Especificações do Propagation
Delay e Delay Skew para o cabo UTP de 4 pares
Adendo nº 1 da 568-A
1. Introdução
A performance de transmissão depende das
características do cabo, hardware de conexão, patch cords e cabeamento da
conexão cruzada, o número total de conexões, e o cuidado com o qual foram
instaladas e fabricadas. O desenvolvimento de certas aplicações high speed
chamou a atenção da TIA para a necessidade por requerimentos adicionais de
transmissão como o delay skew para sistemas de cabeamento de 4 pares 100W.
Os parâmetros adicionais descritos aqui são o
propagation delay e o delay skew. Propagation delay é o tempo necessário para
a transmissão do sinal por um único par do cabeamento 4 pares 100W.
Delay skew é a diferença no propagation delay entre dois
pares quaisquer envoltos no mesmo cabo.Este parâmetro é exigido por
aplicações que usam múltiplos pares para transmissões em paralelo. Este
adendo especifica os requerimentos de propagation delay e delay skew para cabos
de 4 pares 100W,
incluindo métodos de medição e variabilidade permitida em operações
afetadas por condições ambientais. Os limites especificados aqui permitem a
configuração máxima do canal como definida na TIA-568-A
em laboratório. Embora estas sejam novas especificações, muitos dos cabos
submissos à TIA/EIA-568-A
provavelmente estão de acordo em estas especificações.
2. Proposta e Alcance
Este documento especifica o propagation delay para cabos de 4 pares 100W
de todas as categorias. O documento também especifica o delay skew para cabos
de 4 pares de todas as categorias reconhecidas. Relacionado a estas duas
especificações, este adendo especificará a variabilidade permitida do alcance
operacional da temperatura. Métodos de medição em laboratório e cálculos
usados no alcance da freqüência específica estão incluídos nestas
especificações. Requerimentos para teste de campo não são cobertos por esta
norma.
3. Aplicabilidade
Os requerimentos de transmissão especificados aqui aplicam-se a cabos de 4
apres 100W
especificados na Norma ANSI/TIA/EIA-568-A.
Este adendo especifica requerimentos adicionais de performance para cabos UTP de
4 pares 100W cabos STP.
Submeter-se a esta especificação não implica compatibilidate com cabos que
têm valores de impedância nominal na ordem de 100W.
4. Especificações de cabos de 4 pares 100
W
Os requerimentos para propagation delay e delay skew
apresentados nesta seção assumem que o cabo é o contribuidor predominante de
delay skew de um canal.
Observação: Propagation delay e propagation
delay skew para cabos UTP multipares estão em estudo.
4.1 Propagation delay para cabos de 4 pares
O propagation delay para qualquer par de um cabo de 4 pares 100W
submisso à Norma TIA-568-A
deve determinar a freqüência de acordo com a ASTM D 4566. A equação seguinte
deve ser usada par calcular o maior propagation delay permissível de todas as
freqüências entre 1.0 MHz e a maior freqüência de uma determinada categoria.
A equação deve ser usada para conformidar os cabos da categoria 3, 4, e 5; os
valores mostrados na tabela são apenas para informações. A equação calcula
o propagation delay a 570 ns/100 m a 1 MHz.
delay(ns / 100)
<= 534 + 36 / (f MHz)½
|
Freq. (MHz) |
Max. Delay (ns/100m) |
Min. Velocid. De Propagação (%) |
Max. Delay Skew (ns/100m) |
|
1 |
570 |
58,5% |
45 |
|
10 |
545 |
61,1% |
45 |
|
100 |
538 |
62,0% |
45 |
4.2 Propagation delay skew para cabos de 4 pares
A diferença no propagation delay entre o mais rápido e o mais lento
par de um cabo não deve exceder 45 ns/100m entre 1 MHz e a maior freqüência
de uma determinada categoria quando medida de acordo com a ASTM D 4566 a
20ºC, 40ºC, e 60ºC. Existe uma função adicional que exige que o skew
entre a combinação de todos os pares não varie mais que ±10ns desde o valor
medido a 20ºC, até a medição a 40ºC e a 60ºC. A conformidade deve ser
determinada usando no mínimo 100m de cabo.
Correções e Acréscimos para a Norma 568-A
Adendo nº 2
Proposta
Este adendo é publicado para modificar certas exigências da Norma ANSI/TIA/EIA-568A
e para providenciar novas exigências para itens onde novas publicações
técnicas surgiram devido à evolução da tecnologia.
1. Topologia Estrela
O cabeamento óptico centralizado é projetado como uma alternativa à
conexão cruzada localizada no armário de telecomunicações, quando utilizando
um cabo óptico de 62.5/125µm na horizontal em suporte a equipamentos
eletrônicos centralizados. Usuários que desejam desdobrar um sistema de
cabeamento centralizado devem consultar a Norma TIA/EIA
TSB-72 em Diretrizes de Cabeamento Óptico Centralizado.
2. Conexões Cruzadas e Intrconexões
O cabeamento óptico centralizado é projetado como uma alternativa à
conexão cruzada localizada no armário de telecomunicações, quando utilizando
um cabo óptico de 62.5/125µm na horizontal em suporte a equipamentos
eletrônicos centralizados. Usuários que desejam desdobrar um sistema de
cabeamento centralizado devem consultar a Norma TIA/EIA
TSB-72 em Diretrizes de Cabeamento Óptico Centralizado.
3. Projeto da Conexão Cruzada
Acrescentar:
O hardware de conexão usado por cabeamento UTP de 100W
não pode conter pares transpostos (por exemplo, transposição dos pares
2 e 3) ou pares reversos (também chamado ponta/anel reversos).
Observação: Enquanto algumas aplicações de rede exigem a pares
transmissores e receptores sejam trocados, deve ser notado que tais adpatações
de aplicações específicas são realizadas usando adaptadores, cords da área
de trabalho o cords de equipamento que estão além do alcance da norma.
4. Testes de Campo
Acrescentar:
Teste de campo de rotas de cabeamento UTP em freqüências de até 100 MHz
é abordado na norma TIA/EIA
TSB-67. Parâmetros adicionais de transmissão estão em estudos.
ESPECIFICAÇÕES
DE INFRA-ESTRUTURA DO CABEAMENTO ESTRUTURADO
(Commercial Building Standards For Telecommunicatios Pathways and Spaces)
A prioridade desta norma é prover as especificações do
projeto e direção para todas as instalações do prédio relacionadas aos
sistemas de cabeamento de telecomunicações e componentes. Este padrão
identifica e endereça seis componentes proeminentes da infraestrutura do
prédio: facilidade de entrada, sala(s) de equipamentos, rotas de backbone,
armários de telecomunicações, rotas horizontais e áreas de trabalho.
1. FACILIDADE DE ENTRADA (Entrance Facility)
ANSI/TIA/EIA–569-A define uma facilidade de entrada como qualquer local onde
os serviços de telecomunicações entram em um prédio e/ou onde há rotas de
backbone vinculadas a outros edifícios no campus onde estão localizados. A
facilidade de entrada pode conter dispositivos com interface de redes públicas
bem como equipamentos de telecomunicações. As normas recomendam que o local da
facilidade de entrada deve estar em uma área seca, perto das rotas de backbone
vertical.
