta em 93 para shows relativamente menores, em São Paulo (inclusive de vez em quando no programa With The Beatles você escuta algumas versões exclusivas gravadas nesse show) e em Curitiba. Em março do ano seguinte, lança Fireman, sem publicidade e sem crédito algum a seu nome. Uns anos depois, vem com Flaming Pie e passa por momentos difíceis devido a perda de sua esposa Linda, que morreu de câncer. Paul sempre teve o orgulho de dizer que eles eram um casal perfeito e que só uma vez dormiram em camas separadas. E para afugentar esse diabo, Paul lançou o ótimo Run Devil Run, com várias regravações de antigos ídolos e três músicas inéditas, com destaque para a faixa título que é ótima. Como se precisasse, Paul convidou para tocar nesse disco ninguém menos que Ian Paice (Deep Purple) e David Gilmour (Pink Floyd).

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