| S�ntese da presta��o da selec��o nacional no RWC Under-19 Portugal, cujas expectativas eram elevadas, apesar do seu potencial n�o ser t�o elevado como as equipas dos anos anteriores, obteve um desempenho muito bom, alcan�ando o 6�lugar da pool B, o melhor resultado de � 5 anos para c�. Tudo come�ou com o jogo contra a Alemanha, cujos principais jogadores se figuravam no seu possante n�8 e bastante talentoso forma��o. A primeira parte fechou com uma lideran�a confort�vel para a turma das quinas por 21-8, com 3 ensaios da nossa estrela francesa Nicolas Ribeiro. Na segunda parte, a Alemanha superiorizou-se, devido � brabdura de Portugal , e conseguiu, partindo sempre da iniciativa do seu n�8, chegar a 2 ensaios sem resposta (21-18). Portugal cedia a olhos vistos perante a afronta alem�, mas um up&under inteligente para a �rea de valida��o alem�, pelo m�dio de abertura Pedro Cabral, aliado a uma f�fia escandalosa ,e imperdo�vel, do arri�re alem�o, Portugal chegou ao 4�ensaio , por interm�dio de Lu�s Gomes (28-18). At� ao apito final , Portugal limitou-se a defender a avalanche ofensiva contr�ria que, atrav�s da convers�o de 2 penalidades, chegou ao amea�ador 28-24, com que felizmente terminou a partida, garantido Portugal um lugar entre os 8 primeiros. Portugal entrou para o 2� jogo com o Canad� , avisado que seria uma final antecipada, que apresentava uma equipa muito forte, tanto tacticamente como fisicamente. Entr�mos muito bem, e nos primeiros 10 a 15mn conseguimos aguentar o poderio do Canad� , o qual ap�s esse per�odo de tempo destronou a defensiva portuguesa. A 1�parte fechou com 26-0 a favor da forma��o advers�ria, o centro Jos� Maria Cortes com um bra�o partido, e o n�8 Valter Jorge com uma ferida incesa na p�lpebra superior esquerda (sobreolho aberto). Na 2�parte, a equipa portuguesa apresentou-se com maior motiva��o e espirito defensivo, mas impotente para parar a supremacia canadiana que chegou aos 61-0. No entanto, o tento de honra de Portugal chegou ao fechar do pano atrav�s do 1�centro Bananinha, com uma bela perfura��o entre os centros, onde anteriormente Melim se tinha envolvido com o segunda-linha advers�rio(gigante!!??!!), levando um banano na tromba. Este jogo permitiu � turma das quinas reflectir profundamente para o pr�ximo embate, frente � Ucr�nia em Udine, decidindo este a melhor classifica��o ou n�o da selec��o de alguns anos para c�. Para o jogo com os ucranianos, a selec��o disfrutou de uma boa semana de treinos e de algumas caras novas no XV nacional: Andr� Martins, Frederico Melim, Bananinha, Sandro, Geraldo e Ant�nio Dias. A selec��o entrou muito bem nesta partida, chegando � vantagem atrav�s de Pipoca, numa jogada combinada de sa�da de mel�e com Melim e Ant�nio Dias (10-0), j� tendo Cabral transformado uma penalidade. A supremacia lusa era evidente, tendo o dom�nio ofensivo do jogo, defensivamente muito bem organizado, parando os poderosos mauls e pick&go�s da Ucr�nia, e tendo em Martins um pilar defensivo, virando o boneco sempre que era necess�rio. No in�cio da 2�parte, Portugal mostrava mais uma vez um dom�nio total do jogo. Aos 10 mns de jogo deu-se mais uma terr�vel les�o, fractura do per�nio, afectando Melim que estar� de fora o resto da �poca, junto com Rodrigo Nogueira, que certamente estaria nesta selec��o ( se n�o tivesse partido a perna a jogar � bola). O jogo terminou com um concludente 25-8 para Portugal, tendo neste jogo a sua exibi��o mais conseguida (ter� sido das substitui��es??!??). Portugal chegou ao seu �ltimo jogo moralizada e com todas as condi�o�s necess�rias para derrotar a Tun�sia, que embora mais forte fisicamente, que se encontrava ao seu alcance, podendo assim obter o bel�ssimo 5�posto. No entanto, dos fracos n�o reza a hist�ria, Portugal entrou muito fraco no jogo, deixando-se ser dominada, onde esporadicamente chegava aos 22 contr�rios. A oportunidade mais flagrante de dar a volta ao jogo aconteceu a meio da 1�parte, quando Nicolas Ribeiro j� dentro da �rea de valida��o contr�ria deixou-se placar e largar a bola, largando assim as nossas esperan�as de vencer o jogo. O principal culpado do resultado verificado (15-9), assim como contra a Alemanha, fomos n�s, que no entanto deix�mos uma imagem do nosso rugby no exterior muito boa. |