2. SALA DE EQUIPAMENTOS (Equipment Room)
Uma sala de equipamentos é definida como qualquer espaço onde localizam-se
equipamentos de telecomunicações comuns aos residentes, ou funcionários, de
um edifício. No projeto e localização da sala de equipamentos, deve ser
considerado o aumento do número de equipamentos e infiltrações de água. A
acessibilidade também deve ser considerada, uma vez que os equipamentos desta
sala normalmente são grandes. O tamanho mínimo recomendado para esta sala é
de 14 m2(150ft2).
3. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE PROJETO (General Design
Considerations)
Sala de equipamentos: um único e centralizado espaço onde estão alojados os
equipamentos de telecomunicações de um edifício.
- Equipamentos comuns incluem PABXs, computadores e periféricos como
mainframes and video swithces.
- Somente equipamentos diretamente relacionados ao sistema de
telecomunicações, controle de sistema e sistema de suporte ambiental são
alojados na sala de equipamentos.
- Idealmente, a sala de equipamentos deve localizar-se próxima à rota do
backbone principal para permitir conexões mais fáceis ao backbone.
3.1. REFERÊNCIAS AO TAMANHO (Sizing Issues)
Uma sala de equipamentos é ajustada (tamanho) para atender aos requerimentos
conhecidos de tipos específicos e equipamentos.
- O projeto de uma sala de equipamentos deve permitir uma ocupação não
uniforme do edifício.
- A prática recomendada é prover 0,07m2 (0.75ft2) de
espaço da sala de equipamentos para cada 10 m2 (100ft2 )
de espaço utilizável do piso (áreas de trabalho).
- Se a densidade da área de trabalho aumentar, providenciar mais espaço na
sala de equipamentos.
Edifícios multi-inquilino podem ter uma única sala de
equipamentos alojando equipamentos de todos os inquilinos, ou cada inquilino
pode ter sala de equipamentos individuais dedicadas ao seu próprio equipamento.
Edifícios de usos especiais como hospitais e hotéis devem calcular a área do
espaço da sala de equipamentos baseando-se no número de áreas de trabalho, e
não na área utilizável do andar.
3.2. OUTRAS REFERÊNCIAS À SALA DE EQUIPAMENTOS
(Other Equipment Room Design Issues)
Tenha
certeza de que a capacidade do piso é suficiente para agüentar a
distribuição e concentração do peso dos equipamentos instalados.
A sala de equipamentos não deve estar localizada abaixo de um piso que contém
caixa(s) de água; isto deve ser obedecido a fim de evitar-se possíveis
infiltrações.
Considere-se também:
- Fontes de interferência eletromagnética, vibração, altura da sala,
contaminações, sistemas de irrigação, HVAC (equipamento dedicado à sala
de equipamentos), terminações internas, iluminação, energia, fundação
e prevenção a incêndios.
4. ROTAS INTER-EDIFÍCIOS (Inter-Building Pathways)
Em um ambiente de campus, rotas inter-edifícios são necessárias na conexão
de edifícios separados. As listas ANSI/TIA/EIA-569-A de padrão de subsolo,
aterramento, aéreo e túnel são as principais tipos de rotas usadas.
5. ROTAS INTER-EDIFÍCIO DE BACKBONE SUBTERRÂNEO
(Underground Inter-Building Backbone Pathways)
Uma rota
subterrânea é considerada um componente da facilidade de entrada. Para
planejamento de rota deve-se considerar o seguinte:
- Limitações ditadas pela topologia (isto inclui local e desenvolvimento).
- Graduação da rota subterrânea para permitir drenagem formal.
- Ventilação a fim de evitar acumulação de gases.
- O tráfico de veículos para determinar a espessura da camada que cobre a
rota e se a mesma deve ou não ser de concreto.
- Rotas subterrâneas consistidas por conduítes, dutos e cochos;
possivelmente incluindo poços de inspeção.
- Curvas não são recomendadas; se necessárias não deverão haver mais do
que duas curvas de 90º.
6. ROTAS DIRETAMENTE ENTERRADAS DE BACKBONE INTER-EDIFÍCIOS
(Direct Buried Inter-Building Backbone Pathways)
Uma rota diretamente enterrada é considerada um componente da facilidade de
entrada.
- Nestes casos, os cabos de telecomunicações são completamente cobertos
pela terra.
O enterro direto de cabos de telecomunicações é realizado
por escavamento, augering ou perfuração (pipe-pushing).
- Arado não é aceito pelas normas.
Quando selecionada uma direção para a rota, é importante
considerar a existência de jardins, cercas, árvores, áreas pavimentadas e
outros possíveis serviços.
7. ROTAS AÉREAS DE BACKBONE INTER-EDIFÍCIOS
(Aerial Inter-Building Backbone Pathways)
Uma rota
aérea é considerada um componente da facilidade de entrada. Nestes casos, a
facilidade consiste em pólos, cabos auto-sustentáveis e sistema de suporte.
Algumas considerações no uso de backbone aéreo:
- Aparência em relação a edifícios áreas próximas
- Códigos aplicáveis
- Separação e espaço entre rede elétrica e estradas.
8. ROTAS INTER-EDIFÍCIOS DE BACKBONE EM TÚNEL
(Tunnel inter-Building Backbone Pathways)
Túneis
proporcionam rotas conduzidas por conduítes, bandejas, fiação elétrica ou
auto-sustentação. A localização das rotas em um túnel deve ser projetada
para permitir acessibilidade bem como separação de outros serviços.
9. ROTAS INTRA-EDIFÍCIO (Intra-Building Pathways)
Rotas de backbone intra-edifício são usadas para alojar cabos entre a sala de
equipamentos e a facilidade de entrada, entre a facilidade de acesso e os
armários de telecomunicações e entre a sala de equipamentos e os armários de
telecomunicações. Essas rotas também podem ser usadas como conduítes,
mangas, fendas ou bandejas de cabos.
É muito importante assegurar que todas as rotas de backbone estejam
corretamente protegidas de incêndios segundo as normas aplicáveis.
10. ROTAS DE BACKBONE VERTICAIS
(Vertical Backbone Pathways)
Faz o alinhamento vertical dos armários de telecomunicações. Armários
localizados em pisos separados são conectados com mangas ou fendas. Poços de
elevador não são recomendados para alojamento de rotas de backbone verticais.
11. ROTAS DE BACKBONE HORIZONTAIS
(Horizontal Backbone Pathways)
Se um
armário de telecomunicações não pode ser alinhado verticalmente a um
backbone acima ou abaixo, ou se um armário não pode ser alinhado verticalmente
com a facilidade de acesso ou sala de equipamentos, uma rota de backbone
horizontal é usada para conectá-los.
11.1 REFERÊNCIAS AO PROJETO (Design Issues)
Quando são usados conduítes (100 mm) ou mangas, recomenda-se as seguintes
especificações para uma rota de backbone :
- Uma manga ou conduíte a cada 500 m2 de área utilizável do
piso deve ser destinado ao sistema de backbone.
- Além disso, duas mangas ou conduítes sobressalentes para um mínimo de
três.
Conduíte, manga, e bandeja possuem especificações que
podem ser encontradas nesta norma.
12. ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÕES (Telecommunications Closet
– TC)
Um armário de telecomunicações é definido como um espaço onde é feito o
ponto de transição entre backbone e rotas de distribuição horizontais. TCs
contém equipamentos de telecomunicações, equipamentos de controle,
terminações de cabos e cabeamento em conexão cruzada.
12.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS DE PROJETO (General Design
Considerations)
A localização do armário de telecomunicações deve ser tanto fechada como
também prática ao centro da área do piso ao qual irá servir. É preferível
que o TC esteja localizado na área central. A área que o TC ocupa não deve
ser compartilhada por equipamentos elétricos.
12.2. REFERÊNCIAS A TAMANHO E ESPAÇAMENTO (Size and Spacing
Issues)
É recomendado que haja pelo menos um armário de telecomunicações por piso;
TCs adicionais são recomendadas quando:
- A área utilizável servida pelo TC é maior do que 1000 m2.
- Deve haver um armário de telecomunicação a cada 1000 m2 de
área utilizável.
- Por regra estima-se como área utilizável 75% da área total do piso.
- O comprimento que o cabo de distribuição horizontal requer para
alcançar as work stations é maior do que 90 m.
Quando há múltiplos TCs em um único piso, recomenda-se
interconectar estes armários com ao menos um conduíte (tamanho comercial 3) ou
equivalente.
Pretendendo-se uma área de trabalho a cada 10 m2, o armário de
telecomunicações deve Ter as seguintes dimensões:
|
Área
do piso utilizável (m2) |
Dimensões do armário (m) |
|
1000 |
3 x 3,4 |
|
800 |
3 x 2,8 |
|
500 |
3 x 2,2 |
12.3. OUTRAS REFERÊNCIAS AO PROJETO
(Other TC Desing Issues)
A carga
suportada pelo piso deve ser menos de 2.4kPa.
Duas paredes de 2.6m(8ft) de altura, são forradas com 20 mm de madeira para
prender o equipamento.
Iluminação suficiente deve ser providenciada. Parede, piso e limites do teto
devem ser iluminados por luzes coloridas para melhorar a iluminação da sala.
Não deve haver forro no teto. Para equipamentos ligados a corrente elétrica,
ao menos duas tomadas duplas em circuitos separados devem ser providenciadas.
Para maior conveniência, estes tipos de tomadas devem estar localizados em
intervalos de 1,8 m por todo o perímetro da sala. Existem instâncias quando
deseja-se ter um painel ligado a energia instalado no armário de
telecomunicações. Penetrações no armário (mangas, fendas, rotas
horizontais) devem ser apropriadamente protegidos contra chamas segundo as
normas aplicáveis. Segurança e proteção contra incêndios devem ser
providenciadas. É recomendado contínuo aquecimento, ventilação e ar
condicionado (HVAC – Heating, Ventilation and Air Conditioning) – 24
horas por dia, 365 dias por ano.
13. ROTAS HORIZONTAIS (Horizontal Pathways)
Rotas horizontais são facilmente usadas em instalações de cabeamento
horizontal partindo do ponto da área de trabalho até o armário de
telecomunicações. Estas rotas devem ser projetadas para guiar todo tipo de
cabo incluindo UTP e fibra óptica.
Quando procura-se o diâmetro ideal da rota, sempre considerar a quantidade e
diâmetro dos cabos que irão passar por ela permitindo futuro aumento desta
quantidade.
Segue-se abaixo uma lista e breves descrições das rotas reconhecidas pela
norma ANSI/TIA/EIA-569.
14. DUTO SUBTERRÂNEO (Underfloor Duct)
Dutos subterrâneos podem ser um sistema de distribuição retangular e dutos de
alimentação ou uma rede de rotas embutidas no concreto.
- Dutos de distribuição são aqueles dos quais fios e cabos surgem em uma
área de trabalho específica.
- Dutos de alimentação são aqueles que conectam os dutos de
distribuição ao armário de telecomunicações.
Para uso geral, na prática providencia-se 650 mm2
de dutos de secção cruzada subterrânea por 10 m2 de área
utilizável do piso. Isto aplica-se a dutos de distribuição e dutos de
alimentação. Isto baseia-se no seguinte:
- Três dispositivos por área de trabalho.
- Uma área de trabalho por 100 m2.
15. PISO DE ACESSO (Access Floor)
O piso de acesso é composto por painéis modulares suportados por pedestais com
ou sem fortificações. Usado em sala de equipamentos e computadores bem como
áreas de escritório em geral. É necessário projetar as penetrações do piso
para cada tipo e número de áreas de trabalho. Penetrações podem localizar-se
em qualquer lugar do piso de acesso. Saídas de serviço não devem localizar-se
em áreas de tráfico ou qualquer área onde possam causar riscos aos ocupantes.
16. CONDUÍTE (Conduit)
Tipos de conduíte incluem tubos metálicos, conduítes de metal rígido e PVC.
O tipo de conduíte utilizado deve obedecer aos Local Building and Electrical
codes (Códigos de Edificação local e Eletricidade). Conduítes de metal
flexível não são recomendados, devido à possibilidade de problemas com a
abrasão do cabo. O uso de conduítes em um sistema de rota horizontal para
telecomunicações deve ser considerado apenas quando:
- As saídas de telecomunicações têm localização permanente.
- A densidade de dispositivos é baixa.
- Não é necessário flexibilidade.
As exigências de conduítes instalados para manutenção,
proteção final e continuidade são especificadas nas normas elétricas
apropriadas. Nenhuma seção de conduíte pode ser mais extensa do que 30m.
Nenhuma seção de conduíte pode conter curvas mais acentuadas do que 90º
entre pull points e pull boxes.
17. BANDEJAS DE CABO E ELETROCALHAS (Cable Trays and Wireways)
Estas são
estruturas rígidas para retenção de cabos de telecomunicações. Estruturas
pré-fabricadas consistidas por trilhos aos lados e um fundo sólido ou
ventilado. Bandejas e eletrocalhas podem localizar-se acima ou abaixo do teto em
aplicações planas ou não. Para uso geral, na prática providencia-se 650mm2
de bandeja de seção cruzada ou área de wireway para cada 10m2 de
espaço utilizável do piso. Isto é baseado nas seguintes suposições:
- Três dispositivos por área de trabalho.
- Uma área de trabalho por 10m2 .
18. ROTAS DE TETO (Ceiling Pathways)
Algumas condições para sistemas de distribuição em teto:
- Áreas inacessíveis do teto (azulejos, paredes secas, gesso) não podem
ser usadas como rotas de distribuição.
- Azulejos do teto devem ser removidos e colocados a uma altura máxima de
3,4m acima do piso.
- Deve haver adequado e satisfatório espaço disponível na área do teto
para o esquema recomendado de distribuição. Um mínimo de 75mm de espaço
vertical livre precisa estar disponível.
- Precisa haver meios satisfatórios de suporte a cabos e fios. Não podem
estar diretamente colocados sobre azulejos ou trilhos.
- Rotas de perímetro devem ser providenciadas onde são exigidas por norma
ou projeto.
19. ROTAS DE PERÍMETRO (Perimeter Raceways)
Usados para servirem áreas de trabalho onde dispositivos de telecomunicações
podem ser alcançados por paredes em níveis convenientes.
- O tamanho da sala é fator determinante para o uso de rotas de perímetro.
