Os coeficientes se mostram coerentes com o cenário do modelo:
a. a variável [IDA] tem seu sinal negativo, lembrando que esta variável representa a idade do apartamento e a depreciação do imóvel é diretamente ligado ao tempo de uso do imóvel; seu coeficiente igual a Cr$ 22.269 é o preço implícito para cada ano de sua construção.
b. a variável física [CM2] confirma que as áreas de maior dimensão possuem uma influência negativa no preço por metro quadrado de área útil, isto é, imóveis com áreas maior são oferecidos no mercado com descontos no valor [PM2]; este desconto chega a Cr$ 2.082 por metro quadrado de área útil.
c. a variável física [PDR] refletindo o padrão do edifício possui uma ação positiva na variável [PM2]; vantagens como piscina no edifício ou um quarto ser suíte traz ao apartamento um acréscimo de Cr$ 42.394 por cada uma destas vantagens.
d. a variável locacional [VIZ] traduz o desejo do consumidor de residir em área homogênea, sem conflitos de uso, sendo esperado o peso positivo da homogeneidade de vizinhança no valor de mercado [PM2]; uma boa vizinhança faz com que o comprador desembolse Cr$ 365.712 a mais pelo apartamento.
e. a variável ambiental [DRU] traz de volta o conceito de que
quem se propõe a morar perto de uma fonte reconhecidamente poluidora
troca esta disposição por um desconto no valor da moradia,
assim a distância da Usina de Compostagem é um fator de acréscimo
na variável dependente [PM2]; neste caso cada metro de distância
adiciona a este preço unitário do apartamento cerca de Cr$
290.