| S� existe �xito se antes tiver havido trabalho. O desempenho e empenho competitivo dos jogadores est� condicionado pela forma desportiva. A forma desportiva (conceito complexo com m�ltiplas facetas), no r�guebi, � um problema a resolver na prepara��o dos jogadores, sendo o seu estado de forma condicionante do n�vel t�cnico dos resultados que a equipa obt�m nos jogos, podendo-se traduzir por: � O jogador tem de ser capaz de executar, com efic�cia, um repert�rio m�nimo de habilidades motoras solicitadas pela modalidade no quadro das situa��es pr�prias do jogo; � O jogador tem de estar em boa condi��o f�sica para poder suportar os esfor�os solicitados pelas ac��es t�cnico - t�cticas da modalidade que, em competi��o, s�o prestados em regimes de velocidade, resist�ncia, for�a e oposi��o constante do advers�rio; � A participa��o em competi��o pressup�e um conhecimento m�nimo dos aspectos t�cnico-t�cticos da modalidade que lhe permita �ler� os procedimentos dos opositores e escolher a sua pr�pria resposta num ajustamento eficaz � situa��o se forma a que seja adequada e integrada nos objectivos da equipa de que faz parte; � O jogador tem de ser capaz de enfrentar, de adaptar-se e de superar as situa��es psico-emocionais criadas pelo processo de prepara��o, pela competi��o, pela oposi��o dos advers�rios e pelos factores exteriores que circundam o quadro competitivo. Implicando isto qualidades de aplica��o, perseveran�a, firmeza, etc., para vencer situa��es de fadiga, de rotina de repeti��o, de esfor�os, de oposi��o, de risco, de insucesso e at� de frustra��o que s�o determinantes para que o jogador alcance os seus objectivos pessoais. A viv�ncia em grupo cria situa��es de emula��o, de ajuda, de conflito, etc., que contribuem para a forma��o do jogador face ao seu pr�prio n�vel de aspira��es. Estado de prontid�o competitiva Permite desenvolver no jogador a concentra��o (maneira de libertar o corpo para executar o que lhe � exigido, na forma e no momento pr�prio) entendida como a capacidade para controlar e bloquear qualquer distrac��o. A falta de concentra��o evidencia-se sempre que um jogador d� mostras de discord�ncia com as interven��es dos juizes ou responde �s interpela��es dos espectadores. Pode-se resumir a prontid�o competitiva como o somat�rio de uma s�rie de factores: � atleta sente-se fisicamente liberto de todo o tipo de tens�es (o corpo � capaz de se movimentar com naturalidade, surpreendendo o pr�prio e os outros com a for�a, a velocidade, e agilidade que � capaz de disponibilizar e aplicar na competi��o). � jogador est� mentalmente concentrado, dirigindo-se a sua aten��o exclusivamente, para as ac��es das suas execu��es. � jogador se encontra em harmonia. Nenhuma das suas componentes se encontra em conflito � corpo e mente actuam como uma unidade. O jogador empenha-se como um todo na ac��o e sente que ele pr�prio � o acto competitivo. � jogador sente prazer no seu desempenho. A experi�ncia vivida � agrad�vel, n�o apenas em termos da satisfa��o pelos resultados obtidos mas porque simplesmente sente que o que fez est� correcto. � o empenho que permite a supera��o constante dos desempenhos competitivos, desde que os jogadores se encontrem correctamente motivados. � essa motiva��o que cria, de uma maneira geral, a disponibilidade da vontade no sentido de responder favoravelmente a solicita��es que visam � realiza��o de um esfor�o acrescido, de uma sobrecarga de treino, no que respeita ao empenho individual, � concentra��o e � mobiliza��o das capacidades, numa atitude que implica a aceita��o de um leque importante de sacrif�cios pessoais em termos de comodidade, de sensa��es pouco agrad�veis, de renuncias e de regime de vida. Esse esfor�o acrescido � o custo a suportar pelos jogadores que aspiram atingir o mais elevado n�vel. A �rea da prepara��o em que esse esfor�o � indispens�vel � a que interessa ao desenvolvimento das capacidades f�sicas. O treino f�sico (desenvolvimento da capacidades f�sicas) tem por objectivo : � Assegurar e aperfei�oar o desenvolvimento f�sico especifico determinado pelas exig�ncias do r�guebi; � Alcan�ar e melhorar o