- Na prática a capacidade da rota de perímetro varia de 30% a 60%
dependendo do raio de curvatura do cabo.
20. NÃO FAZEM PARTE DA NORMA
Calhas (Overfloor raceways)
Cabeameno Exposto (Exposed wiring)
Poke-thru
21. ÁREA DE TRABALHO (Work Area)
Áreas de trabalho são genericamente descritas como locais onde ocupantes do
prédio interagem com dispositivos de telecomunicações. Áreas de trabalho
devem ter espaço suficiente para o ocupante e equipamento adequado. Os outlets
de telecomunicações representam a conexão entre o cabo horizontal e os
dispositivos de conexão dos cabos na área de trabalho.
22. ÁREAS DE TRABALHO (Work Areas)
Recomendações para áreas de trabalho cobertas referem-se apenas às
especificações para rotas de telecomunicações e outlets de
telecomunicações.
Rotas de telecomunicações da área de trabalho.
Rotas de mobília.
Se rotas de telecomunicações estão incorporados a mobília ou partições,
devem concordar com:
- Todas as normas elétricas aplicáeis.
- UL 1286, "Mobílias de escritório" (Office Furnishings").
Os fabricantes devem ser consultados para determinar a
capacidade de rotas e características opcionais disponíveis.
Áreas de recepção, centros de controle, áreas de atendimento.
Tipicamente estas áreas têm uma grande demanda de equipamentos de
telecomunicações:
- Recomenda-se que tenham independente, rotas diretas do armário de
telecomunicações para estas áreas.
23. SAÍDAS DE TELECOMUNICAÇÕES (Telecommunications Outlets)
Um exemplo de ponto de conexão é uma caixa elétrica 100 x 100 mm com um cabo
horizontal terminado em faceplate connectors. Dispositivos de telecomunicações
na área de trabalho são conectados ao faceplate.É necessário considerar o
número e tipo de dispositivos a serem conectados. Dispositivos típicos de
telecomunicações incluem telefones, computadores pessoais (PCs), terminais
gráficos ou de vídeo, fax e modems. Pelo menos uma caixa de saída (outlet
box) ou anel de gesso (plaster ring) deve ser providenciado para cada
área de trabalho. Para áreas onde no futuro será difícil adicionar caixas de
saída ou anéis de gesso, pelo menos duas saídas ou anéis de gesso são
recomendados na instalação inicial.
Especificações
da Administração e Identificação dos Sistemas de Cabeamento Estruturado
(Administration Standard for the Telecommunications Infrastruture of Commercial
Buildings)
1. Objetivo da ANSI/TIA/EIA-606
(Objective of ANSI/TIA/EIA-606)
O objetivo
primário da norma de administração é providenciar um esquema de
administração uniforme independente das aplicações. Espera-se diversas
alterações das aplicações durante a vida útil das normas.
2. Áreas de Administração (Areas of Administration)
A norma visa cinco áreas:
Espaços de telecomunicações são as áreas onde as
terminações estão localizadas: áreas de trabalho, armários de
telecomunicações, salas de equipamentos, facilidades de entrada, caixas de
passagem grandes e em tamanhos menores.
Rotas de telecomunicações entre terminações que contém mídia
de transmissão: rota de distribuição horizontal, backbone de distribuição
intra-edifício, backbone de distribuição inter-edifícios, rota do sistema de
aterramento e rota de entrada.
Mídia de transmissão de telecomunicações é a mídia entre
terminações: cabo de distribuição horizontal, cabo do backbone de
distribuição intra-edifício, cabo do backbone de distribuição
inter-edifícios e cabo de entrada.
Hardware de terminação inclue as posições das terminações da
mídia de transmissão: hardware de conexão-cruzada horizontal e posições de
terminação, hardware de conexão cruzada principal e posições de
terminação e informações da emenda.
Links e aterramento aplicáveis à infra-estrutura de
telecomunicações: equipamento vinculando condutores, barramento do aterramento
e barramento principal do aterramento.
Uso final e esquemas de aplicações específicas não são incluídas nesta
norma.
3. Conceitos de administração (Administration Concepts)
A norma ANSI/TIA/EIA-606 é baseada em três conceitos de administração:
- Identificadores Únicos
- Registros
- Ligações
Cada componente da infra-estrutura de telecomunicações
atribui uma única etiqueta vinculando o componente ao seu registro
correspondente. Registros contém informações ou relatórios sobre um
componente específico. Todos os registros contém as informações exigidas, as
ligações exigidas, informações adicionais e outras ligações. Ligações
são consideradas conexões "lógicas" entre identificadores e
registros bem como vínculos entre um registro e outro.
4. Codificação por cores dos campos de terminação
(Color Coding of Termination Fields)
A codificação por cores dos campos de terminação pode simplificar a
administração do sistema de cabeamento de telecomunicações. A codificação
por cores é baseada nos dois níveis hierárquicos da configuração estrela do
cabeamento do backbone.
O primeiro nível inclue o cabeamento da conexão cruzada principal ao armário
de telecomunicações (TC) no mesmo edifício ou de uma conexão cruzada
intermediária a um edifício remoto, como em um ambiente de campus.
O segundo nível inclue o cabeamento entre dois TCs em um edifício contendo a
conexão cruzada principal ou entre uma conexão cruzada intermediária e um TC
em um edifício remoto.
Todos os componentes do sistema de cabeamento precisam ser identificados e
etiquetados. Há uma quantia mínima de informações a serem coletadas e
registradas por cada componente com as informações exigidas e ligações a
outros registros.
5. Resumo das informações de registro exigidas
|
Registro
do componente |
Informação exigida |
Ligações Exigidas |
|
Espaços |
Identificador do espaço
Tipo do espaço |
Registros das rotas
Registros do cabo
Registros do aterramento |
|
Rotas |
Identificador da rota
Tipo da rota
Ocupação da rota
Carregamento da rota |
Registros do cabo
Registros do espaço (término e acesso)
Outros registros da rota
Registros do aterramento |
|
Cabo |
Identificador de cabo
Tipo do cabo
Par não terminado / número de condutores
Par danificado / número de condutores
Par disponível / número de condutores |
Registros da posição da terminação (ambas as pontas)
Registros da emenda
Registros da rota
Registro do aterramento |
|
Hardware de Terminação |
Identificador do hardware de terminação
Tipo do hardware de terminação
Número de posições danificadas |
Posição dos registros de terminação
Registros do espaço
Registros do aterramento |
|
Posição de Terminação |
Identificador da posição de terminação
Tipo da posição de terminação
Código do usuário
Par do cabo / número de condutores |
Registros do cabo
Outros registros da posição da terminação
Registros do hardware de terminação
Registros do espaço |
|
Emenda |
Identificador da emenda
Tipo da emenda |
Registros do cabo (todos os cabos)
Registros do espaço |
|
Barramento do aterramento principal de telecomunicações (TMGB) |
Identificador do TMGB
Tipo do barramento
Identificador do condutor de aterramento
Resistência da terra
Data que foi tomada a medida |
Registros do condutor de link
Registros do espaço |
|
Condutor de link |
Identificador do condutor de link
Tipo de condutor
Identificador do barramento |
Registros do barramento do aterramento
Registros de rota |
|
Barramento do barramento de telecomunicações (TGB) |
Identificador do barramento
Tipo do barramento |
Registros do condutor de link
Registros do espaço |
6. Regras Gerais (General Rules)
Etiquetas de terminação identificando as duas pontas do mesmo cabo precisam
ser da mesma cor. Conexões cruzadas são feitas genericamente entre campos de
terminação de duas cores diferentes.
