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quando, na vertente do outono caírem as folhas em desamparo e ao alor da brisa, na luz difusa pousar leve lembrança em teu regaço seja benevolente, e com ternura afagues a memória e então repares : sou eu, que silente e desgastado ao acaso vôo - e te encontro enfim... e no mirar suave de um passado que já não vive e não te falta pegue-a com tato e assim gentil e com teu sorriso de quem é feliz livre-a, com o adeus tão almejado: - Ressuscitou - não está mais aqui !