Pessoal:
Jamais esquecendo as coisas para as quais o grupo do Paleo nunca
tem tempo para se reunir: (1) relatar experiencias proprias, (2) divulgar
novidades que surgem, (3) ouvir outras opinioes, (4) esclarecer duvidas,
(5) planejar atividades em grupo, (6) definir acoes futuras etc, apresento
agora o nosso 3.o seminario virtual: "O Suscetibilimetro Bartington". Antes
de mais nada, quero agradecer 'a Thelma por ajudar na sua preparacao. (Alias,
foi por isso que ele saiu tao mais rapido que o anterior!)
Fechando uma "trilogia metodologica", este agora apresenta algumas
diferencas em relacao aos anteriores: e' menor, aborda apenas um tema especifico
e ainda foi escrito dentro do proprio "e-mail", aproveitando as extensoes
HTML permitidas pelo "Netscape Mail" (R). Apesar de assim conseguirmos
algumas vantagens em relacao ao HTML "attachado", como a visualizacao imediata
e a possibilidade de anexacao de arquivos de imagens (e nao apenas dos
enderecos deste arquivos), nao e' impossivel que apresente alguns conflitos
com outros programas de correio. Sinto muito por isso. Corra para o "Netscape"
(R) mais proximo e boa leitura!
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A
Balança
Bartington (ou Bartington "Susceptibilidade vs. Temperatura") compõe-se
de um medidor de suscetibilidade (adaptável a várias bobinas),
uma bobina "quente" (refrigerada a água), um pequeno forno com seu
termopar controlador e ainda um termopar especial para medidas a frio.
Depois de uma chegada atribulada, onde tivemos que devolver a benedita
para a fábrica por ter vindo com vários defeitos (no controle
dos termopares, na bobina de suscetibilidade "quente" e um eterno vazamento
do indicador de fluxo), e pagar 2 vezes o imposto de importação,
entre outras coisas, finalmente pudemos começar uma série
de experiências para testar as suas potencialidades.
Os tópicos seguintes descreverão os vários testes
e resultados que obtivemos.
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A idéia de fazer medidas de suscetibilidade a baixa temperatura consiste em poder identificar possíveis transições de fase dos minerais. As mais consagradas são a de Morin p/ hematita (em torno de -15°C), a de Verwey p/ magnetita (em torno de -150°C) e uma sem nome de gente p/ a pirrotita (a -240°C, infelizmente abaixo do alcance do nitrogênio líquido, -196°C).
Com as amostras disponíveis, conseguimos um monte de pequenas
subidas (em paleosols da moça da Argentina e também num solo
e num basalto que estavam "dando sopa"), que o manual do Bartington (muito
bem escrito, diga-se de passagem) diz serem características das
titanomagnetitas, e o mais legal: uma transição de Morin
fresquinha! Seguem as curvas:
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Roberto (e Thelma).