7. Especificações de cores
São usadas estas cores ou suas equivalentes:
|
Cor |
Elemento identificador |
|
Laranja |
Ponto de demarcação (terminação do escritório
central) |
|
Verde |
Terminação de conexões de rede no ponto de
demarcação (lado cliente) |
|
Rosa |
Terminação de cabos originada de equipamentos comuns
(PBXs, computadores, LANs e multiplex) |
|
Branco |
Primeiro nível da terminação de mídia do backbone
de telecomunicações no edifício contendo a conexão cruzada principal
(conexão cruzada principal ao TC ou conexão cruzada principal ao local
intermediário da conexão cruzada) |
|
Cinza |
Segundo nível da terminação de mídia do backbone de
telecomunicações no edifício contendo a conexão cruzada principal
(local intermediário da conexão cruzada ao TC) |
|
Azul |
Terminação da mídia da estação de
telecomunicações; exigido somente no TC e sala de equipamentos ao final
do cabo, e não no outlet de telecomunicações. |
|
Marrom |
Terminações do cabo do backbone inter-edifícios
(conexão cruzada principal à conexão cruzada intermediária remota) |
|
Amarelo |
Terminação de circuitos auxiliares, alarmes,
manutenção, segurança e outros circuitos menores. |
|
Vermelho |
Terminação . |
Especificações de Aterramento e Links dos Sistemas de
Cabeamento Estruturado
(Grounding and Bonding Requirements for Telecommunications in Commercial
Buildings)
O objetivo primário desta norma é providenciar
especificações claras sobre aterramento e links relacionadas a infra-estrutura
de telecomunicações do edifício.
1. Glossário
Aterramento
significa acoplamento permanente de partes metálicas com o propósito de
formar um caminho condutor de eletricidade tanto quanto assegurar continuidade
elétrica e capacitar uma condução segura qualquer que seja o tipo de
corrente.
Condutor de link para telecomunicações é um condutor usado para
interconectar a infra-estrutura do link de telecomunicações ao servidor
(fornecedor de energia) do edifício.
Aterramento efetivo refere-se a uma conexão intencional através
da terra até um conector subterrâneo com impedância suficientemente baixa. É
preciso haver corrente com capacidade suficiente para prevenir a acumulação de
voltagem que potencialmente resultaria em um risco desnecessário a equipamentos
e pessoas.
Aterro é uma intencional ou acidental conexão entre um circuito
elétrico ou equipamento e solo ou corpo condutor servindo em algum lugar do
solo.
Condutor subterrâneo de eletrodo (Ground electrode conductor) é
um condutor usado para conectar o eletrodo suberrâneo:
- Ao equipamento condutor subterrâneo.
- Ao condutor subterrâneo do circuito no equipamento servidor.
- À fonte de um sistema separado.
Backbone de link de telecomunicações é um condutor
de cobre usado para conectar o aterramento principal de telecomunicações ao
aterramento de telecomunicações localizado no piso mais distante.
Backbone de link de telecomunicações interconectando condutor de link (TBBIBC)
é um condutor usado para backbones de link de telecomunicações.
Barramento do aterramento principal de telecomunicações (TMGB) refere-se
a uma busbar "linkada" a um servidor aterrada pelo condutor do link de
telecomunicações. O TGB deve estar em um local conveniente e acessível.
2. Componentes de Links e Aterramento
2.1. Condutor de link de telecomunicações (Bonding Conductor for
Telecommunications)
Este
condutor é usado para vincular o TMGB ao servidor o qual está conectado ao
condutor de eletrodo subterrâneo. Existem três importantes considerações a
respeito de condutores de link:
- O condutor central de cobre precisa ser isolado e ser ao menos do tamanho
6 AWG.
- Estes condutores não devem localizar-se em conduítes metálicos. Se isso
não puder ser evitado, os condutores precisam ser vinculados a cada saída
do conduíte se a distância for maior que 1m(3’) de comprimento.
- Assegurar que estes condutores de link estão propriamente marcados com
etiquetas verdes.
2.2. Backbone de link de telecomunicações (TBB)
Este é um condutor separado usado para interconectar todos os TGBs ao TMGB. O
TBB inicia no TMGB e extende-se através do edifício usando rotas do backbone
de telecomunicações. O TBB conecta-se aos TGBs em todos os armários de
telecomunicações e salas de equipamentos. A função primária do TBB é
reduzir ou compensar diferenças entre sistemas de telecomunicações vinculados
ao ele. O projeto do TBB inclue:
- Ser consistente com o projeto do backbone de telecomunicações do sistema
de cabeamento.
- Permitir múltiplos TBBs segundo o tamanho do edifício.
- Projetar o comprimento mínimo do TBB.
- Não usar o sistema de encanamento de água do edifício como um TBB.
- Não usar proteção metálica do cabo como um TBB em novas instalações.
- O tamanho mínimo do condutor é 6 AWG.
- Múltiplos TBBs verticais precisam estar vinculados no superior e a cada 3
andares usando um TBB interconectando o condutor do link.
- TBBs deverão ser instalados sem emendas.
2.3. Aterramento backbone de telecomunicações
interconectando condutor aterramento (TBBIBC)
O TBBIBC é um condutor que interconecta TBBs.
2.4.
Barramento do Aterramento Principal de Telecomunicações (TMGB)
O TMGB serve como uma extensão dedicada ao sistema de eletrodo subterrâneo do
edifício da infraestrutura de telecomunicações. Também atua como ponto
central de conexão para TBBs e equipamento. Algumas considerações do projeto
de um TMGB:
- Tipicamente há um TMGB por edifício. O TMGB pode ser extendido usando e
seguindo as regras dos TGBs.
- TMGB precisa ser acessível ao pessoal de telecomunicações. Normalmente
localiza-se na sala de entrada ou na sala de telecomunicações principal.
Sua localização deve minimizar o comprimento do condutor do link para as
conexões de telecomunicações.
- Os TMGBs têm um mínimo de 6mm de espessura, 100mm de largura e
comprimento variável.
Assegurar que o tamanho da barra permite futuro crescimento.
2.5. Barramento do Aterramento de Telecomunicações
Telecommunications Groundign Busbar (RGB)
Localizado
em um armário de telecomunicações (TC) ou sala de equipamentos, pode servir
como um ponto central de conexão para sistemas de telecomunicações e
equipamentos na área servida pelo TC ou sala de equipamentos.
Características do TGB:
Barramento de cobre pré-perfurado fornecido com padrão NEMA de buraco do
parafuso e espaçamento para os tipos de conectores a serem usados.
Mínimo de 6mm de espessura por 50mm de largura, comprimento variável.
Considerações de projeto do TGB
- TBBs e outros TGBs localizados no mesmo espaço precisam ser vinculados ao
TGB.
- Condutores de link usados entre TBB e TGB precisam ser contínuos e utilizar
o caminho mais curto, rota direta possível.
- Instalar o TGB tanto fechado quanto prático à mesa de controle.
