| Inoc�ncia. |
| Uma crian�a solit�ria e sofrida segue em seu torpor, ausente olhos famintos e m�os estendidas , implorando clem�ncia: Oh! Gente. Seus apelos seguem, e sem resposta ficou. Ele clama por um gesto salvador . M�e ! por que me abandonou? Com passadas sinuosas; uma moeda, por favor. Segue em dire��o a um horizonte tem�vel onde muitos ca�ram anteriormente, inocente para entender o destino terr�vel, que lhe fora imposto inclemente. Chega a um o ponto, talvez o final onde sente que a decis�o se faz mister: Sucumbir tamb�m, que seria natural ou voltar-se e lutar por um meio qualquer. Ent�o sentindo-se poderoso ao perceber o medo imposto pela roupa esfarrapada e sujo rosto, um lampejo tenebroso lhe aponta a solu��o: Junto a um pesco�o temeroso, em um sinal que n�o abria, um caco de garrafa na m�o, e um inocente � A BOLSA TIA � !... |
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