Nossa História

Até que enfim você vai descobrir quem somos nós, de onde surgimos, o que queremos, etc...

Quando tudo começou....

No começo do ano de 1999, Eurípedes de Castro Júnior publicou no jornal uma oficina de artes em geral. Esse projeto deveria ter duração de três meses e abranger desde música até teatro, passando por pesquisas de nomes importantes, que deixaram muito mais que suas bundas! Bom, a oficina começou em fevereiro, e como estava sendo um sucesso, seu prazo foi expandido até o final do ano. Apareceu no jornal: "Gazeta da zona Norte", uma reportagem sobre o grupo. Logo se viu que, os jovens que estavam nessa oficina, se interessavam mesmo por teatro. Então, foi enviada uma carta para a Secretaria da Cultura, pedindo a vinda de um professor de teatro. Entra em cena, então, Vicente Bácaro. Vicente deu bastante aulas teóricas muito importantes e exercícios para trabalhar a desinibição. Em sua época, o grupo era formado por: Guiba, Ihering Barreto, Rafaela, Renata Rodrigues, Ana Carol, Manu Fernandez, Heloísa, Rosana, Thiago Rondanin e Maria Cecília. Então, num dia, o Vicente veio com uma proposta de trabalho. Ele queria nos juntar com um outro grupo: grupo de teatro Criaturas do Sótão, para juntos formarmos uma única peça, uma peça grega, que não deu certo, pelo número imenso que ficou, e disponibilidade de tempo do pessoal. Então, em vez de um único e grandioso espetáculo, acabou sendo estabelecido, que, seriam feitas duas peças infantis. Uma seria feita pelo grupo Criaturas do Sótão ("A flautinha de Uirá"), e outra seria feita pelo grupo Roda de Arte ("A ver estrelas"). Agora, entraram alguns personagens novos, e o grupo modificou. Agora com: Carol, Ana Carol, Fernando, Guiba, André Tischenberg, Ihering Barreto, Rafaela, Renata Rodrigues, Maria Cecília e Manu Fernandez. A peça "A flautinha do Uirá"(do grupo Criaturas do Sótão) estava indo bem, e ela foi apresentada duas vezes, em dezembro, mas a peça "A ver estrelas"(do grupo Roda de Arte), não foi apresentada, por causa dos direitos autorais. Bom, em janeiro de 2000, o grupo recebeu um chamado de Liliane Ventura, para participar de seu programa "Viver", da Rede Mulher. Voltado das férias, o grupo voltou a ter aulas com Vicente. Agora com aulas de dramaturgia, para escrevermos nosso próprio texto, e não termos  problemas com direitos autorais! Depois de uns meses, o espaço, onde tínhamos aula, teve que ser ocupado por outras atividades, suspendendo, então, as aulas de dramaturgia e nosso texto junto, por alguns meses. Nesse tempo, o grupo descansou, e tentou se reorganizar e se unir, para que não houvesse perda de atores! Nesse novo período, entrou a Aruana, com características bem semelhantes à Carol, que saiu do grupo, devido às aulas da faculdade. Como a Manu começou a fazer aulas em um outro lugar, ela começou a nos passar o que aprendia, até que, ela quis chamar o professor com quem ela tinha as aulas, para bos ensinar alguma coisa. O professor era o Marcelo Serra, que, ao contrário do Vicente, dava mais aulas práticas. Ele nos passou bastante aulas de improvisação, e nos apresentou um outro grupo, no qual a Manu estava tendo aulas. Esse outro grupo era formado só de garotas, que juntando com o nosso, e adiciopnando mais alguns atores amadores, dava um grupo enorme, que voltou a se reunir, e voltou com as aulas, agora com o Marcelo. Um tempo depois, algumas pessoas foram saindo, e outras entrando, até que finalmente ficou os 22 atores amadores, que temos hoje. No meio dessa transformação, o Vicente voltou, e o Eurípedes de castro Júnior se propôs a dar aula, afinal, foi ele que começou tudo! Bom, então estamos com 22 atores, com 3 grandes, diferentes e importantes diretores. E com uma proposta de peça a ser ensaiada: "Essas mulheres...". Essa peça foi escolhida, devido ao grande número de garotas no grupo. E foi uma mesclagem de duas ou três peças. Bom, não deu certo, por causa dos direitos autorais, de novo! Então mais uma proposta foi lançada. Foi aquela mesma, de escrevermos uma peça. Mas como iríamos fazer isso? É aí, que entra o papel do Vicente de dramaturgo! Bom, foi assim: o Marcelo falava para nós fazermos cenas improvisadas, aí, o Vicente pegava essas idéias das cenas, e foi encaixando uma cena na outra, até sair uma peça sobre conflitos de adolescentes, com flashes de mitologia grega! Não entendeu? Essa é o enredo de nossa primeira peça!

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