| Fuzileiro, Sempre |
| Se um dia eu tombar em terras estranhas Entre estranha gente de estranho dizer E em p� se tornar minhas entranhas Fertilizar essa terra ser� um prazer Flores nascer�o onde o p� se espalhar Verde haste, amarelo estigma Brancas p�talas, c�lice azul a brilhar. Balan�ando qual pend�o e digna Com a brisa leve que me levou pra l� E os meus, em dias saudosos Regar�o o jardim esperan�osos De que eu n�o tenha ca�do em v�o E que a causa do meu sacrif�cio N�o mais exista, mas sim o armist�cio Ent�o a proliferar, as flores vir�o Ter� sido uma causa da P�tria amada Que defendi com orgulho e satisfa��o Sem temer a for�a dos ventos ou dist�ncia das vagas Qualquer tempestade, qualquer furac�o Defendendo a bandeira primeiro, Se ao tombar no estrangeiro TOMBAREI BRASILEIRO ! TOMBAREI FUZILEIRO ! |
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