- Vincule o TGB ao TBBIBC onde for necessário.
2.6. Links à Estrutura de Metal de um Edifício
(Bonding to the Metal Frame of a Building)
Em prédios
onde as estruturas de metal estão efetivamente aterradas, vincular cada TGB à
estrutura de metal no interior da sala usando um condutor nº 6 AWG. Se a
estrutura de metal é externa mas acessível, vincule o TGB à estrutura de
metla usando um condutor nº 6 AWG.
ESPECIFICAÇÕES DE SISTEMAS DE
CABEAMENTO ESTRUTURADO
(Commercial Building
Telecommunications Standard)
Esta norma propõe o mínimo de especificações de cabeamento estruturado. A
norma classifica como principais componentes da estrutura de instalação:
-Facilidade de entrada (Entrance facility)
-Conexão cruzada principal (Main cross-cconnect)
-Distribuição do backbone (Backbone disttribution)
-Conexão cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)
-Distribuição horizontal (Horizontal disstribution)
-Área de trabalho (Work area)
1. Facilidade de entrada (Entrance facility)
A facilidade de entrada contém os cabos, hardware de conexão, dispositivos de
proteção e outros equipamentos exigidos para o edifício. Os equipamentos no
interior desta sala podem ser usados para conexões de redes públicas ou
privadas.
2. Conexão cruzada principal (Main cross-connect)
A sala de equipamentos de telecomunicações pode ter a mesma
localização da conexão curzada principal. As técnicas de cabeamento que se
aplicam aos armários de telecomunicações (TC) também aplicam-se às salas de
equipamentos.
3. Distribuição do backbone (Backbone distribution)
O backbone faz a interconexão entre TCs, salas de equipamentos e facilidades de
entrada. Os componentes envolvidos na distribuição do backbone incluem:
-Cabos do backbone
-Conexões cruzadas intermediárias e prinncipais
-Terminações mecânicas
-Patch cords ou jumpers para conexões baackbone – backbone
3.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)
A vida útil do cabo de backbone é de pelo menos 10 anos. O projeto deve prever
a quantidade máxima de cabos suportada pelo backbone no decorrer deste
período. Cabos metálicos posicionados próximos ao backbone são considerados
possíveis fontes de interferência eletromagnética.
3.2 Topologia (Topology)
O sistema do backbone de distribuição segue a topologia estrela.
Cada conexão cruzada horizontal em um TC é cabeada a uma conexão cruzada
principal ou intermediária e então a outra conexão cruzada principal. Não
podem haver mais do que dois níveis hierárquicos de conexão cruzada.
Em geral, uma conexão cruzada pode partir diretamente da conexão cruzada
horizontal e chegar a conexão cruzada principal.
Três ou menos conexões cruzadas podem partir de uma conexão cruzada
horizontal para uma segunda conexão cruzada horizontal.
Sistemas projetados para topologias não-estrela (lógica, anel ou barra) podem
acomodar-se normalmente na topologia estrela.
Se necessários requerimentos especiais para configurações em barra ou anel,
é permitido o cabeamento direto entre armários de telecomunicações. Este
tipo de cabeamento é um adicional à topologia estrela básica.
3.3 Mídia reconhecida do backbone de distribuição
(Recognized backbone distribution media)
Mídia reconhecida pode ser usada individualmente ou em combinação.
Estas mídias são:
-cabo UTP de 100MHz
-cabo STP-A DE 150MHz
-cabo de fibra óptica 62.5/125µm
-cabo de fibra óptica monomodo
-cabo coaxial de 50W
(é mídia reconhecida mas não recomendada para novas instalações)
3.4 Critério de seleção de mídia (Media selection
criteria)
A escolha da mídia de distribuição do backbone vai depender das
características das aplicações específicas. Fatores que influenciam nesta
escolha:
-flexibilidade, considerando-se os serviiços suportados
-requisitos de vida útil do cabo de backkbone
-tamanho do local e população de usuárioos
3.5 Distâncias intra-edifício e inter-edifícios do
cabeamento do backbone
(In-building and inter-building backbone cabling distances)
A recomendação da distância máxima do backbone depende da
aplicação. As distâncias especificadas a seguir não asseguram total
funcionamento do backbone:
|
Distâncias
máximas do backbone de distribuição |
|
Tipo de mídia |
Conexão cruzada horizontal a
conexão cruzada principal |
Conexão cruzada horizontal a
conexão cruzada intermediária |
Conexão cruzada principal a
conexão cruzada intermediária |
|
UTP |
800m |
500m |
300m |
|
Fibra Óptica 62.5/125mm |
2000m |
500m |
1500m |
|
Fibra Óptica Monomodo |
3000m |
500m |
2500m |
Para aplicações de dados em alta velocidade o uso das
categorias de cabo UTP 100MHz
ou
STP-A 150MHz categorias 3, 4, ou 5 será limitado a uma
distância total de 90m, isto considerando 5m a cada fim de conexão a
equipamento. A capacidade que a fibra monomodo suporta é de 60 km. No entanto,
isto está fora dos padrões.
4. Conexão cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)
A terminação do cabo horizontal é a função primária da
conexão cruzada horizontal que está localizada em um armário de
telecomunicações. Cabos de todos as mídias terminam em hardware de conexão
compatível. O cabo de backbone também termina em hardware compatível.
4.1 Funções do armário de telecomunicações (Telecommunications
closet functions)
A função primária é conter terminações de cabos horizontais de
todos os tipos reconhecíveis. Tipos de cabos de backbone reconhecíveis também
terminam aqui. Conexões cruzadas de terminações horizontais e terminações
de backbone usando patch cords permitem flexibilidade ao extender serviços às
saídas e conectores de telecomunicações.
A conexão cruzada intermediária ou principal para partes do sistema de
cabeamento do backbone também pode ser encontrada no armário de
telecomunicações separadamente da conexão cruzada horizontal.
4.2 Conexões cruzadas e interconexões (Cross-connections
and interconnections)
Deslocamentos, adições ou mudanças são completamente realizadas
por conexões ou interconexões. Conexões cruzadas são conexões entre
cabeamento horizontal e backbone ou equipamento conectando circuitos integrados
(hardware). Conexões diretas entre equipamento e cabeamento horizontal são
chamadas interconexões.
5. Distribuição horizontal (Horizontal distribution)
A distribuição horizontal é uma parte do sistema de cabeamento de
telecomunicações ligando a área de trabalho à conexão cruzada horizontal no
armário de telecomunicações. O cabeamento horizontal inclue:
-cabos de distribuição horizontais
-saídas de telecomunicações na área de ttrabalho
-terminação mecânica do cabo de mídia
-patch cords e jumpers no armário de tellecomunicações
5.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)
O sistema de distribuição horizontal precisa satisfazer aos
requerimentos atuais e facilitar a manutenção e recolocação. Também deve-se
considerar instalações futuras de equipamentos e modificação de serviços.
Após a instalação, o cabeamento horizontal normalmente é menos acessível
que outros tipos de cabeamento.
O cabeamento horizontal está sujeito a maior parte da atividade do edifício,
aproximadamente 90%.
Considerar a diversidade de possíveis serviços e aplicações a serem usadas.
