Apresentação

Eis, finalmente, o jornal do CAHis nas suas mãos! Peraí... jornal? (não é Revista?) do CAHis? (não é dOs estuDantes de históriA?) Pois é isso aí - é a mesma coisa. Eis, finalmente, a revista dos estudantes de história em suas mãos. E isso é o mais importante: de fato, esta revisa está nas suas mãos (digamos nossas mãos), estudantes de história. Ela é feita em nossa função, ela existe por e para nós, ela é feita a partir de nossos textos, de nossos partidos, nossos desenhos, desejos, enfim, ela é e somente é o que nós formos capazes de ser e fazer. O Centro Acadêmico está lançando uma proposta que fique, uma publicação da instituição dos estudantes, e não apenas de uma gestão, mas que depende fundamentalmente da disposição de muitos. Este ainda é um esforço de poucos, mas que visa a todos; é uma tentativa de manter um espaço de impressão e expressão do que somos, uma publicação periódica que faça história no CAHis.

Portanto participe, mande seus textos, desenhos, o que for, faça parte do grupo que realiza a revista, ajude e decida o que sair; não espere que as coisas aconteçam por si próprias, principalmente aquilo que é importante para si, que é a sua formação como estudante de história. Assim como o próprio Centro Acadêmico, este espaço de idéias é reflexo de nossa atuação em conjunto, é verdadeiramente uma revisão dos estudantes de história - o seu sucesso, afinal, a sua continuidade ao longo de gestões será um ótimo sinal de nossa própria formação.

Neste nº O, com algumas contribuições reunidas ao longo de meses, conseguimos lançar a idéia da coisa. Abrimos espaço para um debate que vem se desenrolando entre grupos políticos atuantes no curso e na universidade: qual postura se deve assumir diante da UNE? - a sua legitimidade como entidade nacional oficial dos estudantes vem sendo questionada nos últimos tempos. Foram reunidas quatro opiniões distintas, críticas e defensoras da entidade. Para o próximo número, como estímulo, está proposto um outro debate, possivelmente mais visceral do que este. Pois mesmo que a UNE tenha lá a sua relevância histórica e seus muitos problemas, nada parece mais premente na vida estudantil do que o conjunto de precariedades que atacam as universidades federais, motivo de prolongadas greves de professores, funcionários e estudantes. As greves, no entanto, são por si só motivo de intensa discórdia entre partes. Já é tempo de expor as contradições em campo; se não for possível uma síntese, que as pessoas possam tomar parte da discussão, que possam saber o que se passa. Pedimos, então, contribuições de qualquer parte ou pessoa, em qualquer forma dissertação, Poesia, desenho, qualquer forma mesmo), o debate sobre a GREVE está lançado.

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