| A saga de vit�rias continua, desta feita a v�tima foi a debilitada equipa do Cascais( cada vez mais �ltima no campeonato). O CDUL entrou bem no jogo demonstrando uma desmesurada confian�a e uma desenfreanda sede de vencer. Estavam bem cientes que a vit�ria era impriscind�vel na suas aspira��es a campe�es nacionais de juniores, j� que no dia anterior o �vora triunfou sobre a equipa agr�noma. O ritmo imposto pelos actuais l�deres do campeonato foi o suficiente para bater folgadamente a desmotivada e desinteressada equipa do Cascais, que jogou sempre muito pesada, sem qualquer tra�o de agressividade nem de imagina��o. Os Az�is facilmente ultrapassaram a defesa advers�ria, dando Silveira o mote (aquando a marca��o do 1� ensaio numa bonita jogada de De Nunes) para uma exibi��o coroada de �xito, que s� peca pelo abrandamento manifestado na segunda metade. O que � de todo compreens�vel devido �s in�meras substitui��es levadas a cabo pelo mister Minhoto. Altera��es necess�rias por causa das pequenas les�es de Pedro Cabral, Duarte Silveira e Jos� Queimado, que foram poupados para o decisivo jogo contra os alentejanos a realizar no pr�ximo fim-de-semana. Apesar de limitados eles sacrificaram-se em prol da equipa, tendo tido um papel fulcral na estrat�gia elaborada para esta partida. Esta foi, indubitavelmente, uma das melhores partidas de ultimamente, embora certos aspectos tenham de ser rectificados no jogo contra o CRE como a protec��o nos rucks ao forma��o, a profundidade nas linhas atrasadas, e a agressividade e decis�o no ataque e na defesa (especialmente na placagem). Jogadores: Homem do jogo: Sabido e Nuno Ferreira Tito- Exibi��o alguns furos abaixo daquela patenteada na semana anterior, no entanto evidenciou uma imensa agressividade na defesa. Nando- N�o teve mal na reposi��o da bola em jogo atrav�s das �touches�. Eficaz, seguro e brutalmente violento, pois mais um amigo ao hospital foi parar. Caetano- N�o jogou mal de todo, no entanto faltou-lhe o pulm�o...Porque Ser�? Pitsch- Deu pouco nas vistas com exep��o daquela agressiva passa que lhe valeu a merecida expuls�o. De real�ar o facto de ter estado mais calado do que � habitual. Gir�o- Boca aberta com 5 m de jogo, mas nunca virou a cara � luta, jogando para a equipa e ganhando algumas �touches�ao advers�rio. Sapo- Trabalhou que nem um mouro na defensiva. O elemento mais discreto em jogo mas de longe o menos in�til. Palha- Parab�ns, n�o pelo jogo mas pelo dia de anos. Talvez aqui a explica��o para a falta de pulm�o relativamente aos jogos anteriores a par de Caetano. Perguntemo-nos novamente: Porque Ser�? Silveira- Grande 1� parte, ao facturar um excelente ensaio oferta de De Nunes. Fez um dos melhores jogos de ultimamente, tanto na aguerrida defesa como no jogo perfurante. Foi pena a pequena �mazela� na coxa, que j� o atormentava minutos antes do apito inicial, obrigado-o a sair. Cenoura- Seguro como sempre e bem na lideran�a do seu pack avan�ado. Das diversas vezes que utilizou o p�, s� um singular caso foi de decis�o intelegente. Cabral- Estava lesionado, n�o parecia, pois foi, sem sombra para d�vidas uma dos melhores em campo. Um excelente ensaio e uma magn�fica assist�ncia ap�s brilhante jogada individual no ensaio do Saca. Queimado- Andou pela Lua, Marte e pelo resto do sistema solar. Quando voltou, acordou lesionado no joelho e teve de sair. Saca- Outro dos jogadores em destaque. Muito bem a defender fazendo esquecer a sua caracteristicamente depreciativa alcunha de �Casas�. Apesar de semi-cego foi irreverente na forma em como atacou, demonstrando excelentes linhas de corrida, especialmente na jogada do seu ensaio. Apesar de alguns chutos falhados mostrou servi�o sacrificando-se e jogando � dif�cil posi��o de abertura. Fica na retina (n�o � a gozar com o teu olho) aquela 1� convers�o. Nuno Ferreira- J� andava a inventar umas les�es para n�o treinar esta semana. Mas disseram-lhe que o vicky cairia do c�u se ganhassem no pr�ximo fim-de-semana. Este ano ainda n�o soube jogar mal (estando s�brio ou n�o tanto) sendo um elemento preponderante na equipa. Um ano muito regular ao mais alto n�vel. Ficou na mem�ria aquela sublime jogada para o ensaio do Silveira. Tirando isso, s� marcou dois ensaios. Lagosta- Para quem desconfiava das suas habilidades... aqui est� ele para contrariar. Esta a� para ficar o grande Lagostim. Um ensaio e um ex�mio uso do p� nas duas convers�es efectuadas. Sabido- Finalmente n�o vou cortar nele. Usando a velocidade e a for�a que tem nunca mais pode jogar abaixo do n�vel patenteado neste jogo. Injustamente anularam-lhe aquele explosivo ensaio. Ainda teve tempo para mandar um pass�o num jovem do Cascais. Espero que jogues ainda melhor em �vora, � isso que toda a gente espera de ti. Teot�nio- Mal a defender. Tanto na placagem como na subida sempre � frente dos outros criando des�quilibrios e in�meros buracos. Mais vale subir devagar e bem do que r�pido e mal. Estava com a cabe�a noutro lado...talvez no Estoril Open. Machado- Mais respons�vel e crescido desde que � capit�o da selec�ao de juvenis Demonstrou uma maturidade desconhecida at� hoje dentro de campo. Excelente entrada dentro de jogo, especialmente a defender. Gordo- Duas determinadas entradas na linha...faltou depois o apoio e uma maior lucidez na hora da decis�o, refiro-me aquele absurdo chuto ( um erro desastroso). Diogo- Entrou numa fase em que o n�vel do jogo baixou drasticamente. Mesmo assim n�o comprometeu, jogando seguro. |
| CDUL-36-5 -Cascais (Nuno 2x, Silveira, Lagosta, Saca e Cabral- 1 conv. por Saca ,2 conv. por Lagosta) |
| Notas de Redac��o Tito - 6 Nando- 6 Caetano- 6 Pitsch- 6 Gir�o- 6 Sapo- 7 Palha- 6 Silveira- 7 Cenoura- 6 Cabral- 8 Queimado- 5 Saca- 8 Nuno- 8 Lagosta- 7 Sabido- 8 Teot�nio- 5 Machado- 7 Gordo- 6 Diogo- 5 |