Um filme de Júlio Verne?
Mundo atual. Repentinamente, alguns efeitos naturais bizarros começam a ocorrer: pessoas com marcapasso morrem em áreas pequenas, aves ficam malucas, instrumentos eletromagnéticos não funcionam(o que causa a queda de um ônibus espacial)... Um maluco, professor e geofísico, chamado Josh Keyes(cujo ator é o clone do Matt Mendians, baterista do Glass Hammer), descobre a razão: uma anomalia na esfera eletromagnética do planeta Terra. Até aí o filme é muito interessante, com teorias bem fundamentadas, mas... Como se fosse óbvio e irrefutável, ele considera que a causa é um cessamento de movimento da seção líquida do centro da terra. O mais incrível é que isso não afeta nada além da esfera eletromagnética. É nesse momento que o espectador mais atento percebe que tudo foi feito para apenas mais um filme de explosão que vai passar na Sessão da Tarde, numa quinta feira... RESUMINDO O RESTO: Eles entram numa nave indestrutível dos Power Rangers, chamada de Virgílio pelo Samuel L. Jackson, e fazem uma incrível viagem, cheia de buracos lógicos no script. Todos os expedicionários morrem, exceto o Matt Mendians e a modelo[por coincidência ou não, a Kimberly(ou o clone dela) dos Power Rangers(alguém aí é tão velho a ponto de ter, como eu, assistido à primeira leva?)]. O leitor atento perceberá a proposital(apesar de incrivelmente ©ªgªđª)ligação entre o filme e a seguinte história. A diferença é que os expedicionários(felizmente) continuam vivos; e eu termino sozinho, com sono, e com tornozelos destruídos... Apesar do dia £ºđª!
Errata: não é a Kimberly, e o cara não era o Samuel L. Jackson, confundi tudo!