EULOGY


��� ����Como a maioria de voc�s j� sabe a m�e de Danny, Betty Wood, faleceu ano passado, no m�s de setembro. Este ano, no dia das m�es, como forma de homenagea-la, Danny colocou em sua home page o discurso que ele escreveu e leu em seu enterro. � um discurso realmente tocante e muito bonito.
�������Alguns dias depois, em seu chat, Danny disse que atrav�s daquele discurso, n�s, suas f�s, podemos conhecer um pouco mais de sua m�e. Com certeza!

Discurso usado e traduzido com autoriza��o de Danny Wood.
Tradu��o: Renata Gatti.


Elizabeth Betty Wood

�������������� Eu estava falando com a minha fam�lia e todos disseram que estariam orando por mim para que eu possa fazer isso. Eu pensei comigo mesmo, esta � a maior honra da minha vida. Estar aqui, na frente da minha fam�lia e amigos, falando sobre uma mulher incr�vel. Uma senhora que tinha uma profunda afei��o por todos n�s.

�������������� Minha m�e pode ter sido uma senhora pequena, mas ela era uma mulher gigante. A maioria de voc�s que conheceram minha m�e provavelmente sabiam do seu amor por comida, acordos comerciais, j�ias e as coisas agrad�veis da vida. Especialmente se ela pudesse compr�-las com 50% de desconto. Eu gostaria de lhes dizer algumas coisas especiais sobre minha m�e que muitos de voc�s talvez n�o saibam.

�������������� Seu primeiro e mais importante trabalho foi criar seus filhos. Uma vez que est�vamos em idade de ir para a escola, ela continuou a ajudar outras crian�as atrav�s de seu trabalho volunt�rio no Conselho de Pais de Boston. Dali ela se tornou auxiliar de Dan Burke, um membro do Comit� Escolar no centro de Boston. Isso, claro, a aproximou do emprego de seus sonhos no Filene's Basement. Mais tarde ela seria afortunada o suficiente para se aposentar cedo. Ela, ent�o, trabalhou para mim no f�-clube do New Kids. Ela tamb�m saiu em uma turn� promocional da JC Penny.

�������������� Ent�o ela teve momentos muito felizes com seus netos. Especialmente me ajudando a criar meu filho, Daniel. Ajudando-o a parar de tomar mamadeira, ensinado-o a usar o pinico. Realmente me mostrando como ser uma m�e e um pai para ele.

�������������� E finalmente o emprego de seus sonhos. Filene's Basement. Redu��es autom�ticas de pre�os, descontos de 25% para empregados, acordos comerciais em abund�ncia e grandes colegas de trabalho. E ela conhecia todos pelo nome.

�������������� Mesmo depois do c�ncer ter sido diagnosticado ela ainda tinha tempo e encontrou for�as para estar presente para seus filhos, netos, meu pai e amigos. E n�s todos somos pessoas melhores por termos conhecido ela.

�������������� Minha m�e e meu pai eram almas g�meas. Eles eram o exemplo de todos os casais. Eles eram verdadeiramente um. Onde quer que voc� visse um, l� estava o outro. Especialmente porque minha m�e n�o dirigia.

�������������� Ao olhar para tr�s e lembrar da minha m�e, ainda posso sentir de longe o cheiro da torta de ma�� ou dos bolos de caf�. No Natal ela fazia os cookies preferidos de cada um. Cada um de n�s gosta de um tipo diferente: twists de canela para o Tio Billy, de a��car pra mim, flores de manteiga de amendoim para a Bethany, com peda�os de chocolate para o Brett e bolinhas amanteigadas para Pam. Al�m disso havia 3 tipos diferentes de torta e 4 de bolo. Eu entrava na cozinha e via farinha voando para tudo quanto era lado. A mesa coberta de a��car e massa e eu pensava comigo mesmo: - Uau! Essa mulher � maravilhosa! Ent�o, ela me deixava comer o restinho da massa e n�o contava nada para o meu pai. Ela aprendeu a cozinhar olhando minha v� e suas tias-av�s. Elas se juntavam para cozinhar para todo mundo. Eu estou surpreso de que minha m�e fez tudo isso para sua fam�lia e amigos.

�������������� Todos os nossos anivers�rios, at� mesmo os anivers�rios das crian�as vizinhas, foram especiais. Ela fazia os bolos mais incr�veis. Tinha bolo da Barbie, Raggedy Ann, bolos caseiros de sorvete. Mas meu favorito foi o bolo do R2D2 que ela fez para meu anivers�rio de 9 anos. Ela fez seus pr�prios moldes e decorou tudo sozinha. Todos seus bolos forma feitos com o cora��o.

�������������� Al�m de fazer sobremesas, ela era uma grande cozinheira. Em nossa casa n�o t�nhamos grandes jantares com peru apenas no Dia de A��o de Gra�as, mas pelo menos uma vez por m�s. Ela fazia a mais incr�vel torta de frango e claro, o preferido dos netos - a sopa da Nana. Para ser honesto era apenas macarr�o salgado, mas as crian�as adoravam.

�������������� Minha m�e tamb�m tomava conta de n�s de outras maneiras al�m de cozinhar. Ela tinha seu pr�prio jeito de nos fazer sentir especiais. Para mim era cozinhando separadamente comida sem gordura, para o Brett era passando seus ternos e fazendo omelete de manh�. Para minhas irm�s eram coisas como promo��es especiais no Basement, emprestando j�ias, tomando conta de seus filhos. O que ela fez, fez por amor.

�������������� Ela foi amiga e confidente de todos que a conheceram. Todos n�s ouvimos, vez ou outra, sua famosa frase: "Ent�o... O que est� acontecendo em sua vida?" Ela queria, honestamente, saber. Ela era um ouvido para se falar, um ombro para se chorar e uma pessoa para se confiar. O mais raro e verdadeiro tipo de amigo. Ela te daria uma resposta honesta para toda pergunta, voc� querendo ou n�o. Ela falaria o que voc� precisava ouvir.

�������������� Ela foi a melhor esposa, m�e, irm�, amiga e colega de trabalho que qualquer um poderia ter. Minha m�e pode ter sido uma senhora pequena, mas ela era uma mulher gigante. Ajoelhado � sua frente eu senti calma e tranq�ilidade, como se sua m�o estivesse nos meus ombros. Eu sei que ela descansar� em paz.

Danny Wood





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