| Compondo |
| Ainda n�o havia composto, n�o que n�o fosse disposto. Para mim era imposs�vel, terr�vel, inveross�mil se contado, como sentado, n�o � beira do caminho (sem bancar o engra�adinho), mas numa noite � beira da cama, o lado direito trama sem de tema a no��o, uma suave can��o: � Meu amor por voc� � demais...� Bobagem, n�o me apraz. Frase assaz costumaz. Pego o pinho e baixinho, tanjo solta a prima que trina. Premida na casa primeira, a segunda, na casa segunda, a terceira assim como a quarta. E ent�o de primeira, o acorde ! Que ningu�m acorde. �Meu amor por voc� � demais ...� Insiste, persiste agora apoiada nas harm�nicas s�nicas da tr�ade menor enfim, j� n�o parece t�o ruim. Novas t�trades discorrem dos graus em ordem, outros textos ocorrem enquanto estrelas morrem. Ent�o amanhece e o acorde final acontece na frase que encerra por fim �At� quando vai ser assim...� |
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