"As pessoas precisam ter consciência de que comprar um
CD pirata não é um ato de esperteza, é um crime", disse ele, ao abrir a reunião
extraordinária do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a
propriedade intelectual (CNCP), no auditório Tancredo Neves, do Ministério da
Justiça.
"O combate integrado à pirataria é um trabalho que foi ganhando consistência
dentro da linha do século XXI, a linha do trabalho conjunto, em rede. Conjunto
não só da sociedade civil e do governo, mas também dos vários setores que
combatem o crime", afirmou.
A reunião, realizada nesta semana, tem por objetivo discutir as principais
operações de combate à pirataria, contrabando e descaminho (venda sem nota
fiscal) realizadas no País. O CNCP quer unir esforços, trocando informações com
o braço operacional do órgão, formado pela Receita Federal e Polícias Federal e
Rodoviária Federal. Ouvir e discutir essas operações em conjunto é fundamental,
na avaliação do presidente do Conselho e secretário executivo do Ministério,
Luiz Paulo Barreto, que comemora os resultados apresentados.
"Estamos falando de quase 100% - o percentual exato é de 92% - do aumento de
apreensões de produtos de pirataria, de contrabando na região de Foz do Iguaçu ,
destacou ele. "As operações têm tido muito sucesso e vamos seguir nessa linha,
de forma cada fez mais eficaz. Por isso, precisamos ouvir esses relatos para que
possamos identificar formas de melhor auxiliá-los.