| V�cio |
| As vezes no passado � que te escuto e bebo a solid�o do hoje sem calor. N�o trago, mas trago encerrado oculto, a droga que no peito traz ardor, qual mon�xido que exala abrupto em silencio do teu silencioso j� vou. Incontrol�vel esperan�a no jogo bruto, fechado em copas, escondo o ouro e a dor. Compenso no blefe do proibido fruto, que sempre te causou grande furor. Dif�cil talvez, mas n�o me furto em manter mais esse vicio: o teu amor. |
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| Arte: Adapta��o do quadro de Edenise |