A CASA DE CAPRIC�RNIO
Restam tr�s casas a serem percorridas e tr�s horas para SAORI. Os Cavaleiros chegam � casa de Capric�rnio. Num grande sal�o, eles encontram uma est�tua, que representa Athena entregando a espada Excalibur ao Cavaleiro que lhe era mais fiel. Eles prosseguem sem enfrentar resist�ncia, chegando � sa�da. J� do lado de fora, entretanto, SHIRYU presente algo e v� um golpe vindo em dire��o a eles. Empurra os amigos para proteg�-los e se abre um precip�cio. Chega Shura, o Cavaleiro de Ouro de Capric�rnio e SHIRYU permanece para enfrent�-lo. SEIYA, SHUN e HYOGA sentem ter que deixar o amigo sozinho para tr�s, mas devem prosseguir. Shura ataca SHIRYU com golpes r�pidos, poderosos e cortantes.
Dizendo-se o Cavaleiro mais fiel a Athena, Shura conta a SHIRYU que foi ele quem matou Aioros, acusado de trair o Santu�rio. SHIRYU revela que Aioros acabou vivendo o suficiente para salvar o beb� e que a crian�a que Shura tentou matar era Athena. N�o acreditando em SHIRYU, Shura ataca implacavelmente, cortando a armadura do Drag�o em peda�os.
Acendendo seu cosmo, SHIRYU consegue deter a m�o de Shura durante seu golpe e diz que mesmo que morra, o levaria junto para vingar Aioros. Shura percebe que SHIRYU abaixa a guarda do peito por alguns instantes ao desferir seu golpe e o atinge perto do cora��o, mas SHIRYU consegue quebrar o bra�o esquerdo de Shura. Mesmo bastante ferido, o cosmo de SHIRYU continua aumentando.
SHIRYU se lembra de seu Mestre o advertiu que , quando ele chegasse ao s�timo sentido, poderia usar o golpe �LTIMO DRAG�O, capaz de destruir at� um Cavaleiro de Ouro, mas que o destruiria tamb�m. Sem op��o, SHIRYU eleva seu cosmo, agarra Shura pelas costas e deixa o seu �LTIMO DRAG�O explodir, destruindo a casa de Capric�rnio. SHIRYU e Shura s�o disparados para os c�us, como um estrela cadente. O atrito da atmosfera come�a a destruir seus corpos. Shura n�o entende por que SHIRYU estava se sacrificando tanto e ele lhe responde que n�o se incomodava em morrer por Athena e pelo o que ela representava. Sentido SHIRYU ser envolvido pelo cosmo de Athena, Shura reconhece o seu engano e diz que ele n�o deve morrer e o que viesse a restar deles seria para defender Athena.
Da terra, SEIYA, SHUN, HYOGA, o Mestra Anci�o e Shunrei v�em o cosmo de SHIRYU desaparecer no c�u noturno e choram pelo amigo. O fogo do rel�gio em Capric�rnio se extingue.

O DUELO EM AQU�RIO
Ao chegar em Aqu�rio, HYOGA encara Camus, O Cavaleiro que foi o Mestre de seu Mestre e que o havia prendido no gelo em libra. HYOGA manda SEIYA e SHUN prosseguir e deixar ele e Camus a s�s para um duelo. Camus os deixa passar e aceita o desafio. SHUN hesita em ir, mas SEIYA lhe lembra que o tempo esta se esgotando.
Ao chegar em Aqu�rio, HYOGA encara Camus, O Cavaleiro que foi o Mestre de seu Mestre e que o havia prendido no gelo em libra. HYOGA manda SEIYA e SHUN prosseguir e deixar ele e Camus a s�s para um duelo. Camus os deixa passar e aceita o desafio. SHUN hesita em ir, mas SEIYA lhe lembra que o tempo esta se esgotando. Camus explica a HYOGA que mesmo ele n�o consegue chegar ao zero absoluto, mas aquele que entre os Cavaleiro do frio conseguisse se aproximar mais do zero absoluto seria invenc�vel. HYOGA usa o P� DE DIAMANTE, que n�o surge efeito em Camus e ele congela as pernas de HYOGA.

Com a EXECU��O AURORA, Camus prende HYOGA novamente num bloco de gelo, mas ele est� diferente desde a luta em Libra. Por seus amigo e por Athena, acende seu cosmo e consegue quebrar o gelo pelo lado de dentro. Camus se espanta com a resist�ncia de HYOGA e percebe que ele come�a a alcan�ar o s�timo sentido.

Mal se ag�entando em p�, HYOGA insiste e emite um poderoso ar frio, que Camus det�m com a mesmo for�a. Camus tenta evitar que HYOGA continue, tentando explicar que a armadura de bronze n�o resistiria, enquanto a armadura de ouro s� se congela ao zero absoluto. Camus se prepara para dar mais uma EXECU��O AURORA e HYOGA semiconsciente, faz o mesmo.
Ambos disparam e um clar�o explode em aqu�rio. SEIYA e SHUN v�em um floco de neve caindo e o cosmo do amigo se despede deles. Congelado e � beira da morte, Camus cumprimenta o disc�pulo por t�-lo sobrepujado e lamenta n�o poder salvar-lhe a vida. HYOGA, igualmente mal, agradece a Camus com l�grimas por t�-lo guiado ao s�timo sentido, renunciando � pr�pria vida. Ambos caem mortos. O fogo no rel�gio marca apenas mais uma hora para SAORI.
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