Como já dissemos o historiador também trabalha com imagens e ficção. Aqui ressaltamos que hoje, num mundo de enorme profusão de signos imagéticos, numa sociedade que privilegia a ficção e sua mescla com o documental, o historiador, e não apenas aquele especialista em história contemporânea, tem no cinema não apenas uma fonte privilegiada a ser dissecada, mas também um instrumento para o desenvolvimento do pensar historicamente. A sétima arte, pura imagem em movimento, ilusão, arma ideológica que pode ser usada por quaisquer lados, nos chama ao desafio de unis ficção e documentário e a pensar o olhar no transcorrer do tempo. Havemos de nos unir diante desta tela mágica, para depois, saindo da caverna, discutir e assim criar imagens com que possamos pensar o processo histórico.
Apareça então no CINEHIST todas terças feiras, no bloco O.
Quaisquer informações, ligue para Gaio, 3º p. (9255-2603)