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"Féretro dos féretros – quando morre um coração, eis a morte das mortes!
Ataúdes ambulantes o somos neste maldito campo de mortos sem cruz... mundo sem o signo do amor que não morre – que, mesmo crucificado, não morre...
Não, não merecia este signo do amor à toda prova - pois meu coração fracassara... Por quê?
Simples – parece simples... - não suportara não ser amado por aquela a quem dera o que tinha a dar meu fraco coração... Eu o dera... e desistira....
Não! Pior – eu a odiara!
Eu morrera!"
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