A ementa de Sistemas Flexíveis de Manufatura seguiu a metodologia de ensino do Prof. Paulo L. Pastore, e pode ser vista clickando aqui. Boa leitura.
Abaixo, apresenta-se os conceitos de SFM, fotos dos sistemas de automatização em manufatura.
Célula Flexível de Manufatura, o que vem a ser isto?
A Manufatura Celular é um dos mais importantes sistemas de manufatura existentes. Ele se baseia nos conceitos de Tecnologia de Grupo, através da formação de famílias de peças e na formação de células de manufatura. A família de peças é constituída por um conjunto de peças que possuem características e atributos similares, sejam estes de forma geométrica e/ou de processos de fabricação. A célula de manufatura é constituída por um agrupamento de máquinas e/ou equipamentos que possuem capacidade para o processamento de uma dada família de peças. As principais vantagens da manufatura celular são: menor ciclo de fabricação, redução de setup (veja aqui estes conceitos!), redução em transporte e movimentação, fluxo de fabricação simplificado, controle de produção simplificado, redução de refugos e retrabalhos, melhoria da qualidade, menor número de operadores e, finalmente, menores custos. Conjunto de mecanismos (caixa de reduções, motores, atuadores, servomecanismos, efetuadores, sensores, hardware, etc.) que constituem um equipamento de automatização, podendo ter ou não braços robóticos!
Abaixo apresenta-se a composição de equipamentos para a constituição da CM.
Vista da CM, em primeira imagem a plataforma de manufatura (CLP), aos fundos do lado esquerdo um robô manipulador elétrico, do lado direito uma fresa CNC.
Vista Principal de uma fresa CNC.
Vista de um braço robótico, com seu "cash box" e o "intech box".
Vista principal de um torno CNC.
Conceito de Célula de Manufatura, pelo Professor de SMF/ROBOTICA do CTIG Paulo L. Pastore.
CM - célula de manufatura, pode ser composta de um conjunto de equipamentos numa estação de trabalho, só? Se for, possue um cabeçote múltiplo contendo várias ferramentas de corte, ou um magazine que normalmente está fixado da traseira da máquina para a frente, tendo um sistema mecânico que alternas as ferramentas, de acordo com a programação CN, assim podem ser direcionadas para as devidas etapas de usinagem. O operador da CM, pode controlar as informações geométricas, as tecnológicas e as de programação. Porém, neste tipo de CM que agrega torno, fresa e outros equipamentos, caso algo ocorra! Ela tem que ser parada.
No caso da CM adquirida pelo CTIG, existem vantagens bem mais interessante, por se tratarem de postos de trabalhos independentes, nas quais se possa ter um operador para cada estação. Ou seja, para a fresa CNC um operador, para o torno CNC outro operador, para o braço robótico outro operador, para o outro robô outro operador e para a plataforma de manufatura outro operador. Caso algum dos postos de trabalho apresente alguma anomalia! Sua parada, não interrompe as outras. Esta CM seria a mais completa, mais eficiente em termos que a parada de um posto não interrompe o processo de produtividade e apresenta então os menores custos operacionais, uma vez que não para a CM. Mas, sim um dos postos de trabalho.
Para o ensino este tipo de CM é realmente a mais versátil, enquanto que em outras instituições, a CM por ser única, e ter um só operador, vive em constância de paradas, devido a junção de postos de trabalhos.
Não poderia deixar de citar, que o Robô 02 CTIG poderá desempenhar a função de transportes de materiais.
Para quem deseja ter uma visão globalizada da "Integração, Gerenciamento e Implementação Didática de Células Flexíveis de Manufatura" entre aqui
Caso alguém tenha alguma dúvida! Escreva para - Prof. Paulo Pastore
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