�vora-7-18-CDUL

    O campeonato mal pode escapar � equipa de juniores do CDUL ap�s vit�ria merecida sobre o mais directo advers�rio no seu tem�vel reduto. Agora a �nica forma��o que pode �roubar� o t�tulo aos universit�rios � o Direito. Estas duas equipas encontram-se em Monsanto na pr�xima 5�feira �s 14h. Contudo � praticamente inveros�mil a vit�ria final dos �advogados�, pois para que isso se suceda tr�s imperov�veis cen�rios t�m de ocorrer.

1. Derrota da invicta equipa do CDUL contra o Direito por mais de 4 pontos.
2. Direito ganhar em �vora.
3. CDUL perder s�bado contra o Belenenses.

 
     Quanto ao jogo em si, o CDUL entrou melhor na primeira parte com muita confian�a e determina��o, sabendo que a chave para o sucesso encontrava-se naquele pelado sem condi��es. A equipa alentejana sofreu para travar a forte avalanche ofensiva opositora, recorrendo a sucessivas faltas que originaram o 0-3, obtido numa penalidade convertida pelo m�dio de abertura Pedro Cabral. Alguns minutos depois foi a vez de Saca abrir o livro com uma magn�fica finta de passe, culminada num esfor�ado �sprint� de 15 metros. Nos instantes seguintes o CDUL voltou a pressionar e numa sublime jogada colectiva, Sapo abre a sua contagem pessoal no jogo, dilatando o resultado para 15-0. Ao cair do pano na primeira parte um erro infantil da defensiva lisboeta, permite � equipa eborense reduzir o marcador para 15-7, resultado que se verificou ao intervalo.
      Previa-se uma 2� parte dif�cil para os universit�rios, j� que o �vora jogava o �tudo ou nada� deste campeonato. As condi��es adversas acentuavam-se, a press�o ofensiva alentejana era sufocante, a falange de apoio entusi�stica e o comportamento do �rbitro influenciavel.
      A etapa complementar resume-se a 45 minutos (?!) de uma resist�ncia estoicamente her�ica dos lisboetas face a um ataque desenfreadamente maci�o do �vora. Denotou-se um esp�rito inquebr�vel de amizade e solidariedade no seio da equipa azul, bem patente na dedica��o  aplicada em cada jogada a n�vel individual, bem como na coordena��o global de esfor�os da equipa. O individualismo deu lugar a um unido colectivismo que espelhou um enorme rigor e discipl�na t�ctica, raz�o pela qual merece sem margem para d�vidas o t�tulo nacional de j�niores. Os �nicos 3 pontos da segunda parte foram obtidos atrv�s de uma penalidade convertida por Pedro Cabral.
       De real�ar, no meio de todas as adversidades, a presen�a de muitos pais e amigos que geraram uma motiva��o extra, assim como uma enorme for�a para ganhar. A equipa agradece sinceramente aos incans�veis Chico Coimbra e Duarte Figueiredo a extraordin�ria ajuda prestada durante o desafio.
      Esperemos que esta falange de apoio se mantenha nos pr�ximos jogos. Apare�am 5�feira contra o Direito em Monsanto �s 14h e s�bado  contra o Bel�m no Est�dio de Honra da cidade universit�ria. Depois estamos todos na ta�a para defender o t�tulo que nos pertence. A partir de agora o apoio � indispens�vel...a promessa � n�o perder qualquer jogo este ano.
  
Homem do Jogo: Gir�o- S� pela habilidade com os p�s fora do solo j� merecia esta distin��o, ganhando (arriscaria dizer) 80% dos alinhamentos em todo o jogo, esteve tamb�m ex�mio na defensiva, sendo um resistente pilar intranspon�vel no qual a equipa teve  uma desmedida confian�a, especialmente na sofrida etapa complementar.
Jogadores:

Tito- Um dos melhores a defender a desperada ofensiva eborense, essencialmente em redor dos rucks.

Nando- Desta vez n�o pos nenhum advers�rio no hospital?! Eficaz na defesa e boa coordena��o com os outros 4 de frente, especialmente nas �touches�. Esteve muito mal ao perder duas importantes m�lees nos primeiros 35 minutos.

Caetano- Um dos melhores em campo, muito forte, decidido e s�brio...excelente na agressividade imposta em cada jogada.

Pitsch- Para a pior �poca de sempre, fez um grande jogo. Tem estado impec�vel( relativamente ao que lhe � habitual) a n�vel disciplinar. Falta ainda uma maior interven��o no ataque.

Sapo- Andou na sombra, discreto a fazer o trabalho �sujo�(no bom sentido) da equipa. Trabalhou arduamente na defensiva e de rompante surgiu que nem uma seta para matar (quase definitivamente) o jogo.

Palha- Um c�o. Sempre em cima da bola, demonstrando grande frescura f�sica. Disputou quase todas as jogadas, destacando-se no cap�tulo defensivo.

Silveira- Tacticamente rigoroso e deveras agressivo. A n�vel individual o destaque vai decisivamente para a sua organizada defesa e para as in�meras bolas que roubou ao advers�rio.

Cenoura- Uma �poca marcada pela regularidade, pela seguran�a e pela rapidez (at� nos exames), este jogo foi uma demonstra��o disso mesmo. O �capit�o� esteve sublime na atitude disciplinar, competitiva e t�ctica que transmitiu ao resto da equipa.

Cabral- O vice-capit�o � dos jogadores com mais experi�ncia e maturidade dentro da equipa. Ao iniciar a partida o seu semblante apresentava um misto de confian�a e calma(lol). Destacou-se pelo seu afinado pontap�, tanto aos postes como em jogo corrido. Apenas dois aspectos mancharam a sua exibi��o:
1�- �s vezes n�o largou a bola quando devia.
2�- Perigoso �avant� dentro da sua �rea de valida��o, quando o �vora atacava continuamente.

Gordo- Muito nervoso, parecendo a bola uma �batata quente�. A grande falha da sua exibi��o registou-se no final da 1� parte aquando ensaio alentejano.

Saca- Uma grande 1� parte marcada por um brilhante ensaio e pela demonstra��o de boas linhas de corrida. Na 2� metade desapareceu, mas n�o comprometeu.

Nuno- Presente nos dois ensaios, especialmente na assist�ncia para o do Sapo. De resto, revelou uma imensa seguran�a defensiva.

Megre- N�o se destacou a atacar, mas transmitiu muita tranquilidade � equipa a n�vel defensivo fruto da sua vasta experi�ncia.

Sabido- N�o fez um grande jogo, contudo manteve um n�vel exibicional elevado. S� teve uma falha de relevo, cuja culpa n�o foi totalmente sua, na jogada do ensaio do �vora.

Machado- O Rei das substitui��es de sangue. Se algu�m est� quase a morrer, l� entra o chapa 20 todo contente...passado 2 minutos j� est� c� fora, mas isso n�o interessa porque j� tem direito a nota. A meio da 2� parte trocou com o Caetano para ajudar a defender. A nota n�o foi mais elevada porque jogou pouco tempo.



                                                                                                      
               Notas de Redac��o
Tito- 7
Nando- 7
Caetano- 8
Gir�o- 9
Pitsch- 7
Sapo- 8
Palha- 8
Silveira- 8
Cenoura- 7
Cabral- 8
Gordo- 6
Saca- 8
Nuno- 7
Megre- 6
Sabido- 7
Machado- 6
Hosted by www.Geocities.ws

1