| Nosso Livro |
| Nosso Livro ? Ah! Este o incompreendido ! Pouco lido, destruido, no canto esquecido. Por�m n�o fora este baluarte da Humanidade, imposs�vel repassar informes de verdade laboriosamente acumulados que se na mem�ria conservados, seriam deturpados e nada perpetuados. Sua falta traduz fase primitiva, estado selvagem da autocracia destrutiva de minoria dominante compulsiva. Her�ico, pragm�tico, rompe a barreira da estrutura dogm�tica, prerrogativa do clero e da nobreza hier�rquica abrindo o horizonte da contesta��o e iluminando a possibilidade da argumenta��o. Ditaduras o perseguem, queimam-no e na seq��ncia, um retorno � condi��o de subservi�ncia, degrada��o filos�fica e cultural dem�ncia, quando em manifesta��o oral coletiva em atmosfera bestial , com tochas, bandeiras e cantos sem igual , ouve-se o mandat�rio vociferar veementemente persuasivas frases que a multid�o repete freneticamente, numa idolatria ao deus pag�o inconseq�ente Assim n�o era o Nazismo ? O Facismo ? Todavia nosso her�i resiste e em riste norteia o leitor em formas de sinais ordenados que em prodigiosa mente s�o decodificados e em conceito pessoal da cr�tica metabolizados S�s, livres do orador, livro e leitor podem se entender. Apenas este decide o que absorver e dos l�deres as id�ias poder� ter. Por�m O mais antigo O mais amigo que a PAZ nos tr�s, � pouco lido, e quando lido, entendido ? Quase sempre n�o. Ent�o, no canto esquecido ! |
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