texto enviado por Rafael 25/07/04
Nossos Atos
Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa p/ ver o lindo caminhão q comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro q conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada. A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão. Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado e aos berros pergunta o q o filho estava fazendo e, s/ hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, q se põe a chorar desesperadamente s/ entender o q estava acontecendo. A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital p/ cuidar dos ferimentos provocados. Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa q as dilacerações foram de tão grande extensão, q todos os dedos da criança tiveram q ser amputados. Porém, o menino era forte e resistira bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto. Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
- Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como vc me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse q aquilo ñ tinha + importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro c/ ele e q a lataria do caminhão ñ tinha estragado. Então o garoto c/ os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer q ñ está + bravo comigo?
- É claro q ñ! - respondeu o pai.
Ao q o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, qdo meus dedinhos vão nascer de novo?
REFLITA: Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas q + amamos, e muitas vezes ñ podemos "sarar" a ferida q deixamos.