Introdução Os autores experimentaram o método de aquisição direta de imagens de rochas em escala macroscópica via scanner de mesa, sem utilização de máquinas fotográficas. O intuito desta tentativa foi de facilitar os trabalhos para elaboração de publicações, apresentações em eventos científicos e materiais didáticos. No início, os autores utilizaram este método, que necessita de muito menos trabalho e tempo, de forma auxiliar e complementar dos trabalhos pelo método óptico convencional. Antes da aplicação, esperavam-se que as imagens obtidas pelo novo método seriam de qualidade significativamente inferior às do método óptico convencional, sobretudo no caso das amostras com superfície não polida. Portanto, o uso era limitado somente para as amostras de rochas ornamentais com superfície polida. Entretanto, o desempenho real do novo método foi muito superior à expectativa dos autores, permitindo, também, a digitalização de imagens das amostras não polidas (Fig. 1). |
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Fig. 1 - Imagens digitais de captura direta via scanner: A) granito, Bragança Paulista, SP; B) álcali sienito, Mendanha, RJ; C) nefelina sienito, Caldas, MG; D) lujaurito, Poços de Caldas, MG; E) nefelina sienito com nítida orientação mineral, Poços de Caldas, MG. As amostras de rocha A, B e C são de superfície polida. A amostra D e E são de superfície rugosa, sem tratamento. A resolução utilizada é 300 dpi. |
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