desenvolvimento harmonioso do corpo; � Fixar e aperfei�oar as t�cnicas do r�guebi; � Apurar e aperfei�oar as estrat�gias necess�rias que dever�o ser facilitadas pela aprendizagem das t�cticas dos futuros opositores; � Cultivar as qualidades volitivas de treino adequado e disciplina de comportamentos; � Garantir e assegurar a melhor prepara��o da equipa; � Melhorar e refor�ar o estado de sa�de de cada jogador; � Evitar les�es tomando as necess�rias precau��es e medidas de seguran�a durante todas as pr�ticas do treino; Espirito de Equipa Formar um grupo � o que acontece quando todos se entregam � prepara��o f�sica, a qual n�o pode deve ser considerada como trabalho colectivo, onde cada u trata de si sem se preocupar com os parceiros e todos perseguem o mesmo objectivo adquirir a condi��o f�sica necess�ria para suportar as solicita��es de esfor�o que n�o tardam a ser provocadas. Formar uma equipa, significa representar o clube (CDUL) nas competi��es e alcan�ar uma meta concreta na classifica��o final (n�o perder nenhum jogo), na qual todos s�o obrigados a completar-se, a articular os seus esfor�os, a dependerem uns dos outros e a por � prova as suas capacidades de coopera��o. Nenhum jogador pode s� por si realizar os objectivos confiados � equipa. � na realiza��o dos exerc�cios propostos, que se vai construindo a coes�o da equipa. Para a cria��o e desenvolvimento do espirito de equipa � necess�rio criar espirito de clube (esta p�gina � um bom indicativo do espirito de equipa existente nos juniores do CDUL). Apesar de o espirito de equipa se desenvolver fundamentalmente nas situa��es de competi��o e perante os opositores das outras equipas, � durante todas as pr�ticas e actividades prescritas para o treino que esse espirito � criado. A coes�o da equipa refor�a-se quando o resultado das competi��es representa um sucesso. O refor�o da coes�o entre jogadores que jogam e os que continuam a fazer parte do grupo, reflecte-se no espirito de equipa. Na base de um �ptimo espirito de equipa est� a convic��o de que ningu�m vai ser superior ao CDUL em entusiasmo, empenho, coopera��o, entre-ajuda, sinceridade, honestidade e integridade, s�o estes os tra�os de caracter que est�o na base do espirito de equipa. Aquecimento O inicio do jogo exige dos jogadores uma resposta pronta, eficaz e r�pida perante a oposi��o dos advers�rios. Para que assim aconte�a os jogadores n�o devem estar frios, desconcentrados, alheios ou dispersos, no momento em que o jogo se vai iniciar. O objectivo do aquecimento � assegurar um estado e uma atitude de prontid�o para entrar imediatamente em jogo logo que o �rbitro d� inicio ao encontro. O aquecimento tem de proporcionar um estado biof�sico adequado � resposta f�sica e uma atitude psico-emocional favor�vel ao r�pido desencadeamento das ac��es t�cnico-t�cticas preparadas para o jogo, bem como ao ajustamento a situa��es psicol�gicas da competi��o. � fundamental que os jogadores acreditam que � a eles pr�prios que cumpre a obriga��o de se apresentarem em boa condi��o f�sica em todas as sess�es de treino e em todas as competi��es. Uma boa condi��o f�sica apenas necessita da for�a de vontade do jogador e de acompanhamento e orienta��o. Quem trabalhar para ser mediano nunca chegar� a ser de excel�ncia. O facto de se vencerem todos os jogos n�o implica ser-se de excel�ncia. Isso reflecte-se quando ap�s os jogos, mesmo quando se vence, se fica com a percep��o que t�nhamos talento de ter feito melhor, de ter marcado ou/e n�o ter sofrido tantos pontos. Vamos procurar vencer todos os jogos que nos faltam disputar nesta �poca (campeonato e ta�a), com excel�ncia, fazendo tudo aquilo de que somos capazes. Vamos trabalhar (� apenas mais um m�s), para ser de excel�ncia e isso n�o pode ser apenas nos jogos mas tamb�m nos treinos. Vamos come�ar a habituarmo-nos a trabalhar para a excel�ncia e n�o apenas para a mediania, o escal�o de juniores � apenas um escal�o de passagem (entre os juvenis e os seniores), onde se dever�o criar h�bitos de trabalho, atitude, caracter, disciplina etc.. Prof. Luigi 23 Abril, 2002 |
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