5.2 Topologia (Topology)
O sistema de distribuição horizontal deve seguir a topologia
estrela. A saída de telecomunicações na área de trabalho deve ser conectada
a uma conexão cruzada horizontal no armário de telecomunicações localizado
no mesmo piso da área de trabalho. Derivações em ponte e emendas não são
permitidas.
5.3 Distâncias (Distances)
Qualquer que seja o tipo de mídia usada para distribuição
horizontal, a distância média é de 90m(295'), que corresponde ao comprimento
total do cabo que liga a saída área de trabalho à conexão cruzada no
armário de telecomunicações.
Para cada canal horizontal é permitido no máximo 10m(33') de cords da área de
trabalho, patch cords, cabos de jumpeamento (jumper wires) e cords de
equipamentos (equipment cords).
Na conexão cruzada horizontal o comprimento máximo dos patch cords e jumpers
usados para conectar o cabo horizontal ao equipamento ou cabo do backbone não
pode exceder 3m (10').
5.4 Mídia reconhecida de distribuição horizontal
(Recognized horizontal distribution Media)
São três as mídias recomendadas para uso:
-cabo UTP de 4 pares 100MHz
-cabo STP-A de 2 pares 150MHz
-cabo de fibra óptica 62,5/125µm (duas ffibras)
-cabo coaxial ainda é uma mídia reconheccida mas não recomendada para novas
instalações.
Cabos híbridos (múltiplos tipos de mídia envoltos no mesmo cabo) podem ser
usados no sistema de distribuição horizontal se cada tipo de mídia
reconhecida concordar com as exigências de transmissão e especificações de
cores para este cabo.
-não é recomendado que cabos UTP de váriias categorias sejam envoltos em um
mesmo cabo
-especificações crosstalk entre cabos e um cabo híbrido devem ser obedecidas
-é preciso que cabos UTP híbridos sejam facilmente distinguidos de cabos UTP
multipares de backbone
-cabo híbrido de fibra óptica pode ser cchamado de cabo composto
5.5 Critério de seleção de mídia (Media selection
criteria)
Cada área de trabalho precisa ser equipada com pelo menos duas
outlets de telecomunicações. Uma outlet pode ser associada com voz e a outra
com dados. A primeira outlet será um cabo UTP 4 pares 100W, categoria 3 ou
maior. A segunda outlet pode ser suportada por uma das seguintes mídias:
-cabo UTP 4 pares 100MHz, categoria 5 reecomendada
-cabo STP-A 2 pares 150MHz
-cobo óptico 2 fibras, 62,5/125µm
6. Área de trabalho (Work Area)
Os componentes da área de trabalho são todos aqueles compreendidos
entre outlet e o equipamento de telecomunicações. No máximo 3m(10') de
comprimento de cords são usados na área de trabalho. Cabos UTP 4 pares são
recomendados.
6.1 Componentes da área de trabalho (Work area components)
Os componentes da área de trabalho estão fora do alcance da norma. A área de
trabalho é composta por uma grande variedade de equipamentos como telefones,
máquinas de fax, terminais de dados e computadores. São genericamente
consideradas não-permanentes e passíveis de mudança, características que
precisam ser levadas em consideação no projeto.
6.2 Outlets de telecomunicações (Telecommunications outlet/connector)
A designação pino/par para cabo UTP 100MHz é recomendada pela norma T568A.
Para acomodar certos sistemas de cabeamento, a norma T568A é aceita. A
publicação FIPS PUB 174 do governos dos Estados Unidos reconhece somente a
norma T568A.
6.3 Cords da área de trabalho (Work area cords)
O sistema de distribuição horizontal assume o comprimento máximo de 3m(10')
de cord. Cabos e conectores podem estar de acordo ou exceder os requerimentos
para patch cord.
6.4 Adaptações especiais (Special adaptions)
Se aplicações específicas de adaptações como casadores de impedância são
necessárias, elas precisam ser externas às outlets. Alguns adaptadores
comumente usados:
-um cabo especial ou adaptador quando o equipamento conector é diferente da
outlet.
-adaptadores "Y" permitem que das aplicações utilizem um único cabo
-adaptadores passivos são usados quando um tipo de cabo horizontal é diferente
do tipo requerido pelo equipamento
-adaptadores ativos quando conectam disppositivos usando diferentes esquemas de
sinalização
-adaptadores permitindo transposição parr para propósitos compatíveis
-resistores de terminação
É preciso considerar a compatibilidade entre adaptadores e equipamentos. Podem
causar efeitos prejudiciais na performance de transição do sistema de
cabeamento de telecomunicações.
Escrito de forma clara e objetiva, o Telecommunications Distribution
Methods Manual tornou-se a publicação mais respeitada internacionalemte
na área de sistemas de distribuição para telecomunicações. Arquitetos,
engenheiros, consultores, instaladores, e outros profissionais das indústrias
de construção e telecomunicações confirmam a superioridade desse manual como
fonte de referência. O TDMM abrange todas as etapas relativas à
implementação do sistema de distribuição: projeto, construção,
instalação, manutenção e expansão.
O LAN Design Manual, também publicado pela
BICSI
ajuda usuários a entenderem e projetarem redes locais de computadores.
Tecnologias de rede locl como ARCnet, Ethernet, Token-Ring, ATM, FDDI, AppleTalk
e FastEhternet são discutidas em detalhes, com ênfase em suas características
técnicas.
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Visite o site da
BICSI
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respeito da associação.
Especificações da Performance de Transmissão para Testes em
Campo do cabeamento UTP Cat. 5
(UTP end-to-end System Performance Testing)
Este Boletim de sistema de Telecomunicações (Telecommunications
system Bulletin – TSB) é dirigido às especificações do campo de testes
para performance pós-instalação. Estas especificações incluem
características dos testadores de campo, métodos de teste e um mínimo de
exigências de transmissão para sistemas de cabeamento UTP. Eis alguns fatores
que afetam a performance: características do cabo, hardware de conexão, patch
cords e conexão cruzada, número total de conexões e a qualidade da
instalação. A norma TIA/EIA TSB-67 refere-se a duas configurações de teste:
1. Configuração do teste básico de link
(Basic link test configuration)
O teste
básico de link é usado para verificar a performance do cabo permanente
instalado. Este teste inclue os seguintes componentes:
Até 90m de cabo horizontal: inclue um cabo do armário de
telecomunicações (TC) a um ponto de consolidação opcional e do ponto de
consolidação ao outlet de telecomunicações.
Uma conexão a cada ponta do cabo horizontal.
Até 2m de cord de teste da unidade principal do testador de campo
à conexão local.
Até 2m de cord de teste da conexão remota à unidade remota do
testador de campo.
Existem quatro parâmetros de teste básico que devem ser completados em cada
link:
Mapeamento (Wire Map)
Confirma a continuidade dos 8 condutores end-to-end.
Indica: pares em curto (shorts between pairs), pares cruzados (crossed pairs),
pares reversos (reversed pairs) e pares emendados (split pairs).
Comprimento (Length)
- Mede o comprimento do cabo por meios elétricos.
Atenuação (Attenuation)
- Mede a perda de sinal no canal ou link básico.
- O NEXT é testado em todos os pontos finais do link (pontos finais local e
remoto).
NEXT
- Mede a quantidade de interferência do sinal que um par causa no outro.
2. Configuração do Teste do Canal
(Chanel Test Configuration)
O teste de
canal é usado para verificar a performance do canal por inteiro. O canal inclue
os seguintes componentes:
Até 90m de cabo horizontal: inclue o cabo entre o TC e um ponto
de consolidação (opcional) e do ponto de consolidação ao outlet de
telecomunicações.
Cord da área de trabalho.
Conexões cruzadas nos armários de telecomunicações: pach cord
ou cabo de jampeamento, cords dos armários de telecounicações.
O comprimento total dos cords, patch cords e cabos de jumpeamento e cords da
área de trabalho não podem exceder 10m.
Diretrizes
do Cabeamento Centralizado de Fibra Óptica
(Centralized Optical Fiber Cabling)
A proposta do TSB-72 é ajudar no planejamento de um sistema
de cabeamento fibert-to-the-desk (FTTD) de 62.5/125
m
m utilizando equipamentos eletrônicos centralizados ao contrário do método
tradicional de distribuição dos equipamentos a pisos individuais.
As conexões da área de trabalho se estendem à conexão cruzada principal pela
utilização de cabos pull-through (ligação direta), uma interconexão ou uma
emenda no armário de telecomunicações.
Usar uma interconexão entre o cabeamento horizontal e o backbone permite a
melhor flexibilidade, facilita o gerenciamento e pode facilmente migrar para uma
conexão-cruzada.
O comprimento máximo do cabeamento horizontal é especificado como 90m. A
distância do cabeamento horizontal e backbone combinada com os cords da área
de trabalho, patch cords e cords de equipamento não pode exceder 300m (984ft).
O sistema de cabeamento centralizado deve localizar-se no interior do mesmo
edifício das áreas de trabalho a serem servidas. Todo deslocamento e mudança
de atividade deve ser executada na conexão cruzada principal. Links horizontais
deveriam ser adicionados e removidos no armário de telecomunicações.
Quando é usado o método pull-through, o cabo que passa pelo armário de
telecomunicações até a conexão cruzada deve Ter uma contínua proteção. O
comprimento do cabo pull-through deve ser limitado a 300m (984ft).
No projeto do sistema de cabeamento centralizado, providenciar que seja
permitida a migração para o pull-throgh, interconexão ou emenda para uma
implementação de conexão cruzada. Para facilitar esta migração, deve restar
espaço suficiente no armário de telecomunicações para patch panels
adicionais. Uma adequada folga (slack) no cabo deve restar para permitir que
cabos seja deslocados até a o local da conexão cruzada.
A folga pode ser armazenada por cabos ou fibras sem conectores. No preenchimento
da folga, providenciar que o raio máximo das curvas do cabo não será violado.
A folga de cabo pode ser armazenada no interior ou na parede do armário de
telecomunicações. Devem ser usadas caixas para proteger folgas de fibras
ópticas.
Na montagem da divisória ou montagem do rack, providenciar que seja permitido
futuro crescimento.
Na avaliação do tamanho do backbone, providenciar que sejam permitidos futuros
links horizontais, isto permite minimizar a necessidade por cabos de backbone
adicionais. A fibra do backbone deve ser capaz de suportar atuais e futuras
tecnologia de rede. Tipicamente, são exigidas duas fibras para cada conexão da
área de trabalho.
A etiquetagem do sistema de cabeamento centralizado deve seguir as exigências
especificadas na norma ANSI/TIA/EIA-606.
Para assegurar a polaridade correta da fibra, o sistema de cabeamento
centralizado deve implementar a orientação A-B na área de trabalho e a
orientação B-A na conexão cruzada central como especificado na norma ANSI/TIA/EIA-568-A.
Fibras podem ser unidas por conectores ou emendas. Estes conectores devem
obedecer às especificações da norma ANSI/TIA/EIA-568-A.
Fibras podem fundidas ou mecanicamente emendadas, providenciar que obedeça às
especificações da norma ANTI/TIA/EIA-568-A.
início
Práticas Adicionais do Cabeamento Horizontal por Zonas
(Additional Horizontal Cabling Practices for Open Offices)
1. Cabeamento Horizontal para Escritórios Abertos
(Horizontal Cabling for Open Offices)
Um ponto de
terminação horizontal (outlet de telecomunicações multi-uso) e/ou um ponto
de interconexão horizontal intermediário (ponto de consolidação)
providência maior flexibilidade em layouts de escritório aberto com mobília
modular, onde são executadas freqüentes mudanças. O outlet de
telecomunicações multi-uso (MUTO) e o ponto de consolidação devem estar em
local complemente acessível, localização permanente.
índice
2. Outlet de Telecomunicações Multi-Uso (MUTO)
(Multi-User Telecommunications Outlet Assembly)
O Outlet de
telecomunicações multi-uso (MUTO) é um ponto de terminação para o
cabeamento horizontal, consiste em vários outlets de telecomunicações no
mesmo local. O cord modular se extende do MUTO ao equipamento terminal sem
conexões intermediárias adicionais. Esta configuração permite a mudança da
planta do escritório sem afetar o cabeamento horizontal.
Devem ser seguidos os seguintes passos na instalação do MUTO:
- MUTO não deve ser instalado no teto.
- O comprimento máximo dos cords modulares deve ser de 20m (66ft).
- O cord modular conectando o MUTO ao equipamento terminal deve ser
etiquetado em ambas as pontas com um identificador único.
- O MUTO deve ser identificado com o patch cord de maior comprimento da
área de trabalho (cord modular). O comprimento deste cord é calculado pela
seguinte fórmula:
C = (93.6 – B) / 1.2
A
m(ft) |
B
m(ft) |
C
m(ft) |
Comp. Total do canal m(ft) |
|
7 (23) |
90 (295) |
3 (10) |
100 (328) |
|
7 (23) |
85 (279) |
7 (23) |
99 (325) |
|
7 (23) |
80 (262) |
11 (36) |
98 (322) |
|
7 (23) |
75 (246) |
15 (49) |
97 (319) |
|
7 (23) |
70 (230) |
20 (66) |
97 (319) |
índice
3. Ponto de consolidação
(Consolidation
Point)
O ponto de consolidação é um ponto de interconexão no interior do cabeamento
horizontal. O ponto de consolidação executa uma ligação direta (straight-through)
intermediária entre o cabeamento horizontal que parte da conexão cruzada e o
cabeamento horizontal que vai para um MUTO ou o outlet de telecomunicações na
área de trabalho. Conexão cruzada entre estes cabos não são permitidas. Um
ponto de consolidação pode ser útil quando reconfigurações são
freqüentes, mas não tão freqüentes quanto a exigência do MUTO por
flexibilidade.
As seguintes diretrizes devem ser seguidas na instalação de um ponto de
consolidação:
- Assegurar que a distância total do canal é de 100 metros ou menos.
- Os cabos do e para o ponto de flexibilidade devem ser seguramente fixados
sem violar as exigências do mínimo raio de curvatura.
- É recomendado que o ponto de consolidação esteja a pelo menos 15m
(49ft) de distância do armário de telecomunicações a fim de evitar NEXT
adicional devido à ressonância do link em curto de múltiplas conexões na
proximidade do armário.
- Não mais do que um ponto de consolidação e um MUTO devem ser usados no
interior da mesma rota horizontal.
índice
início